Archive for 18 de Abril, 2010

GLEISI É VICE DO OSMAR DIAS ?

Correu este papo hoje  no domingo de sol na Boca Maldita de Curitiba.  O senador Osmar Dias (PDT), estaria aceitando a seguinte composição de coligações de partidos, em sua candidatura ao governo do Paraná:  OSMAR DIAS ao governo;  GLEISI HOFMANN  (PT) na  vice;  REQUIÃO  (PMDB)  e  RICARDO  BARROS  (PP)  ao senado.  O  governador PESSUTI ?   Pessuti não sairia candidato ao governo e coordenaria  todos os programas federais nos municípios do  Paraná, potencializando  este “chapão” na eleição,  cuja decisão é do  Lula,  para armar um bom palanque para a Dilma no Paraná  cujo  eleitorado (na maioria), é avesso a sua candidatura.

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MINISTRO MANTEGA E O CADASTRO POSITIVO

Sr. Mantega.  Ainda sobre a sua reclamação de que os  JUROS  BANCÁRIOS ESTÃO ALTOS, é facil Sr. Ministro.  É só o senhor e o Sr. Meirelles obrigarem o Banco Central (que é dominado pelos banqueiros), a IMPLANTAR  O CADASTRO POSITIVO, O CADASTRO DE BONS  CLIENTES, E BAIXAR DRÁSTICAMENTE  OS  JUROS  PARA  ESSA  CLIENTELA , NO MESMO NÍVEL DOS PAÍSES DO PRIMEIRO MUNDO, OK ?    Sr. Ministro Mantega.  No momento, com este comprometimento da política monetarista do governo Lula do PT com os banqueiros  internacionais, DUVIDO  MUITO QUE  ESTE  CADASTRO  POSITIVO venha a ser  implantado.  Se implantarem, os juros cairão bastante  e isto os banqueiros não querem, não é   Ministro ?  Seja como for Sr. Mantega,  aí está a solução para a sua reclamação do   “seu grave problema  de juros altos”. Lembrete sobre juros:  governo e banqueiros prometeram baixar os juros,  assim que aprovado  o fim do crédito privilegiado trabalhista,  na  lei de falências, alegando que os juros eram altos porque os trabalhadores recebiam primeiro, e não sobrava nada para os bancos, o que, para eles, gerava insegurança para o  sistema financeiro. Ora, a lei de falências limitou os créditos dos trabalhadores, nas falências, para favorecer bancos e governo,  e os juros continuam altos, não é mesmo? É tudo pretexto para engordar os mesmos de sempre.