ANDRÉ ZACHAROW DEP. FED. DO PARANÁ ENTRA EM DESGASTE NA COMUNIDADE EVANGÉLICA?

QUAL SERÁ O FUTURO DE ZACHAROW ?  Esta é a pergunta que as lideranças evangélicas de Curitiba e do Hospital Evangélico de Curitiba estão fazendo.  Em verdade, ZACHAROW, FOI  DESTITUIDO da direção da presidência da  SOCIEDADE  BENEFICIENTE EVANGÉLICA, que é mantenedora do HOSPITAL EVANGÉLICO DE CURITIBA e da FACULDADE DE MEDICINA do mesmo Hospital.  Por que ZACHAROW entrou nesta fase de desgastes ?  O que derrubou  ZACHAROW ?  As notícias indicam má gestão, com déficit de uns R$ 300 milhões e o caso da ONG  para “treinamento copa 2014”, que envolveu verba suspeita de corrupção do Ministério do Turismo.

OS MOTIVOS.  No ano passado surgiu um baita escândalo de verba federal que veio para uma ONG paralela a SBE, quando então o dep. fed. ZACHAROW se envolveu-se  com a direção desta ONG FIRMANDO CONVÊNIO PARA TREINAR PESSOAS , para ttrabalharem na COPA 2014 no Brasil, é claro, com verba do MINISTÉRIO DO TURISMO, envolvido umas quatro vezes em corrupções e mais corrupções.  A emenda do orçamento federal desta grana é de autoria do ZACHAROW. O jornalista Aroldo Murá do jornal IND. e COMÉRCIO, também deu detalhes sobre a “defestrada” do ZACHAROW desta importante organização do Paraná, que sofre desgaste perante a opinião pública.

RECORDANDO OS FATOS.  Este assunto esta sendo muito comentado em Curitiba,  pois o ZACHAROW, era o líder máximo dos evangélicos do Paraná, e usou este prestítigio para se eleger “n” vezes a deputado federal.  Vejam o que foi publicado em 2011 sobre este fato do ZACHAROW e seu envolvimento, no site Folha.com de 15/8/2011:

Pivô de escândalo no Turismo tem contratos com convênio clone

“O empresário Fábio de Mello, preso na operação que investigou a cúpula do Ministério do Turismo, tinha contratos com uma ONG do Paraná que fez um convênio idêntico ao que foi pivô do escândalo, no Amapá.

O convênio paranaense, conforme revelado ontem pela Folha, tem os mesmos objetivos, valores e vigência do contrato no Amapá, e também está sendo investigado pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que encontrou indícios de irregularidades na sua execução.

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Outra semelhança aproxima ainda mais os dois: a contratação, pelas ONGs beneficiadas, das mesmas empresas para executar os serviços.

No PR, duas empresas de Mello, o IBT (Instituto Brasileiro de Organização do Trabalho Intelectual e Tecnológico) e a Norwell Ltda., firmaram contratos com a Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba –ONG beneficiada pelos repasses do ministério –para executar o convênio, feito para treinamento de agentes turísticos.

Não se sabe quanto cada empresa recebeu pelos serviços nem o que executou. No total, foram destinados R$ 4,4 milhões para o convênio –feito a partir de emenda parlamentar do deputado federal André Zacharow (PMDB-PR), presidente licenciado da Sociedade Evangélica Beneficente.

No Amapá, a Norwell foi acusada pelo Ministério Público Federal de ter participado de fraude em cotação de preço. O mesmo problema foi identificado no contrato paranaense: as propostas de orçamento da empresa foram caracterizadas como “indício de simulação de concorrência e fraude à cotação de preços”, de acordo com o TCU.

Mello aparece como o “elemento de contato” da ONG do Paraná numa das prestações de conta enviadas ao governo federal, o que indica a proximidade do empresário com a entidade.

O andamento dos convênios no Ministério do Turismo também mostra similaridades: a servidora que, segundo a PF, elaborava notas falsas para liberar os recursos no Amapá –Francisca Regina Magalhães Cavalcante– aparece como responsável pelo convênio paranaense na investigação do TCU.

Cavalcante, também presa pela PF, era diretora do departamento de qualificação do ministério.

OUTRO LADO.  A Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba não comentou a contratação das empresas de Fábio de Mello nem a relação do empresário com a entidade. Em nota, a ONG negou irregularidades e disse que “cumpre todos os ritos legais vigentes”.

O deputado Zacharow, em nota, informou que indicou a entidade para o convênio “em razão de sua tradição” na área de ensino e disse que desconhece irregularidades na execução do serviço.

O Ministério do Turismo não quis se manifestar sobre a servidora citada na investigação. A Folha ligou para o IBT e solicitou contato com Mello ou seus advogados, mas não houve resposta. “

FOI LONGE.  Somente agora depois de seis meses após estes fatos de corrupção que foram divulgados em agosto de 2011, é que ocorreu o desfecho da solução na SEB-Sociedade Evangélica Beneficiente.

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