LIDERANÇAS HISTÓRICAS PSDB DE SÃO PAULO ENTRAM “PELOS TUBOS” NO METRÔ PAULISTANO………

A DENÚNCIA É, DA REVISTA ISTO É.  A  construção dos metrôs no país, invariavelmente passam por um processo de mega fraudes de superfaturamentos, em face dos mega preços de bilhões, tal qual ocorre  pelos usos e costumes de nossos políticos, de modo geral, desde a construção de barraquinhas de feiras de valor irrisório.   Agora chegou a vez de entrarem “pelos tubos” do metrô de São Paulo, a alta cúpula do PSDB  paulista, desde seu ícone do passado MARIO COVAS, passando pelo JOSÉ  SERRA,  até o atual governador GERALDO ALCKMIN.  Vejam o que li no site “Democracia e política”.  O escândalo de milhões de superfaturamento com suspeitas de favorecimento dos políticos do PSDB.  A denúncia é desta semana que passou……..Vejam  a “tubulada” estonteante…..e  chorem……

segunda-feira, 22 de julho de 2013

REVISTA ‘ISTO É’ DENUNCIA DESVIO TUCANO DE R$ 50 MILHÕES EM SP

Por Miguel do Rosário, no blog “Tijolaço”

“Com a PEC 37 morta, o Ministério Público poderia investigar alguns tucanos, para variar. Reproduzo abaixo a reportagem da “IstoÉ” desta semana sobre o escândalo do metrô em São Paulo. Em pagamento à minha pirataria, disponibilizo um link para quem desejar asssinar a revista. Aqui.

O ESQUEMA QUE SAIU DOS TRILHOS

Um propinoduto criado para desviar milhões das obras do Metrô e dos trens metropolitanos foi montado durante os governos do PSDB em São Paulo. Lobistas e autoridades ligadas aos tucanos operavam por meio de empresas de fachada

Por Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas, na revista “IstoÉ”.

PROTEÇÃO GARANTIDA

Os governos tucanos de Mario Covas (abaixo), Geraldo Alckmin
e José Serra (acima) nada fizeram para conter o esquema de corrupção

 
Ao assinar um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a multinacional alemã Siemens lançou luz sobre um milionário propinoduto mantido há quase 20 anos por sucessivos governos do PSDB em São Paulo para desviar dinheiro das obras do Metrô e dos trens metropolitanos. Em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos, a empresa revelou como ela e outras companhias se articularam na formação de cartéis para avançar sobre licitações públicas na área de transporte sobre trilhos.
-Para vencerem concorrências, com preços superfaturados, para manutenção, aquisição de trens, construção de linhas férreas e metrôs durante os governos tucanos em São Paulo – confessaram os executivos da multinacional alemã –, os empresários manipularam licitações e corromperam políticos e autoridades ligadas ao PSDB e servidores públicos de alto escalão. O problema é que a prática criminosa, que trafegou sem restrições pelas administrações de Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, já era alvo de investigações, no Brasil e no Exterior, desde 2008 e nenhuma providência foi tomada por nenhum governo tucano para que ela parasse. Pelo contrário.
-Desde que foram feitas as primeiras investigações, tanto na Europa quanto no Brasil, as empresas envolvidas continuaram a vencer licitações e a assinar contratos com o governo do PSDB em São Paulo. O Ministério Público da Suíça identificou pagamentos a personagens relacionados ao PSDB realizados pela francesa Alstom – que compete com a Siemens na área de maquinários de transporte e energia – em contrapartida a contratos obtidos. Somente o MP de São Paulo abriu 15 inquéritos sobre o tema.

Agora, diante deste novo fato, é possível detalhar como age essa rede criminosa com conexões em paraísos fiscais e que teria drenado, pelo menos, US$ 50 milhões do erário paulista para abastecer o propinoduto tucano, segundo as investigações concluídas na Europa.


SUSPEITOS

Segundo o ex-funcionário da Siemens, Ronaldo Moriyama (foto menor), diretor da MGE, e Décio Tambelli, ex-diretor do Metrô, integravam o esquema.

As provas oferecidas pela Siemens e por seus executivos ao CADE são contundentes. Entre elas, consta um depoimento bombástico prestado no Brasil em junho de 2008 por um funcionário da Siemens da Alemanha. “ISTOÉ” teve acesso às sete páginas da denúncia.

Nelas, o ex-funcionário, que prestou depoimento voluntário ao Ministério Público, revela como funciona o esquema de desvio de dinheiro dos cofres públicos e fornece os nomes de autoridades e empresários que participavam da tramoia. Segundo o ex-funcionário cujo nome é mantido em sigilo, após ganhar uma licitação, a Siemens subcontratava uma empresa para simular os serviços e, por meio dela, realizar o pagamento de propina. Foi o que aconteceu em junho de 2002, durante o governo de Geraldo Alckmin, quando a empresa alemã venceu o certame para manutenção preventiva de trens da série 3000 da CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos).

À época, a Siemens subcontratou a MGE Transportes. De acordo com uma planilha de pagamentos da Siemens obtida por ISTOÉ, a empresa alemã pagou à MGE R$ 2,8 milhões até junho de 2006. Desse total, pelo menos R$ 2,1 milhões foram sacados na boca do caixa por representantes da MGE para serem distribuídos a políticos e diretores da CPTM, segundo a denúncia. Para não deixar rastro da transação, os saques na boca do caixa eram sempre inferiores a R$ 10 mil. Com isso, o Banco Central não era notificado.

Durante muitos anos, a Siemens vem subornando políticos, na sua maioria do PSDB, e diretores da CPTM……………………………………..” 

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