Archive for 29 de Março, 2010

REVISTA VEJA QUENTE – DEM

A  revista Veja de 17 de março de 2010, publica matéria onde o ex-governador Arruda do DEM de Brasília, teria entregue um documento à sua mulher, pedindo que;  ” GUARDASSE BEM O DOCUMENTO,  QUE TEM REVELAÇÕES QUE PODEM   ACABAR  COM  O  DEM  NACIONAL “. Será que o Arruda vai girar sua metralhadora contra o DEM Nacional ?  Agora, essa de  acabar com o DEM só se for de novo,  pois isto    o Arruda já fez.  Se  ele detonar de novo o DEM, seguramente este partido vai ter que mudar de nome outra vez.Fonte/Imagem: http://4.bp.blogspot.com/_G0m2w5TpZkQ/SxatoP3PkII/AAAAAAAAAC0/lzHeRzNiI2o/s400/charge_-_mensal_o_de_brasilia_-_amancio.jpg

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REVISTA VEJA QUENTE – PT

Recebi em casa a revista veja de 17 de março de 2010. Na capa a foto do tesoureiro do PT  o Sr. Vaccari, (atual tesoureiro do PT), e no lugar do no. 13 do PT, o número 12 % que se refere ao valor da comissão que o Vaccari cobrava nas  “operações” da cooperativa habitacional BANCOOP de São Paulo, segundo a Veja.   Como funcionava a “operação” ?  Muito  simples. Vejam  um exemplo.   Na página 64 se vê uma foto (perfil escuro) de um empreiteiro de “nome” João, o qual fez a seguinte declaração: “ENTRE  2001  E 2004, EU  DEI  R$ 15 MIL REAIS EM  NOTAS FRIAS  À  BANCOOP.  DIZIAM COM TODAS AS LETRAS QUE  O  DINHEIRO  ERA  PARA  AS  CAMPANHAS  DO  LULA  E  DA  MARTA ” . Conclusão, (SE FOR VERDADE A AFIRMAÇÃO) ,entrava nota fria de material e saia dinheiro vivo para a campanha do PT em São Paulo.  Será que foi por  esta  esperteza  que o Vaccari foi promovido a tesoureiro do PT ?  Julguem vocês.Fonte/Imagem: http://abobado.files.wordpress.com/2008/09/bancoop-charge-thumb.jpg

FALÊNCIA DO SUS

O SUS – Sistema Único de Saúde, está em processo de falência total. Ninguém aguenta mais o tal de  SUS.  Em CIANORTE, no norte do Paraná não existe exame de complexidade do SUS .  Os pacientes têm que viajar para Londrina ou Maringá.  Não adianta mais fingir que estamos resolvendo os problemas do povão. Só uma REFORMA  TRIBUTÁRIA  RADICAL,  poderá tirar a saúde da UTI e do caos paralisante que se avizinha. Vamos inverter a distribuição dos pedaços do bolo tributário do País. 40 % QUARENTA POR CENTO  DOS RECURSOS DA NAÇÃO DEVEM FICAR NOS MUNICÍPIOS.  Hoje os municípios ficam com somente 13 % TREZE POR CENTO.Fonte/Imagem: http://4.bp.blogspot.com/_hluuc4s4Yk4/Sm0noZrT4bI/AAAAAAAAAgQ/s6fC9ucZY3c/s320/charge-sus-suastica.jpg

É EQUÍVOCO QUERER FIXAR O HOMEM NO CAMPO

Para o especialista em favelas, o sul africano COBBETT, é um erro querer (por querer) fixar o homem no campo. Ele afirma que; “o pobre não é burro”, pois sabe que se vive melhor nas cidades. Até hoje, todos os programas de governos feitos no país tendem a forçar a fixação do homem no campo,  (que nunca deu certo), pretendendo com isso  diminuir a pressão social sobre os grandes centros urbanos, hoje em fase de total descontrole, na segurança, no saneamento  e na saúde principlamente.  O êxodo rural é um fenômeno inexorável, sem volta, e vai se agravar ainda mais,  na medida em que se tecnifiquem mais a mecanização da agricultura e a pecuária. Hoje temos colhedeiras automotrizes operadas via satélite, sem nenhuma mão de obra, a não ser a do técnico em computação que conntrola cinco ou seis colhedeiras ao mesmo tempo. Nos Estados Unidos, vivem no campo não mais do que 5 % da população,  dada esta alta técnica informatizada. Nós  aqui ainda temos um residual de uns 15 % a 18 % da população no campo.  Entretanto logo chegaremos neste índice dos  americanos de uns 5%.   A fixação do homem no campo não se dá por desejos românticos de programas “meia-boca”, de marketeiros de campanhas políticas.  Temos que enfrentar esta realidade  e aceitar que o êxodo rural é um fenômeno sem volta, e preparar os centros urbanos para receber estes contingentes de “reserva de mão de obra”,  preparando as cidades, organizando socialmente esta população, para se evitar os erros cometidos até hoje de fingir que os pobres acantonados em guetos não existem. Esta ignorância dos “urbanistas” nos está custando muito caro. Hoje  temos  “estados ” de fato, mais poderosos que  o “estado de direito’.  Nas favelas do Rio de Janeiro, só se entra com permissão dos “governadores  de fato” . Tem razão o especialista em favelas, o sul africano, Mr. COBBETT.  Vejam a nota abaixo. Até hoje nunca “fixaram”   o homem no campo.Fonte/Imagem: http://sylvinhaemportugal.blogs.sapo.pt/arquivo/retirantes.jpg

“OS POBRES NÃO SÃO ESTÚPIDOS”

O sul africano William Cobbett, diretor-geral da Aliança de Cidades, foi quem fez esta afirmação do título desta nota. Cobbett ,  participou do 5o. Fórum Urbano Mundial ocorrido no Rio de Janeiro.  É  especialista  em favelas e conheceu as favelas de todo o mundo  (foi ministro da Habitação de  Mandela), e por isso  conhece  os gravíssimos  problemas sociais dos grandes centros urbanos, decorrentes dos fluxos migratórios do interior  tal qual ocorre por aqui, com  o chamado êxodo rural.   Ele defende a tese de que os Governos devem preparar centros urbanos para receber as novas populaçõe, pois as estatísticas provam que  “o pobre não é estúpido “,  e sabe que as pessoas vivem melhor nas cidades. Em Curitiba, quando  fui secretário das Administrações  Regionais da Prefeitura, sentimos este fenômeno de perto, quando coordenamos a urbanização de 62 vilas e favelas carentes, no ano de 1986 na gestão do então prefeito Roberto Requião. Uma visita na casa de um parente em Curitiba, já bastava para convencer mais um agricultor sofrido  a se mudar para  cá.

A MUDANÇA DE DIREÇÃO.  Quando chegamos ao poder em 1983 na Prefeitura de Curitiba, assistiamos que  o tratamento aos favelados,  era a repressão  absoluta contra eles, com desocupação da área via judicial e com força policial.  Fazia parte desta repressão também atos  anti-humanos,  de boicotes, a ponto dos anteriores  gestores da Prefeitura  se recusarem a mandar instalar  uma torneira coletiva de água potável da SANEPAR  na favela da Vila Pinto (atual Vila das Torres),  reinvindicada por abaixo assinados nunca atendido. Conclusão.  Os moradores faziam poços de água ao lado de fossas de esgoto sanitário e se contaminavam rotineiramente,  pelo ato absurdo dos gestores da Prefeitura  no estilo tiro no pé, pois seus moradores,  principalmente as crianças viviam nos postos de saúde contaminados como doentes vitalícios. Hoje houve um avanço considerável no trato de áreas de ocupação irregular, pois a política atual é a de consolidar e melhorar as condições das  favelas.   COBBETT vai mais longe e propõe que as cidades se preparem  ANTES  que os fluxos migratórios  se movimentem para  as grandes cidades, obviamente com designação de áreas  no mínimo com  lotes  urbanizados para recber os ex- agricultores empurrados para os centros urbanos pela alta tecnificação de nossa agricultura. Fecho com o Mr. COBBETT, pois  o erro dos urbanistas e planejadores de nossas cidades, nos está custando muito mais caro do que se tivessem aplicado as idéias COBBETT. (Fonte: Folha São paulo 29-3-10).Fonte/Imagem: http://bloglog.globo.com/FCKeditor/UserFiles/Image/15_MHG_rio_favelas.jpg