Archive for 16 de Maio, 2013

GRANA DOS “TROUXAS” DOS CONTRIBUINTES PAGA FARRA DO LULA (PT) E SUA “TCHURMA”…..

TUDO FOI NA BASE DA PRAGA DOS  TAIS CARTÕES CORPORATIVOS.  O Governo Federal inventou o tal de “cartão corporativo” (cartão de crédito bancário), para os fucionários “especiais”  de confiança, do LULA (agora da DILMA), pagarem as despesas de viagem a serviço, QUE DEVERIA SER, A SERVIÇO (NÃO EM FÉRIAS), E TÃO SOMENTE COM GASTOS DE HOTEL, COMIDA E DESLOCAMENTO, NÃO SE INCLUINDO AÍ,  GRANA PARA A FARRA E PRESENTES.   Entretanto de quando em quando, esta “tchurma do PT” (da ala malandra), passam a gastar em despesas pessoais, com compras de mercadorias chiques para eles, com presentes para a família, e até fazendo farra como  bebedeiras etc. etc.

MALANDROS  “MOERAM” TUA GRANA.  O total da grana garfada e moída com gastos nesta denúncia,  em farra e bebidas, atingiu   “só……..R$ 2 milhões de reais….Pode ?  Pode sim !…..este é o “brasir” dos maus petistas…….tudo para pagar A  FARRA DELES  E  DO ILUSTRE PRESIDENTE LULA  (DO PT),  NO FESTÃO DO “BUMBÓDROMO  DE  PARINTINS”…….

 O EXEMPLO ?  Vou repicar um exemplo que li no blog do F. Campana, sobre este assunto.  Vejam e divirtam-se, e em caso de reclamação, dirijam-se ao F. Campana:

Cartão corporativo pagou vinho e cerveja para Lula

Lula, cartão corporativo, bebida, abuso

Do Claudio Humberto:

A ação popular que resultou na condenação de onze servidores, oito deles da Presidência da República, produziu flagrantes do uso abusivo de cartão de crédito corporativo, como a compra de dez garrafas de vinho e três caixas de cerveja para consumo do então presidente Lula, na viagem de junho de 2003 ao “Bumbódromo”, em Parintins (AM). A Justiça decidiu que a farra não se enquadra como “recepção oficial”.

Farra a bordo
Foi no navio Pedro Teixeira, da Marinha, a viagem de Lula a Parintins, que virou farra regada a vinhos e cerveja Skol pagos pelo contribuinte.

Ei, garçom
Somente no item “bares e restaurantes”, em 2003, a Presidência da República torrou R$ 111.632,46 utilizando cartões corporativos.

Por nossa conta
Outras despesas da Presidência da República pagas pelo contribuinte envolvem caixas de chocolate, DVDs e flores, muitas flores.

Devolução
Onze servidores foram condenados a devolver mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos, gastos em compras ilegais com cartão corporativo.

PERGUNTA QUE FICA PARADA NO AR.  O texto diz:  “flores…flores….flores….muitas flores”…. A pergunta: “Para quais pessoas ou moçoilas que foram endereçadas estas flores ?  Será que foram de  “autoridade-homen”  para homem ?  Ou para moçoilas etc.  ” ?

Anúncios

PASTORAL DA TERRA DEU PITO NA MINISTRA GLEISI (PT)

GLEISI LEVA UM PITO.  A Comissão Pastoral da Terra. órgão oficial da CNBB (Igreja Católica), resolveu se insurgir contra a ministra GLEISI (PT), pela sua posição tomada no caso das demarcações de terras indígenas no país.  Eles acham que tais declarações da ministra, legitimam a violência usada contra diversas etnias indígenas no país.

TRECHO DA NOTA  “PITO”  DA PASTORAL DA TERRA.  VEjam o trecho básico da nota ofial qie “pitou” a GLEISI: (Ref. última instância 16/5/13).

………………………………………………”  Com essa fala, ela acaba por legitimar toda a violência empreendida contra os povos originários no país. E confirma que o atual modelo de “desenvolvimento” é o mesmo que se implantou no Brasil, desde a época do Brasil Colônia, e se repetiu nos diversos períodos de nossa história. Esquece-se ela, porém, que a Constituição, em seu artigo 231 garantiu: “São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens” e que o Brasil é signatário de acordos internacionais que corroboram estes direitos. As declarações da ministra soam como uma afronta à Constituição brasileira.

E não são só palavras. Para garantir que as obras que o governo se propõe realizar não sejam interrompidas, como nos tempos da ditadura militar, militariza-se a questão. Em 12 de março, a Presidente Dilma assinou o Decreto nº 7957/2013, que dá poderes ao próprio governo federal, através de seus ministros de Estado, para convocar a Força Nacional em qualquer situação que avaliarem necessário. E lá está a Força Nacional na região onde se pretende construir o complexo Hidrelétrico do Tapajós. E estava em Belo Monte para retirar os cerca de 200 indígenas de 8 etnias diferentes, que ocupavam o canteiro de obras da usina, depois que o governo conseguiu liminar da justiça para que os mesmos fossem retirados, até mesmo com o uso da força. Pacificamente como entraram, os indígenas deixaram o local ” …………………………………………

LULA VEM À CURITIBA, SEM ROSEMARY A “TIRA-COLO”

LULA EM CURITIBA. A peregrinação da campanha eleitoral ANTECIPADA, pró reeleição da DILMA (PT), já está na estrada em todo o  país. A primeira reunião do “oba-oba” petista foi feita em Porto Alegre. A segunda será realizada em Curitiba no dia 3 de junho próximo. 

ESPAÇO “IMPREENCHÍVEL”.  Nota-se na divulgação deste “oba-oba” do PT nacional, a ausência da amiguinha do LULA, a mulher mais comentada na mídia do país, a Sra. ROSEMARY NORONHA, que com certeza não estará nesta reunião.  Ela deu uma “trombada” no artigo 332  do Código Penal.  Seu espaço, portanto”,  ficará na base do “impreenchível”.   O LULA deverá  estar acompanhado de sua esposa a Sra. MARISA LETÍCIA.

ROSEMARY NORONHA DO LULA VAI AS BARRAS DA JUSTIÇA

A NOTÍCIA É DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, e dá conta que a amiguinha do LULA, conhecida como a “rainha” do poder no Brasil, responderá perante a Justiça Federal, por suspeita com indícios de crime de tráfico de influência, quando no comando do escritório  da presidência da República (período LULA E DILMA), ela intermediava favorecimentos no poder de nbosso  “tupiniquinneta”.

O QUE É CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA?  Este crime consta no Código Penal e  consiste na prática ilegal de uma pessoa se aproveitar da sua posição privilegiada dentro de uma empresa ou entidade, ou das suas conexões com pessoas em posição de autoridade, para obter favores ou benefícios para terceiros, geralmente em troca de favores ou pagamento.

“Art. 332 – Solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função: (Redação dada pela Lei nº 9.127, de 1995)
Parágrafo único – A pena é aumentada da metade, se o agente alega ou insinua que a vantagem é também destinada ao funcionário. (Redação dada pela Lei nº 9.127, de 1995). ”