Archive for 21 de Maio, 2013

GOVERNO DILMA (PT) ABRE A PORTEIRA PARA 7 MIL CARGOS NO GOV.FEDERAL…..

PT CRITICA OS  “OUTROS” POR CRIAREM CARGOS….E AGORA ?  Alguns petistas  batem duro quando os políticos adversários criam cargos em seus governos, mas….sempre tem um mas….como é que ficam tais petistas agora com esta notícia, que a DILMA mandou  criar SETE  MIL CARGOS no Governo  Federal do PT ?  Vejam a notícia que saiu no site última instância de 16/5/13:

Senado aprova criação de quase 7 mil cargos no Executivo

Agência Brasil – 16/05/2013 – 15h20

”  O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (15/5) o PLC 126/2012 (Projeto de Lei da Câmara), proposto pela Presidência da República, que altera o Plano Geral de Cargos do Poder Executivo e autoriza a criação de quase 7 mil cargos públicos efetivos. Analistas em tecnologia da informação, administradores, contadores, economistas e engenheiros, entre outros que preencherão os cargos, serão contratados por meio de concurso público. O projeto segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff.  “……………………

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REVELAÇÕES DA “GUERRA REVOLUCIONÁRIA DE 1964”

DEPOIMENTO DE EX-SOLDADO DO EXÉRCITO É FORTE.  A Comissão daVerdade, está episódios ocorridos durante o período da guerra interna de 1964 entre a esquerda e a direita militarizada no país.   Vejam o relato deste deste ex-soldado.  É impactante. (Ref. colado do site última instância 20/5/13):

DITADURA MILITAR

Comissão da Verdade: soldado diz que viu coronel executar casal de estudantes

”  Nesta quinta-feira (16/5), o soldado do Exército Valdemar Martins de Oliveira, em depoimento prestado à Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, revelou detalhes da execução do casal João Antônio dos Santos Abi Eçab e Catarina Abi Eçab.

Segundo Oliveira, os dois estudantes de filosofia foram mortos em 1968 e o autor do crime foi o coronel Freddie Perdigão, apontado como um dos criadores do DOI-Codi (Departamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna). “Ele se abaixou, quase de joelhos, e deu um tiro na cabeça de cada um”, disse, detalhando que Perdigão usou uma pistola Colt 45.

Oliveira garante ter participado de toda a operação que resultou na execução do casal, desde a captura em uma casa no bairro de Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro, até os dois serem levados para um sítio à margem da Via Dutra, onde foram mortos. Segundo ele, antes da execução, o casal foi torturado em uma chácara em São João do Meriti, na Baixada Fluminense. “Um lugar tenebroso”, descreveu.

Após algum tempo da execução, Oliveira disse que deixou o Exército por não concordar com aquele tipo de violência e que chegou a passar um ano no Chile para escapar das perseguições dos militares. Em 1998 foi reintegrado, sendo dispensado no ano seguinte.

A versão oficial da época atribuiu a morte do casal Abi-Eçab à detonação de explosivos que os dois estudantes transportavam enquanto viajavam de carro pela BR-116, no trecho próximo a Vassouras. Mas, em 2000, o laudo da exumação dos restos mortais mostrou que os dois foram executados. Militante da ALN (Ação Libertadora Nacional), o casal era suspeito de ter participado da execução do capitão do Exército norte-americano Charles Rodney Chandler, em 12 de outubro de 1968.

Também participou da operação de sequestro e execução do casal, de acordo com Oliveira, o sargento Guilherme do Rosário, que morreu no atentado do Riocentro, quando a bomba que carregava explodiu no seu colo, dentro do carro. O soldado reforçou a ligação de Rosário com o coronel Perdigão, apontado como mentor do atentado à bomba mal-sucedido ao Riocentro, onde ocorria o show comemorativo do Dia do Trabalho, em 1981. O coronel Perdigão morreu em 1997.

Em seu depoimento, Oliveira destacou ainda a participação de agentes dos Estados Unidos na doutrinação de soldados brasileiros. Segundo ele, nos treinamentos foram exibidos filmes de torturas cometidas pelos norte-americanos na Guerra do Vietnã.  “