Archive for 5 de Outubro, 2012

GVT VENDE GATO POR LEBRE

ENGODO ?  MALANDRAGEM ?  ERRO  DE PLANEJAMENTO ?  A GVT empresa de telefonia entrou no mercado com panca de por ordem na casa e fazer concorrência prá valer.  Foi só fogo de palha.  Após entrar no mercado ela acomodou-se e entrou no lugar comum das outras empresas concorrentes.  Ficou tudo em casa, como se diz por aí nas esquinas.   Mas……de repente o povão, de saco cheio começa a berrar, ao perceber que a dona GVT vendeu uma coisa e entregou outra coisa.  Vejam só a notícia abaixo do site última instância, que pixa a GVT prá valer:

Empresa de banda larga é condenada por não oferecer velocidade prometida em contrato

”  A Justiça de Brasília condenou a empresa GVT por oferecer velocidade de conexão à Internet inferior a prometida em contrato. O juiz da 21ª Vara Cível de Brasília determinou que a sucursal do Distrito Federal deposite 10% do lucro líquido obtido em 2011, para compensar os danos morais coletivos causados.

Além disso, a GVT também deverá incluir na publicidade de seus produtos, em fonte de tamanho igual ao empregado para o anúncio do serviço, as limitações técnicas. No caso de publicidade na TV, a advertência deve permanecer tempo de exposição suficiente para leitura do texto. A pena estabelecida por violação é R$ 100 mil.

Sobre a decisão, a empresa afirma que “pratica total transparência na prestação de serviço de banda larga” e tem o compromisso de “entregar a velocidade contratada” a seus clientes. Em agosto de 2012, a GVT atingiou a marca de 2 milhões de assinantes em todo país. O serviço de banda larga Power oferece velocidades que vão de 5 Mbps até 100 Mbps.

A ação foi proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios que argumentou que a GVT vem promovendo seu serviço de fornecimento de conexão banda-larga em desacordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), pois oferece mais do que efetivamente consegue entregar. Afirmou que a publicidade do serviço põe em letras minúsculas e quase imperceptíveis as observações que levam os consumidores a verificar que a velocidade esperada pode não ser entregue.

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