Archive for 9 de Junho, 2010

NO SENADO SARNEY CONTINUA NO “LIBEROU GERAL”

Não tem jeito.  “Pau que nasce torto, não tem jeito morre torto”, diz o ditado popular do Nordeste do “Zé Sarney”, hoje super-blindado   e preservado de cassação pelo Lula,  em “troca”  de seu apoio e da família Sarney, para a candidata  Dilma do PT.  Com o aval do Lula e dos “petistas” do Congresso Nacional, esse  “dinossauro”  do   Sarney (hoje desmoralizado na opinião pública), sentiu-se fortalecido, aumentou sua musculatura política,  a ponto de continuar com o espetáculo dos horrores no Senado Federal  com a grana do povão.   A mais reecente lambança   que o seu  “Diretor da Lambança Geral”, está fazendo, foi a  CONTRATAÇÃO DE MIL  TRABALHADORES    DE EMPRESAS  PARTICULARES,   QUE  TRABALHAM NO SENADO FEDERAL , COMO “NOVOS FUNCIONÁRIOS DO SENADO”, O QUE VAI GERAR UM AUMENTO DE DESPESAS  DE  R$ 1 MILHÃO POR MÊS, PARA OS  BOBOS DOS CONTRIBUINTES BRASILEIROS.  Perguntado,  ao  mais antigo “raposão da política do país”,  (eu  ouvi), disse:   “Hã ?   Não sei de   nada.  Vou  verificar estre assunto “.  Gente, é demais. Estamos de verdade no “estado de ANOMIA”,  sem valores, sem referência, sem nada.  Estamos nús de  exercício de cidadania e do poder do Estado.  É  muita omissão ou descaso,  ou certeza de impunidade pela   blindagem de aço  que o  Lula,    deu de presente ou  “negociou” com o   Zé Sarney.

DA ILEGALIDADE DA “NOMEAÇÃO”.  Ora, ora, Sarney. A  Constituição Federal de 1988, simplesmente VEDA A CONTRATAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS  SEM  O  DEVIDO CONCURSO  PÚBLICO.   Ou será que você PRIVATIZOU DE VERDADE O SENADO FEDERAL ?  Você sabe muito bem disto.  

Anúncios

BOMBA ! BOMBA !

O “Bibinho”, operador dos “rolos” da Assembléia do Paraná,    estará logo  em liberdade. O ministro do STF, Dr. DIAS TOFOLI, (que foi advogado nas campanhas políticas do Lula, e foi indicado pelo Lula, com protestos da mídia etc., e ainda,   com processo de condenação em primeira istância), FOI QUEM DEFERIU  O  PEDIDO  DE  LIBERDADE  DO  “BIBINHO“.    As jusificativas ?  Só lendo a decisão na íntegra !   Absurdo do absurdo. Iso aconteceu no mesmo dia do protoesto popular  na Boca Maldita,  justamente contra tais  atos  do operador “Bibinho” .  PODE ?  PODE SIM, FOI DEFERIDO !  (Fonte: www.fabiocampana.com.br).  ? ? ? ? ?  

QUEM FOI RAIMUNDO FAORO ?

Raymundo Faoro nasceu em Vacaria (RS), em 27 de abril de 1925. Filho de agricultores, depois de 1930 sua família mudou-se para a cidade de Caçador (SC), onde fez o curso secundário, no Colégio Aurora.
Formou-se em Direito, em 1948, pela UFRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Transferiu-se, em 1951, para o Rio de Janeiro, onde advogou e fez concurso para a Procuradoria do Estado.
Foi presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de 1977 a 1979, tendo lutado pelo fim dos Atos Institucionais do regime militar (1964-1985) e ajudado a consolidar o processo de abertura democrática nos anos 70.

 

Américo Vermelho/ F
Raymundo Faoro, que morreu aos 78 anos no Rio

À frente da entidade, Faoro transformou a OAB em um “foco de resistência pacífica” ao regime, denunciando casos de tortura e pedindo a retomada do Estado democrático.
No governo João Figueiredo (1979-1985), o último presidente do regime militar, o jurista defendeu ampla anistia. Após a anistia e o retorno dos exilados políticos, a casa de Faoro no bairro das Laranjeiras (zona sul do Rio) transformou-se em local de reuniões políticas. Eram frequentes as presenças de Tancredo Neves (1910-1985) e Luís Inácio Lula da Silva.
Foi eleito em 23 de novembro de 2000 para a cadeira nº 6 da ABL (Academia Brasileira de Letras), na sucessão de Barbosa Lima Sobrinho, tendo assumido o posto em 17 de setembro de 2002, das mãos do acadêmico e jurista Evandro Lins e Silva (1912-2002).
Em 1989, após quase uma década de amizade e debates políticos, Lula propôs que Faoro fosse vice em sua chapa presidencial, mas o convite foi recusado.
Obras

Ele é autor de “Os Donos do Poder” (1958), obra clássica da sociologia que trata da formação do patronato político brasileiro, retratando uma sociedade na qual o poder público é exercido e usado como se fosse privado. Em um levantamento feito pela Folha, em 1999, a obra é apontada como uma das dez mais importantes do pensamento brasileiro.
Também escreveu “Machado de Assis – A Pirâmide e o Trapézio” (1975), onde procura interpretar a obra de Machado de Assis a partir da análise do cotidiano da sociedade do final do século 19, e “A Assembléia Constituinte – A Legitimidade Recuperada” (1980) e “Existe um Pensamento Político Brasileiro?” (1994).
Recebeu os prêmios José Veríssimo, da ABL (1959) e Moinho Santista – Ciências Sociais (1978), sendo o terceiro premiado, depois de Fernando de Azevedo e Gilberto Freyre, além da Medalha Teixeira de Freitas, do Instituto dos Advogados do Brasil.  (Transcrito na íntegra da FOLHA ON LINE)

CUMPRIMENTOS AO DR. JOSÉ LUCIO GLOMB

Estou advogando há mais de vinte anos, e ao longo destes vinte anos, sempre fui um “reclamão” contra os últimos presidentes de nossa OAB/PR,   (exceto o colega Dr. Mansur T. Mansur), os quais ao tomar posse na OAB, acabavam se acomodando no cargo e pouco ou nada se importavam com os graves acontecimentos  de nossa sociedade, e ou  mesmo com os direitos mais simples dos advogados militantes, sofredores nos corredores dos cartórios abarrotados.  Tenho como boa lembrança o Dr. Raimundo Faoro,  presidente da OAB  Nacional,  que ombreou-se a nós, na luta pelo estado de direito,  na luta contra a Ditadura Militar de 1964.   Acompanhando os passos do atual presidente da OAB/PR, o colega Dr. JOSÉ  LUCIO  GLOMB,  confesso que voltei a ter orgulho de nossa OAB/PR, pelas atitudes  sérias do Glomb , na defesa de nossas instituições, notadamente, na sua firme e decisiva liderança da campanha, O PARANÁ QUE QUEREMOS, submetendo-se a críticas dos poderosos, e caminhando firme na liderança deste movimento que lembra-me as atitudes corajosas do Dr. Faoro, que enfrentou  olho no olho,  os generais da  “Ditadura de 64”.  Caro colega Glomb, você está orgulhando nossa classe.  Vá em frente, pois você tem muito mais trabalho na liderança de outros embates pela luta da decência nas instituições públicas, que estão há muito tempo em processo vergonhoso de privatização, a favorecer os sangue-sugas do dinheiro do  nosso povo, inerte, sem poder de reação, a não ser nestes momentos, quando convocados para uma causa justa. Parabéns Glomb.  Atendi o seu chamado Glomb,  e fui assistir este belo ato democrático de hoje na Boca Maldita. Vou cumprimená-lo pessoalmente.  Não perdi meu voto, solicitado pela Dra. Lucia Dias.    LINEU  TOMASS  – ADVOGADO OAB/PR  15828.