“LIBERDADE PARA ENSINAR….ENSINAR PARA A LIBERDADE”……..SLOGAN ADOTADO PELA LEI DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA DEU ZEBRA……

EQUÍVOCO NAS NORMAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA QUE AGRIDE E ATÉ MATA PROFESSOR…..Um dia há décadas passadas, uma professora disse-me que a Lei (5692 ?), que regula a educação neste país desorganizado, estava centrada na tese de um cientista pedagogo inglês, na base do slogan: ” LIBERDADE PARA EDUCAR….EDUCAR PARA A LIBERDADE “, e assim se instalou este novo estilo de ensino, o qual baniu a disciplina aos estudantes nas escolas.  

LIBERDADE ?  PARA QUEM ? ONDE?   Baniu-se o castigo e a famosa palmada e……INSTALOU-SE A LIBERDADE, que com os tempos tornou-se LIBERALIDADE.

 

COMO COMEÇOU ?  Há décadas uma professora minha amiga, que lecionava a noite na periferia de Curitiba, contou-me que deixou de dar notas baixas aos seus alunos, a partir do fato que seu carro foi completamente riscado na pintura, mal fruto de um aluno daqueles tipo vagabundo e malandro…..A partir daí, ela nunca mais deu notas baixas aos alunos malandros e vagabundos….e se fez a paz na sua “caranga”, e consagrou-se o retardo e a burrice na cuca dos alunos  agressivos e rebeldes.  O ensino no país inicia sua falência nestes acontecimentos.    

A QUE PONTO CHEGOU ? Hoje temos notícias frequentes de alunos que batem professores que chegam até a morte em alguns casos.  Este é o resultado da tal de “LIBERDADE”  para ensinar no país….Vejam mais este fato desta profissão de professor, sofrida, mal paga e agora para ser saco de pancada de alunos rebeldes e cheios de “LIBERDADE”…(Ref. Jornal Livre)….. 

 

 

 

Enquanto sindicatos de professores defendem Lula, profissionais são agredidos e ensino sofre com décadas de descaso

 

3 horas atrás

 

Após a professora Marcia Friggi denunciar em seu Facebook a agressão que sofreu de um aluno que, segundo ela, seria um adolescente de 15 anos; sua publicação viralizou e gerou comoção em todos os brasileiros, insatisfeitos com a escalada de violência dos últimos anos no país, inclusive em sala de aula.

Episódios como esse se sucedem diariamente em todos os Estado brasileiros, com especial negligência do poder público e dos sindicatos de professores que, durante os 13 anos do período petista, quando nossa educação desabou em todos os rankings avaliativos da área, preocupou-se apenas em atacar governadores e adversários políticos do petismo e, mais recentemente, em sair às ruas em defesa de Lula.

Com arrecadação bilionária, os sindicatos de professores deveriam se preocupar em cumprir sua função: a de defender trabalhadores e trabalhadoras da área a qual supostamente representam. Ao contrário, optam pelo caminho da politicagem suja, em defesa de centrais sindicais e partidos políticos.

O falido modelo sócio-construtivista na educação pública, responsável por grande parte da decadência do ensino nacional, é protegido pelos sindicatos alinhados aos ideais marxistas de Paulo Freire e colabora para que a escalada do terror em sala de aula chegue a esses níveis, cada vez mais perigosos. A professora Márcia Friggi, infelizmente, é mais uma vítima desse sistema que, talvez, ela mesma insista em defender.

HOJE PARA QUEM QUISER LEVAR UMA VIDA DECENTE NO BRASIL…..SÓ TEM UMA SAÍDA….”AEROPORTO”….É A VOZ COMUM NAS RUAS…..

“EM TRÊS ANOS CRESCEU 82 %  A FUGA DE BRASILEIROS AO EXTERIOR…..”

 

 

BRASILEIRO SEM ESPERANÇA COM O BRASIL….Na Boca Maldita de Curitiba, palco dos acontecimentos da Capital, há voz corrente e convencimento de que o Brasil não tem mais solução e condição de oferecer possibilidade e vida digna e melhor futuro para seus povo…..

500 ANOS DE ESPERA.   Quase todos concordam que o país só vai melhorar daqui uns 500 anos…..Os problemas de segurança pública, o crime organizado, o desemprego crescente, a falência no setor da saúde pública e particular, o atraso na educação, a falência do transporte público, A FALÊNCIA DOS TRÊS PODERES,  EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO, a  corrupção em cascata etc. etc.  provocaram uma tristeza  em todos os brasileiros, que acham que a melhor solução e cair fora do país…..Em Portugal já estão lá 80 mil brasileiros….(Ref. Gazeta do Povo). 

 

 

 

País vive ‘fuga’ de brasileiros para o exterior. Quais as consequências disso?

 

Crise, recessão e violência fazem com que muitos brasileiros procurem começar do zero em outro país. Mas, e quem fica no país, faz o quê?

  • Fernanda Trisotto
  • [16/07/2017]
  • [20h39]\

 

Um número cada vez maior de brasileiros acredita que o aeroporto é a saída para os problemas do país. | Jonathan Campos

Um número cada vez maior de brasileiros acredita que o aeroporto é a saída para os problemas do país. Jonathan Campos

 

Crise política, recessão econômica e índices de violência alarmantes são o estopim para que muitos brasileiros deixem o país em busca de oportunidades no exterior. De acordo com a Receita Federal, entre 2014 e 2016 foram entregues 55.402 declarações de saída definitiva do país, um crescimento de 82% em relação ao triênio anterior. Na outra mão, o Brasil também é menos atraente para estrangeiros.

 

 

 

Embora essa “fuga de cérebros” não chegue a afetar de forma contundente a economia, o cenário mostra o tamanho do desalento em relação ao país.Há números que reforçam a constatação. Quem busca uma oportunidade fora do país não está satisfeito com as condições de empregabilidade por aqui. De fato, desde o início de 2015, a taxa de desemprego vem crescendo e, apesar de um recuo tímido nos últimos dois meses, ainda é muito alta.

De acordo com o IBGE, na última Pnad, há 13,8 milhões de brasileiros desempregados (dados dos meses de março, abril e maio). Esse número é quase o dobro do registrado no primeiro trimestre de 2015. A taxa de desocupação também recuou um pouco nesse período: foi para 13,3%, mas é o maior valor desde o segundo semestre de 2013.

De outro lado, o Atlas da Violência 2017, do Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrou que o Brasil continua tendo altos índices de mortes violentas.Foram 59.080 mortes no país em 2015, um número 2,3% menor do que em 2014, mas 22,7% acima do registrado em 2005. Isso torna o Brasil um dos países mais violentos do mundo, com taxa de homicídio de 28,9 por 100 mil habitantes.

Impacto na economia

Apesar do aumento da saída de brasileiros, Naercio Aquino Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, pondera que o número ainda não é relevante, do ponto de vista estatístico. “O Brasil é grande e tem a população muito grande. O número de pessoas saindo é pequeno e isso não afeta a economia, ainda. A não ser que os que saíssem fossem os mais inteligentes do país”, sustenta.

Para Luciano Nakabashi, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP de Ribeirão Preto, a saída de brasileiros é negativa, mas também não afeta diretamente a economia – a não ser em um cenário de ameaça para futuras lideranças e produtividade. “É mais uma vez que a gente se frustra enquanto país, que não dá oportunidade para as pessoas. Com a crise e os problemas de corrupção que a gente vive, fica claro que muito de conseguir sucesso no Brasil é porque você conhece alguém ou porque faz as coisas de maneira errada”, diz.

País falhou com os brasileiros…

O desencanto com o país vem numa crescente. Depois do impeachment de Dilma Rousseff (PT), presidente que descuidou das contas públicas e deu origem à recessão econômica atual, seu sucessor Michel Temer (PMDB) está tão enrolado em escândalos que tornou-se o primeiro presidente do Brasil investigado por corrupção durante o mandato. A Câmara dos Deputados analisa a admissibilidade de um processo contra Temer. Se afastado, ele seria substituído por Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e próximo da linha de sucessão, que também é alvo de inquéritos, suspeito de receber dinheiro para suas campanhas via caixa 2.

Essa “diáspora dos brasileiros” reflete que a situação no país piorou muito nos últimos anos. “O Brasil falhou. A produtividade está no mesmo nível há décadas, a violência é alta, a desigualdade é muito grande. A situação política está ruim e é uma decepção muito grande para os brasileiros”, analisa Menezes Filho. Para ele, como a situação no país é difícil – recessão grande, queda do PIB per capita, poucas perspectivas no mercado de trabalho, a crise política e escalada da violência –, quem pode pagar os custos de uma mudança e começar uma vida fora tende a ir embora.

 

 

 

 

… E atrai menos estrangeiros

“E menos pessoas vêm para cá, ao contrário do que aconteceu nos últimos anos, quando o Brasil bombava e a Europa ia mal”, avalia Menezes Filho. O número de autorizações de trabalho concedidas a estrangeiros vem caindo nos últimos anos. Dados do Ministério do Trabalho mostram que a redução vem ocorrendo desde 2014. No primeiro trimestre de 2014, foram 10.488 autorizações contra 6.415 no mesmo período deste ano. O número de carteiras de trabalho emitidas pelo Ministério do Trabalho também caiu na comparação dos primeiros trimestres de 2016 e 2017. No ano passado foram emitidos 8.066 documentos contra 7.989 neste ano. A maioria dos imigrantes são do Haiti e Venezuela, seguidos por outros países da América Latina, como Cuba, Argentina e Bolívia.

No fim das contas, o Brasil acaba recebendo imigrantes que fogem de países que estão em situação verdadeiramente caótica – como é o caso de Haiti e Venezuela. “As pessoas não vêm porque veem oportunidade no Brasil e decidem vir. Elas vêm para fugir de uma situação caótica”, pondera Nakabashi. Nesses casos, muitos dos imigrantes, por mais qualificados que sejam, acabam trabalhando em qualquer atividade porque o objetivo é ajudar no sustento da família que ficou no país de origem. Do mesmo modo que ocorre com muitos brasileiros que vão tentar a sorte no exterior até mesmo como imigrantes ilegais.

 

 

 

 

Hora de inverter a chave

Perder a população – em muitos casos qualificada, com alta escolaridade e espírito empreendedor – e não atrair estrangeiros é ruim. Mas tem uma solução – que é complexa. “Se você arruma o país para quem fica, acaba invertendo o fluxo. É como quando você vê os Estados Unidos, um país organizado, que funciona, dá certo e gera oportunidade e tem muita gente indo para lá”, avalia Nakabashi.

No Brasil, o buraco é mais embaixo. A crise de hoje é reflexo da estagnação e baixa produtividade de décadas. “Quais são os erros que estamos cometendo de forma sistemática para sair dessa inércia que estamos há quase três ou quatro décadas? Se pegar a questão das reformas, muito da culpa é do próprio brasileiro, que não quer fazer isso. Claro que pessoas serão afetadas, mas ninguém quer mudar. Para o país, a longo prazo, isso é péssimo”, argumenta o professor.

Para Menezes Filho, o Brasil precisa criar instituições sólidas, que deem condições a todos. Ele cita como exemplo o Supremo Tribunal Federal e o Judiciário, nas ações da Operação Lava Jato. “O caminho é mudar todo o país, a cultura, as instituições e acabar com a corrupção generalizada”, diz. A punição eficiente da corrupção pode ser o começo da guinada brasileira.

EDITORIAL DE ” O GLOBO “ANALISA ERROS DA ESQUERDA LIDERADA PELO PT DO LULA E CIA……

“PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER”….A teimosia empedernida dos comunistas latinos ditos “gramscianos” bolivarianos, a falta de auto crítica, a ausência total de reconhecimento de erros cometidos, notadamente na incompetência administrativa e na corrupção desenfreada,  a farsa, o excesso de confiança, o equívoco e a ausência de uma  análise sociológica  profunda somada  a arrogância de acharem que o brasileiro já era  um comunista,  mesmo que da forma de inocente útil,  entre tantos outros erros, levaram  este agrupamento de esquerda latina do foro de São Paulo, a cometerem erros tremendos na condução do poder da República combalida brasileira,  e por tudo isto pagam o caro preço hoje,  do desprezo da maioria das centenas de milhões de brasileiros que marcharam nas ruas do país, em protesto contra os burros e  equivocados “comunistas” bolcheviques primários….. Vejam esta análise correta de O Globo…..  

 

 

Esquerda perde o rumo e tenta reescrever a História

 

 

Bloco nada aprende, mas também nada esquece. Não admite ter trazido de volta a inflação, contra os pobres, e se mantém ao lado da ditadura de Maduro

 

 

 

POR O GLOBO

 

Sem rumo, partidos como o PT, o PSOL, o PCdoB, o PDT e outras organizações autodenominadas de esquerda, como a Central Única de Trabalhadores, têm dado exemplos diários de perda de capacidade de formular propostas realistas, construtivas, para o país.

Esvaiu-se a vivacidade com que somavam ideias ao debate nacional, mesmo quando inspirados em modelos fracassados no século passado, como se viu na extinta União Soviética. É lamentável, porque a vitalidade da democracia depende da participação construtiva de todos.

Antes fecundo, o PT se mostra desértico em proposições para o país. Subsiste em estado de negação da própria crise, de fundamentos éticos. Limita-se à tentativa de reescrever o passado, com evidentes falsificações da História.

O PSOL, o PCdoB, o PDT e parcela da Rede aderiram à autodesconstrução. Está visível na Câmara e no Senado a virtual conversão desses partidos em satélites petistas, alinhados nos dogmas e na destruição da identidade.

Esses agrupamentos denominam-se de esquerda. É compreensível no atual e gelatinoso universo parlamentar, mesmo quando desfilam com ideias apropriadas do liberalismo, como é o caso das políticas de renda mínima.

Grave, porém, é a perene negativa à História. Na tentativa diária de reescrevê-la, renegam o direito à verdade, conceito que invocaram no campo jurídico para construir uma narrativa do passado sob a ditadura.

Abjuraram o exercício da política com o maniqueísmo. Cooptaram os movimentos sociais. Omitem os erros nas políticas de saúde e educação — o sistema educacional está devastado, sobretudo nas universidades, por uma pedagogia que alinhou a didática e a formação à negação do debate, admitindo-se apenas as ideias originadas na autodenominada esquerda.

Desequilibraram as contas públicas e reacenderam o estopim da inflação punitiva dos mais pobres. Nos governos de Lula e Dilma premiaram empresas financiadoras de campanhas — as “campeãs nacionais” —, com subsídios do Tesouro em volume dez vezes maior que o destinado aos programas sociais. Essas relações incestuosas emularam a corrupção sistêmica. No Congresso, PT, PSOL, PCdoB, o PDT e parte da Rede uniram-se na interdição do debate, debitando a culpa pela quebra do país na conta do PMDB, antigo sócio no poder e que governa há apenas 14 meses.

Dissimulam, também, na sedução totalitária. Exaltam Getulio Vargas e abstraem a ditadura do Estado Novo. Apoiaram o autoritarismo de Hugo Chávez na Venezuela até com negócios extremamente prejudiciais ao Brasil, como no projeto da refinaria de Pernambuco.

E, agora, solidarizam-se com a ditadura de Nicolás Maduro abduzindo a centena de mortos neste ano e os incontáveis presos políticos. Sem aprender com os erros, tentam mudar a História.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/opiniao/esquerda-perde-rumo-tenta-reescrever-historia-21723405#ixzz4qKoZFxOX
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RECUO DO MAR NO PARANÁ…..FENÔMENO RARO AINDA MAL EXPLICADO….

RECUO DO MAR….FENÔMENO PREOCUPANTE MAL DIVULGADO E MAL EXPLICADO…..Ouvi comentários espaços aqui e acolá, sem uma explicação clara e lógica para estes fenômeno de recuo do mar no litoral paranaense…… Vejam esta explicação postada por Narley Resende……(Ref. Paraná Portal)

 

 

 

Fenômenos raros surgem no litoral e intrigam especialistas

 

 

Mancha causada por algas no litoral do Paraná. Foto: Lamic/CEM/UFPR
Mancha causada por algas no litoral do Paraná. Foto: Lamic/CEM/UFPR

Por Narley Resende

Um enorme recuo da maré, o aparecimento de mamíferos sub-antárticos e duas grandes manchas escuras, com cerca de 400 metros na água do mar, estão intrigando pescadores e moradores do litoral do Paraná e de Santa Catarina.

Esse conjunto de fenômenos raros coincidiu com um alerta de ressaca emitido no fim de semana pela Capitania dos Portos da Marinha em Paranaguá, para todo o Litoral Sul e Sudeste do país.

O Aviso de Mau Tempo, que foi emitido na sexta-feira (11) e ampliado no domingo (13) termina nesta quarta-feira (16). O fenômeno que era esperado, o mais comum e perigoso, a ressaca, não causou danos e nenhuma ocorrência grave foi registrada nos últimos quatro dias.

Mas uma séria de acontecimentos paralelos, porém, mobilizou especialistas e aguçou a curiosidade de moradores e frequentadores do litoral.

Considerados raríssimos no Brasil, acontecimentos como o registro de lobos-marinhos-do-peito-branco e de um golfinho-de-óculos; de manchas quilométricas formadas por algas; e do recuo de maré baixa por uma extensão quatro vezes maior que o normal, causaram surpresa entre especialistas.

Todos os fenômenos têm explicação científica e aparentemente não oferecem riscos.

Maré muito baixa e muito alta

Em conjunto com a ressaca, o recuo da água do mar em extensão maior que o normal é explicado pela soma de dois fatores, segundo o professor de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Eduardo Gobbi.

A ação de um campo de pressão atmosférica aliado ao vento na região levaram ao maior recuo já visto pelo especialista em 25 anos morando no Paraná. “Nunca tinha visto com tanta intensidade. O que aconteceu não é comum”, aponta.

Recuo do mar em Pontal do Paraná

Recuo do mar em Pontal do Paraná. Foto: Blog Luciane Chiarelli

O especialista explica que a soma da maré astronômica, com influência da Lua, com os efeitos meteorológicos (maré meteorológica), causaram o recuo do mar.

“O padrão de circulação atmosférica nessa região do hemisfério Sul, do Atlântico Sul, você tem em geral diversos ciclones entrando sistematicamente, permanentemente, centros de baixa pressão, gerando esses ventos famosos nessa região. O que aconteceu foi uma coincidência de um centro de alta pressão ter descido um pouco mais, atipicamente, e por causa disso ele empurrou um centro de baixa pressão mais pra cima. A combinação desses dois é que foi o problema”, explica.

Eduardo Gobbi relaciona o recuo do mar também com a ressaca detectada pela Marinha. “O centro de baixa pressão gira no sentido anti-horário e o centro de alta pressão gira no sentido horário. Os modelos detectaram que de sexta-feira pra cá teríamos ventos muito fortes em direção à costa e essa pista levou à previsão da ressaca e ao alerta da Marinha. Só que por causa dessa combinação também entrou um vento muito forte de Norte/Nordeste, por dentro do país”.

“É muito provável que esse vento fortíssimo, atuando de forma muito persistente, é quase certo que isso tenha feito com que houvesse um recuo das águas mar adentro. Chamamos de maré meteorológica. Existe a maré astronômica e os efeitos meteorológicos são muito comuns, mas não com tanta intensidade, principalmente para baixo”, observa.

GUERRA CIVIL NA VENEZUELA CONSOLIDA-SE NA TEIMOSIA INTRANSIGENTE DO DITADOR MADURO…O POVO ABANDONA O PAÍS….

MADURO NA PONTA DA BAIONETA SE IMPÕE PELA REPRESSÃO E QUER DITADURA……MADURO, jogou uma cartada arriscada e aposta que ganha, mesmo que a Venezuela continue mergulhada no desastre de  uma guerra civil que já está nas ruas…..O fracasso de seu modelo e estilo autoritário truculento afundou a Venezuela no caos econômico e social….(Ref. O Globo)…

 

 

 

 

Venezuela: ao menos 15 pessoas são mortas na eleição da Constituinte

Mortes marcam ápice da repressão em dia de votação com baixo comparecimento

POR JANAÍNA FIGUEIREDO, CORRESPONDENTE

Duas motos da polícia queimam e um policial foge depois que um dispositivo explodiu quando eles passavam por um protesto contra a eleição da Assembleia Constituinte em Caracas – AFP/JUAN BARRETO

 

BUENOS AIRES – Longe da festa democrática prometida pelo governo do presidente Nicolás Maduro, a eleição para formar sua polêmica Assembleia Constituinte realizada neste domingo foi totalmente ofuscada pela violência feroz dos corpos de segurança do Estado que, segundo informações divulgadas pela oposição, provocou a morte de pelo menos 15 pessoas (até sábado passado a crise já tinha matado 118 venezuelanos), segundo opositores.

O Ministério Público, no entanto, confirmou a morte de 10 pessoas, que serão investigadas. A repressão alcançou seu auge, e as imagens de manifestantes sendo atacados e detidos de forma arbitrária circularam durante todo o dia, enquanto os centros de votação montados pelo governo chavista registraram uma participação muito inferior à esperada.

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Ainda não foram divulgados dados oficiais, mas dirigentes da oposição e analistas locais calcularam que, nas estimativas mais otimistas para o governo, cerca de 2,2 milhões de venezuelanos (do total de 19,5 milhões de eleitores) votaram na Constituinte de Maduro — embora Diosdado Cabello, número 2 do chavismo e candidato da Constituinte comemorasse recorde de participação popular. Espera-se que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) divulgue resultado bem acima desse número, que a oposição já antecipou que não reconhecerá.

O processo eleitoral venezuelano também foi rechaçado pelos governos de Argentina, Peru, Canadá, Colômbia, Panamá e Estados Unidos. O Itamaraty, por sua vez, lamentou em nota que a Venezuela tenha ignorado os pedidos da comunidade internacional para desistir do pleito e instou as autoridades a suspenderem o que considera um novo passo de agravamento à crise política. Não informou, no entanto, se reconhecerá ou não o resultado da votação.

Os venezuelanos viveram um dia de verdadeiro terror. Muitos tentaram se manifestar contra a Constituinte em Caracas e no resto do país, mas a ação da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), além dos chamados coletivos (grupos armados do chavismo), foi mais forte do que nunca. Em Mérida, agentes da GNB entraram em prédios e prenderam, sem ordem judicial, jovens que continuavam desaparecidos na noite de ontem. Versões de um suposto fuzilamento circularam nas redes sociais, contrastando com a surpreendente tranquilidade de dirigentes chavistas, que negaram qualquer tipo de violência durante a jornada eleitoral.

— Não somos a Síria, nem a guerra das Farc contra o Estado colombiano. Aqui temos um ataque desproporcional das forças de segurança contra civis — denunciou Julio Borges, presidente da Assembleia Nacional (AN), fazendo um apelo à Força Armada Nacional Bolivariana (FANB): — Os militares devem defender a cidadania. Estas mortes não serão em vão, serão sementes de liberdade.

Enquanto a oposição fala em pelo menos 14 mortos — ONGs como a Foro Penal confirma o falecimento de oito pessoas e o Ministério Público (MP) de sete —, Jorge Rodríguez, prefeito do município Libertador, um dos principais de Caracas, assegura que os venezuelanos deram “uma lição de paz”. Rodríguez negou que tenham ocorrido mortes relacionadas ao processo eleitoral.

— Não existe país no mundo que mostre um exemplo de democracia como este. Estamos orgulhosos, votaram milhões — declarou o prefeito, que aproveitou para questionar os países que criticaram a Constituinte, entre eles o Brasil, e fez duros questionamentos à Procuradora-geral da República, Luisa Ortega Díaz, ainda no comando (pelo menos aparente) do MP. O governo designou uma vice-procuradora, que vem passando por cima de Ortega Díaz e provavelmente será sua substituta quando a nova Assembleia Constituinte destituir uma das críticas que mais incomoda o governo Maduro.

 

 

 

 

— A repressão de hoje foi horrorosa. O que estamos vendo em nosso país é uma loucura: detenções absolutamente arbitrárias, jovens abusados sexualmente, torturas cada vez mais sinistras. O MP perdeu o controle da situação — admitiu Alfredo Romero, diretor da Foro Penal, defendendo que existem “elementos de sobra” para iniciar uma investigação sobre crimes de lesa-Humanidade no Tribunal Penal Internacional (TPI).

Para líderes da oposição, a eleição “mostrou que Maduro está derrotado”:

— Hoje vimos mais funcionários reprimindo do que eleitores votando — assegurou o governador do estado de Miranda, Henrique Capriles.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/mundo/venezuela-ao-menos-15-pessoas-sao-mortas-na-eleicao-da-constituinte-21648015#ixzz4oT3jc9Wa
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MADURO DITADOR DA VENEZUELA CONSOLIDA SEU GOLPE DE ESQUERDA NA PONTA DA BAIONETA….

REGIME “COMUNO-SOCIALISTA-BOLIVARIANO” DE MADURO MOSTRA SEU ESTILO VIOLENTO E IMPÕE GOLPE NA  BASE DA PONTA DA BAIONETA……Quem pensa que os regimes comunista permitem liberdade de opinião, estão completamente equivocados….Todos os regimes comunistas que imperaram no mundo, sempre se impuseram pela revolução das armas, com partido único e enquadramento do povo ao regime na base de UM ESTADO POLICIAL, sem permissão de outras liberdades políticas, já que trata-se de regime de ÚNICO PARTIDO.   Este é o caminho imposto por um GOLPE DE ESTADO  na Venezuela, com mais de CEM MORTES nas ruas de Caracas……Vejam como se impõe um regime comunista na base da PONTA DA BAIONETA…..Vejam o que publicou o jornal “EL PAÍS” em espanhol……

 

 

 

FUTURO DA VENEZUELA É INCERTO…..Ao analisarmos os últimos fatos de guerrilhas nas ruas de Caracas, pode-se afirmar que a Venezuela já vive uma guerra civil que tende a piorar cada vez mais.  O novo Congresso do país eleito no atropelo da  constituição, perde sua legitimidade no baixo índice de votantes, cujo Congresso vai conflitar com o Congresso existente, que deverá continuar funcionando mesmo que fora da Casa oficial, onde veremos novos conflitos com mais mortes….é a guerra civil do MADURO, já combalido pela falência econômica do país mergulhado na maior crise de sua história…….

Las votaciones de la Asamblea Nacional Constituyente impulsada por Nicolás Maduro sumieron este domingo a Venezuela en una espiral de violencia sin precedentes durante un proceso electoral, con al menos una docena de muertos desde la noche del sábado, y abocan al país a una fractura insalvable de la sociedad y las instituciones.

El Gobierno siguió adelante con su plan de escribir una nueva Constitución y celebró unos comicios rechazados en bloque por la oposición, que no presentó candidatos y promete ahora redoblar su pulso al régimen, y buena parte de la comunidad internacional. El primer efecto de la decisión de Maduro de seguir adelante con su proyecto es que Venezuela tendrá a partir del lunes un Parlamento exclusivamente oficialista ignorado por todos los partidos de la Mesa de Unidad Democrática (MUD) y sectores críticos del chavismo.

La abstención fue, incluso según las cifras del Ejecutivo, muy elevada. El Consejo Nacional Electoral (CNE) cifró la participación en un 41,43% del censo, es decir, casi 8,1 millones de votos, mientras que la oposición rebajó ese dato hasta el 12%. Las fuerzas opositoras celebraron hace dos semanas un plebiscito no oficial en el que consultaron a los votantes sobre las elecciones de este domingo. Según sus cálculos, ese día acudieron a las urnas casi 7,2 millones de venezolanos.

El Gobierno intentó transmitir que la votación transcurrió en paz, pero el saldo de muertes lo desmiente. Nunca en la víspera o el desarrollo de un proceso electoral habían ocurrido tantos fallecimientos. Caracas no fue el único escenario de los violentos enfrentamientos entre los manifestantes, las fuerzas de seguridad y los colectivos armados afines al chavismo. Hubo cinco muertos en la provincia andina de Mérida, uno en el Estado de Lara (centro-occidente del país) y otro en Sucre, en la costa nororiental de Venezuela.

La Fiscalía confirmó, además, el asesinato a tiros de José Félix Pineda, un candidato a la Constituyente en Ciudad Bolívar, la capital del suroriental Estado de Bolívar. En la capital, el estado de máxima tensión quedó reflejado en Altamira, convertida en símbolo de las protestas opositoras, donde la explosión de un artefacto contra una columna de agentes motorizados de la Guardia Nacional Bolivariana (GNB) dejó varios heridos.

Oficialmente, el ministerio público pudo corroborar cinco muertes en las primeras horas de la mañana. Además de la de Pineda, encargó a un fiscal la investigación de los homicidios de Ricardo Campos, subsecretario de la formación socialdemócrata Acción Democrática en Cumaná (Estado de Sucre, nororiente de Venezuela), y de Marcel Pereira, en el poblado de Chiguara, en Mérida

Nueva etapa

Hoy Venezuela comienza una nueva etapa. La oposición llamó a la unidad contra el régimen, mientras el Gobierno continuará una huida hacia adelante llena de incógnitas. La nueva Asamblea Nacional Constituyente desmantela la Cámara elegida en 2015, compuesta por una mayoría de representantes críticos con el chavismo, e incluso, según los defensores del legado del expresidente Hugo Chávez, supone una traición y una ruptura sin vuelta atrás con los últimos 18 años.

Lo que dejó claro la elección, en cualquier caso, es que Venezuela es desde este domingo un país más dividido. En el este y el sureste de Caracas los comicios prácticamente no se celebraron. La huelga general de 48 horas convocada la semana pasada por la MUD, materializada en cortes de vías, que se vivió desde el miércoles, impidió que en esos sectores de la capital venezolana, donde se concentra la mayoría de la oposición al régimen de Nicolás Maduro, el Consejo Nacional Electoral abriera los centros de votación. El diputado Juan Andrés Mejías, del partido Voluntad Popular, informó de que abrió menos del 10% de los centros en los municipios opositores de Baruta, Chacao y El Hatillo.

Pero al superar esos límites otro país salía a votar. A primera hora de la mañana, en el colegio electoral Andrés Bello, de la avenida México, en el centro de Caracas, había muy poca gente formada en filas. En el único colegio abierto en la avenida Lecuna de Caracas, también en el corazón de la capital venezolana, había unas cuantas personas más, las suficientes, en cualquier caso, para que la televisión oficial, con planos cerrados, proclamara que, desde primera hora de la mañana, la asistencia era masiva. Aun así, la concurrencia no era la de comicios presidenciales, en los que suele votar mucha más gente.

El chavismo perdió en Coche y El Valle, dos parroquias del suroeste de Caracas que, hasta el varapalo de las elecciones al Parlamento, en diciembre de 2015, eran sus bastiones principales en la capital. Pero a media mañana, en la larga avenida intercomunal que las une, había cinco colegios electorales con varias personas esperando que les autorizaran la entrada. Era un domingo distinto al que discurría en los sectores opositores, silencioso y con restos de barricadas en las esquinas.

El oficialismo

La oposición se abstuvo de participar porque no avaló la convocatoria del presidente Maduro ni las condiciones establecidas por el Consejo Nacional Electoral, que reservó a la clientela del oficialismo un tercio de las diputaciones y sobrerrepresentó aquellas provincias donde el régimen conserva buena parte de sus apoyos.

Como colofón a sus esfuerzos de impedir los comicios, la dirigencia de la MUD convocó a una manifestación en la autopista Francisco Fajardo. Pero la Guardia Nacional Electoral impidió que los manifestantes se concentraran en los cinco puntos dispuestos para la protesta. Fue una represión brutal que incluyó, según denuncias del dirigente nacional de Primero Justicia, José Manuel Olivares, el robo de teléfonos celulares y el lanzamiento de gases lacrimógenos y golpes.

Venezuela, en definitiva, afronta ahora un momento decisivo marcado por la violencia en el que toda posibilidad de diálogo, auspiciada especialmente en las últimas semanas por el expresidente español José Luis Rodríguez Zapatero —y que culminó con la salida de la cárcel de Leopoldo López en un intento del Gobierno de buscar un balón de oxígeno ante la presión—, parece haberse desvanecido. Las decisiones que tomen el régimen de Maduro y los dirigentes de la MUD en las próximas horas serán determinantes para definir el futuro del país.

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A SUCESSÃO DE ESCÂNDALOS NO GOVERNO FEDERAL NÃO PARA…..É DE ESTARRECER……

“A FEDENTINA É CONTÍNUA E PERMANENTE…”

ROUBALHEIRA EM CASCATA JORRA NA MÍDIA A TODA A SEMANA…..O desespero, a revolta  dos brasileiros que querem um país decente tem suas razões,  na medida em que os CRIMES CONTINUADOS dos ladrões da República não param…..Roubaram tanto, tanto, a ponto de deixar os brasileiros atônitos com tantas notícias de roubos  e falcatruas nos cofres do Governo Federal…….,grana do povo,  idiotas forçados, já que não têm como reagir contra os TRÊS PODERES DESMORALIZADOS E DESACREDITADOS…..EXECUTIVO, LEGISLATIVO E PODER JUDICIÁRIO…..Triste Brasil….Vejam mais esta (Ref.News Atual – Isto É)…….

 

 

 

 

Desde o último dia 5 de janeiro, ela mora nos Estados Unidos em local desconhecido e teve a identidade trocada. Está sob proteção do governo norte-americano, que analisa seu pedido de asilo político.

A história é contada pela advogada Maristela Basso, professora de direito internacional da USP, que defende Maria Christina.

Segundo a defensora, a mudança aconteceu porque Maria Christina contou a autoridades do país que sofre ameaças no Brasil por ter em mãos um dossiê que atinge o ex-marido e outros políticos de peso, como ex-presidente Lula e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.

ELA TERIA OFERECIDO A PAPELADA PARA PROCURADORES BRASILEIROS, MAS, COMO NÃO HOUVE GARANTIA DE PROTEÇÃO, DECIDIU PROCURAR AJUDA NO EXTERIOR.

Maria Christina, segundo a advogada, vai entregar ao Departamento de Justiça dos EUA documentos que descrevem operações financeiras em contas e offshores (empresas sediadas em paraíso fiscal) do ex-marido e de seus aliados políticos.

Os papéis revelariam também a existência de dois cofres alugados em bancos no Uruguai e em Portugal, onde políticos brasileiros guardariam diamantes de operações feitas na África.

Conteúdo uol e jornal do páis