Archive for 19 de Maio, 2013

DEPUTADO DO PARANÁ DENUNCIA: “GOVERNO FEDERAL ‘TIRA’ UM BILHÃO DO PARANÁ”

A DENÚNCIA É DO DEP. EST. VALDIR  VALDIR  ROSSONI (PSDB). O presidente  da Assembléia Legislativa do Paraná, mandou o e mail abaixo, onde prova e denuncia mais uma perseguição da dupla DILMA / GLEISI, contra o povo do Paraná, com  manobras sub-reptícias repetitivas e costumeiras, que objetivam prejudicar o Estado do Paraná, com cortes de verbas de direito. 

O VALOR DA “GARFADA”.  Desta vez o valor atingiu….”só”….UM  BILHÃO  DE REAIS.   O motivo é óbvio, pois serve para desgastar o governador BETO RICHA (PSDB), que fica sem recursos para solucionar  os problemas do povão, e ao mesmo tempo, alavanca o nome da ministra GLEISI (PT), pois  ambos são candidatos ao governo do Paraná.  Vejam:

Trapalhadas do governo federal tiram R$ 1 bilhão do Paraná

”  O Governo do Estado anunciou, esta semana, que o repasse de ICMS e IPVA aos municípios nos primeiros quatro meses de 2013, cresceu 10,3% em relação ao ano passado. Ao mesmo tempo, o governo federal arrecadou 6,28%  a mais, mas diminuiu os repasses para o Paraná.

Para o deputado Rossoni, presidente do PSDB no Paraná, “o jeito diferente de administrar do governador Beto Richa (PSDB) mostra, cada vez mais, o contraste entre a eficiência paranaense e as trapalhadas do governo federal.”De acordo com os dados da Secretaria Estadual da Fazenda, enquanto a arrecadação própria do Paraná aumentou 12,53% no primeiro quadrimestre de 2013, o repasse constitucional do governo federal cresceu apenas 0,94% no período.

Segundo Rossoni, a situação fica cada vez mais grave e prejudica toda a população paranaense. “O Paraná já deixou de receber mais de R$ 1 bilhão. É o quinto estado em arrecadação, mas apenas o 23º nas transferências federais. É uma injustiça sem precedentes, e que afeta diretamente os municípios”, afirmou.  “

“A antecipação da corrida eleitoral pelo governo do PT tem trazido prejuízos não só para o Governo do Estado, mas para todos os paranaenses, que aguardam soluções para os problemas deixados pelas administrações anteriores nas áreas da saúde, educação, infraestrutura”, concluiu. 

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DESNUDADO OS DADOS “ESCONDIDINHOS” DE MISERÁVEIS NO GOVERNO DO PT

A DENÚNCIA É DA “FOLHA DE sÃO  PAULO”.  O  MÉTODO “ESCONDINHO É O MESMO QUE GARFA GRANA NO IMPOSTO DE RENDA.  Neste domingo 18/5/13, o jornal Folha de São Paulo  publica uma pesquisa com dados  duvidosos (????) do Governo do PT, para mascarar a existência dos chamados “miseráveis” de…..  ZERO……para VINTE E DOIS MILHÕES . É um absurdo.  

O MÉTODO “GARFADOR”.  O método é o mesmo que as autoridades usam para garfar grana dos contribuintes no imposto de renda, na base da  NÃO  CORREÇÃO MONETÁRIA DA INFLAÇÃO, no cállculo mínimo de  rendimento para pagamento de imposto de renda,  ou seja….eles “esquecem” que existe inflaçãoe deixam o valor original, sem correção durante anos e anos, e com isto  agravam a faixa do valor a ser pago pelos contribuintes.  No caso de cálculo dos “miseráveis” do país, o PT aplica o mesmo método, (de desconhecer a inflação), e não corrigem a indigência pela inflação. 

OBS.  Os dados sobre esta matéria, são do próprio “Governo Petista”, do Ministério do Desenvolvimento Social.  Vejam os detalhes da maatéria:

Folha de S. Paulo

 

Indicador defasado ‘esconde’ 22 milhões de miseráveis do país

 

O número de miseráveis reconhecidos em cadastro pelo governo subiria de zero para ao menos 22,3 milhões caso a renda usada oficialmente para definir a indigência fosse corrigida pela inflação.

É o que revelam dados produzidos pelo Ministério do Desenvolvimento Social, a pedido da Folha, com base no Cadastro Único, que reúne informações de mais de 71 milhões de beneficiários de programas sociais.

Desde ao menos junho de 2011 o governo usa o valor de R$ 70 como “linha de miséria” -ganho mensal per capita abaixo do qual a pessoa é considerada extremamente pobre.

Ele foi estabelecido, com base em recomendação do Banco Mundial, como principal parâmetro da iniciativa de Dilma para cumprir sua maior promessa de campanha: erradicar a miséria no país até o ano que vem, quando tentará a reeleição.

Mesmo criticada à época por ser baixa, a linha nunca foi reajustada, apesar do aumento da inflação. Desde o estabelecimento por Dilma da linha até março deste ano, os preços subiram em média 10,8% -2,5% só em 2013, de acordo com o índice de inflação oficial, o IPCA.

Corrigidos, os R$ 70 de junho de 2011 equivalem a R$ 77,56 hoje. No Cadastro Único, 22,3 milhões de pessoas, mesmo somando seus ganhos pessoais e as transferências do Estado (como o Bolsa Família), têm menos do que esse valor à disposição a cada mês, calculou o governo após pedido da Folha por meio da Lei de Acesso à Informação.

Esse número corresponde a mais de 10% da população brasileira e é praticamente a mesma quantidade de pessoas que tinham menos de R$ 70 mensais antes de Dilma se tornar presidente e que ela, com seis mudanças no Bolsa Família, fez com que ganhassem acima desse valor.

Os dados possibilitam outras duas conclusões. Primeiro, que um reajuste da linha anularia todo o esforço feito pelo governo até aqui para cumprir sua promessa, do ponto de vista monetário.

Segundo, que os “resgatados” da miséria que ganhavam no limiar de R$ 70 obtiveram, na quase totalidade, no máximo R$ 7,5 a mais por mês -e mesmo assim foram considerados fora da extrema pobreza.

Além do problema do reajuste, o próprio governo estima haver cerca de 700 mil famílias vivendo abaixo da linha da miséria e que estão hoje fora dos cadastros oficiais.

Governo alega que valor segue padrão do Banco Mundial

O governo não considera a linha de miséria de R$ 70 artificialmente baixa. Diz que o valor segue recomendação internacional, do Banco Mundial, que prevê pouco mais de US$ 1 (ou R$ 2) por dia.

Não há, segundo o governo, nenhuma intenção eleitoral na manutenção dessa linha. Não há também, atualmente, planos para corrigi-la.

Questionado, o Ministério do Desenvolvimento Social não se pronunciou sobre o impacto que a correção pela inflação nos dois cenários propostos traria à promessa da presidente Dilma de erradicar a miséria até 2014.

Pasta que toca quase toda a política antimiséria e gere o Bolsa Família, o ministério disse à Folha em março que levou em conta quatro fatores para fixar o valor de R$ 70.

Primeiro, o compromisso assumido pelo Brasil junto às Nações Unidas nos “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”. Segundo, “a referência de extrema pobreza utilizada pelo programa Bolsa Família”, estabelecida em 2009.

PREFEITO GUSTAVO FRUET….A URBS….AS CAIXAS PRETAS….O ICI…..A CONSILUX….A LENTIDÃO…

QUANDO  O  PREFEITO  GUSTAVO  FRUET  VAI  CUMPRIR COM O  DISCURSO DE CAMPANHA ?

A ESPECULAÇÃO-COBRANÇA ESTÁ NO  SITE  “CAIXA  ZERO” DO JORNALISTA ROGERIO GALINDO.  O ROGERIO publica neste fim de semana em seu site,  uma cobrança específica da promessa  do então candidato a prefeito de Curitiba, o GUSTAVO FRUET  (PDT+PT+PPS etc.), quanto a abertura da cortina  de ferro do palco que cobre os segredos contidos na administração do tema teatral secreto do espetáculo …. URBS, além do tema do não menos espetáculo secreto do……. ICI – Instituto Curitiba de Informática, e eu acrescento ainda o embróglio dos episódios dos “segredos-escândalos” (a serem desvendados), da CONSILUX, que começou “simplinha”,  operando  os radares de multas de Curitiba, e chegou até a Venezuela (depois de enriquecer em Curitiba),  onde construiu  “en la ciudad Bolivar 788 casas”  Vejam a cacetada: 

Marcelo Andrade / Gazeta do Povo

Marcelo Andrade / Gazeta do Povo / Gustavo Fruet, prefeito de CuritibaGustavo Fruet, prefeito de Curitiba

Finalmente, Gustavo Fruet parece ter acordado para os problemas da Urbs. Na campanha, o pedetista chiava e dizia que havia uma caixa preta no transporte coletivo da capital

Os quatro primeiros meses de administração, marcados pela lentidão e pelo chororô em relação às dívidas do prefeito anterior, foram de completa inação.

Para se ter uma ideia, os diretores da Urbs, aqueles que supostamente tocavam uma caixa preta, só foram retirados das funções na semana passada, já em maio. Se fossem um bicho, tinham devorado o prefeito antes de ele tomar uma decisão.

Agora, Fruet finalmente diz que vai começar uma auditoria na Urbs. Mais do que bem-vinda. O órgão acumula dívidas, suspeitas e contas secretas. A planilha do ônibus é o ponto central: quanto de pneu e combustível realmente se gasta?

O ponto mais importante, porém, virá ao final do processo. Descobertas irregularidades (se houver), Fruet fará o que? Virá mais choro para a imprensa ou pedirá de vez a punição de alguém.

Em tempo, o ICI, apontado como a outra “caixa preta” da gestão passada, continua nadando de braçada? Cadê os contratos rompidos? Ou não havia caixa preta?

São perguntas que Fruet precisa responder o mais rapidamente possível.