Archive for Março, 2015

LULA (PT) ABRIU O BICO PARA O LÍDER POLONÊS LECH WALESA QUE INICIOU A DERRUBADA DO COMUNISMO SOVIÉTICO NA EUROPA ORIENTAL….

AOS POUCOS O POVO BRASILEIRO VAI CONHECENDO AS VERDADEIRAS INTENÇÕES QUE O LULA (PT) NUNCA REVELOU AO PAÍS…….Esta afirmação abaixo, é do LECH WALESA  que revelou o que o LULA (PT) sempre escondeu de nosso povo…..Vejam…..

Líder polonês afirma que Lula o confidenciou

seu objetivo de implantar o

comunismo no Brasil

Publicado por em 26 outubro, as 09 : 09 AM Print

Líder polonês afirma que Lula o confidenciou seu objetivo de implantar o comunismo no Brasil

       Este o o LULA do PT         e o  LECH WALESA,herói da democracia da Polônia

” O líder polonês Lech Walesa, que foi o principal responsável pela queda

do totalitarismo comunista na Polônia, em entrevista à reportagem brasileira

afirmou que o Lula já o confidenciou  de sua intenção    de transformar o Brasil

num país comunista.  O líder polonês afirmou de seus encontros com Lula mas 

deixou claro que suas posições opostas, de seu lado uma luta pelo fim

do totalitarismo na Polônia, já Lula lutará pela implantação do

socialismo/comunismo no Brasil  “

O

Anúncios

DENÚNCIA GRAVE DA “ISTO É”…REPERCUTE NAS REDES SOCIAIS…..

JÁ TEMOS CAMPOS DE TREINAMENTO DE GUERRILHA NO BRASIL?  É isto justamente o que está sendo denunciado pela revista ISTO É…..Na reportagem, pasmem, registram que O GOVERNO FEDERAL , A ABIN, SABEM  DESTAS  OCORRÊNCIAS DE GUERRILHAS….MAS SE CALAM….Sem delongas vejam o que li no site ISTO É  INDEPENDENTE de 26/3/15

O Brasil tem guerrilha

ISTOÉ entra na base da Liga dos Camponeses Pobres, um grupo armado com 20 acampamentos em três Estados, que tem nove vezes mais combatentes que o PCdoB na Guerrilha do Araguaia e cujas ações resultaram na morte de 22 pessoas no ano passado

”  O barulho de dois tiros de revólver quebrou o silêncio da noite na pacata comunidade rural de Jacilândia, distante 38 quilômetros da cidade de Buritis, Estado de Rondônia. Passava pouco das 22 horas do dia 22 de fevereiro quando três homens encapuzados bloquearam a estrada de terra que liga o lugarejo ao município e friamente executaram à queima-roupa o agricultor Paulo Roberto Garcia. Aos 28 anos, ele tombou com os disparos de revólver calibre 38 na nuca. Dez horas depois do crime, o corpo de Garcia ainda permanecia no local, estirado nos braços de sua mãe, Maria Tereza de Jesus, à espera da polícia. Era o caçula de seus três filhos. Um mês depois do assassinato, o delegado da Polícia Civil de Rondônia que investiga o caso, Iramar Gonçalves, concluiu: “Ele foi assassinado pelos guerrilheiros da LCP.”

A sigla a que o delegado se refere, com estranha naturalidade, quer dizer Liga dos Camponeses Pobres, uma organização radical de extrema esquerda que adotou a luta armada como estratégia para chegar ao poder no País através da “violência revolucionária”. Paulo Roberto foi a mais recente vítima da LCP, que, sob a omissão das autoridades federais e o silêncio do resto do Brasil, se instalou há oito anos na região e, a cada hora, se mostra mais violenta. Apenas em 2007, as operações do grupo produziram 22 vítimas – 18 camponeses ou fazendeiros e quatro guerrilheiros. Amplamente conhecidos em Rondônia, os integrantes da LCP controlam hoje 500 mil hectares. Estão repartidos em 13 bases que se estendem de Jaru, no centro do Estado, às cercanias da capital Porto Velho, se alongando até a fronteira com a Bolívia, região onde eles acabaram de abrir uma estrada. O propósito dos guerrilheiros seria usá-la como rota de fuga, mas, enquanto não são incomodados nem pela Polícia Federal nem pelo Exército, a trilha clandestina está sendo chamada de transcocaineira – por ela, segundo a polícia local, passam drogas, contrabando e as armas da guerrilha.

ÁREA PROIBIDA

A nenhuma dessas colônias o poder público tem acesso. Sob o manto da “revolução agrária”, a LCP empunha as bandeiras do combate à burguesia, ao imperialismo e ao latifúndio, enquanto seus militantes assaltam, torturam, matam e aterrorizam cidades e zonas rurais nessas profundezas do Brasil. Encapuzados, armados com metralhadoras, pistolas, granadas e fuzis AR-15, FAL e AK-47 de uso exclusivo das Forças Armadas, eles já somam quase nove vezes mais combatentes que os 60 militantes do PCdoB que se embrenharam na Floresta Amazônica no início dos anos 70 na lendária Guerrilha do Araguaia. “A Colômbia é aqui”, diz o delegado Gonçalves, numa referência às Farc.

 

NO CORAÇÃO DA GUERRILHA Armado de AR-15, policial entra em território dominado pela LCP e uma barreira que proíbe o acesso ao centro de treinamento militar. “Não dá para observá-los, mas estamos sob sua mira”, diz à reportagem de ISTOÉ um sargento da PM de Rondônia

A reportagem de ISTOÉ entrou nessa área proibida. No distrito de Jacinópolis, a 450 quilômetros de Porto Velho, bate o coração da guerrilha. Segundo o serviço secreto da Polícia Militar de Rondônia, é ali que está o campo de treinamento. “Nem com 50 homens armados eu tenho coragem de entrar na invasão deles”, admite o delegado. Caminhar pelas hostis estradas enlameadas é como pisar em solo minado. A todo momento e com qualquer pessoa que se converse, o medo de uma emboscada é constante. Os militantes adotam as táticas de bloqueio de estradas e seqüestro das pessoas que trafegam pela área sem um salvo-conduto verbal liberado pela LCP. “É a forma de combater as forças inimigas”, escreveram eles num dos panfletos que distribuíram na região. “Esses bandoleiros foram muito bem treinados pelos guerrilheiros das Farc”, revela o major Enedy Dias de Araújo, ex-comandante da Polícia Militar de Jaru, cidade onde fica a sede da Liga.

Para se chegar à chamada “revolução agrária”, dizem os documentos da LCP aos quais ISTOÉ teve acesso, a principal ação do grupo é pôr em prática a chamada “violência revolucionária”. E, para os habitantes locais, essa tem sido uma violência fria e vingativa. No caso da sua mais recente vítima, o que a LCP fez foi uma execução sumária, após um julgamento interno suscitado pela desconfiança sobre o real propósito da presença de Paulo Roberto Garcia na região. “Eles acreditam que o rapaz era um agente infiltrado como agricultor e não tiveram dúvida em matálo”, disse o delegado. Dos 22 mortos de 2007, quatro eram fazendeiros e 14 eram funcionários das fazendas, que a liga camponesa classifica como paramilitares. Na parte dos guerrilheiros, quatro foram enterrados – assassinados em circunstâncias distintas por jagunços das fazendas da região.

Além de matar, a LCP é acusada pela polícia de incendiar casas, queimar máquinas e equipamentos e devastar a Floresta Amazônica. Os moradores da comunidade onde vivia Garcia não sabem o que é luta de classe, partido revolucionário e muito menos socialismo. Mas eles sabem muito bem que, desde a chegada da LCP naquelas bandas, a morte matada está vencendo a morte morrida.

ALERTA NA SELVA

Só quem consegue transitar livremente no território da guerrilha são os caminhões dos madeireiros clandestinos, que pagam um pedágio de R$ 2 mil por dia à LCP para rodar nas estradas de terras controladas pela milícia. Em troca do pedágio, os guerrilheiros dão segurança armada aos madeireiros para que eles possam roubar árvores em propriedades privadas, áreas de conservação e terras indígenas. São terras que a LCP diz ter “tomado” – e o verbo tomar, no lugar de “invadir” ou “ocupar”, como prefere o MST, não é mera semântica, mas uma revelação do caráter belicoso do grupo. “A falha é do Exército brasileiro, que deixa esses terroristas ocuparem nossa área de fronteira”, acusa o major Josenildo Jacinto do Nascimento. Comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, Nascimento sente na pele o poder e a arrogância desse bando armado.

No ano passado, eles derrubaram uma base militar da Polícia Ambiental dentro de uma unidade de conservação e seqüestraram seus soldados. “A tática utilizada pela LCP para as emboscadas é certeira”, admite um dos militares, mantido preso por sete horas. “Como são estradas de terras, no meio da floresta, eles derrubam árvores, que fecham o caminho. Quando as pessoas descem do carro para retirar a tora, são rendidas”, diz E. S., militar da Polícia Ambiental, que recorre ao anonimato para se proteger. “Essa guerra é um câncer que está se espalhando pelo Estado”, alerta Nascimento.

Assim como consta nos panfletos da Liga, os guerrilheiros postam homens em bases nos morros com binóculos e rojão para anunciar a “invasão” de sua área por “forças inimigas”. Depois de sermos monitorados de perto por grupos de motoqueiros, durante os 38 quilômetros que levamos uma hora e meia para percorrer no território dominado pela LCP, ouvimos uma saraivada de rojões anunciando nossa presença. Estávamos próximos a uma base. O alerta serve também para que os homens armados se infiltrem na mata ocupando as barricadas montadas com grandes árvores nas cercanias dos acampamentos.

     

MORTE NO CAMPO

O agricultor Garcia (à dir.) foi morto com dois tiros na nuca. “Os guerrilheiros achavam que ele era um agente infiltrado na área da guerrilha”, disse o delegado Iramar Gonçalves. Os líderes da LCP acusados de assassinato são Russo (à esq.) e Caco, foragido

“O fato é que não dá para observá-los, mas estamos sob sua mira”, adverte o militar da Polícia Ambiental que nos acompanha. Na verdade, a PM Ambiental é a única força do Estado cuja presença ainda é tolerada pela guerrilha. A explicação é simples: com apenas oito agentes para cuidar de quase 900 mil hectares naquela região, eles não representam ameaça ao grupo. Antes, serão presas fáceis se assim os militantes o desejarem.

A BASE

Logo que o barulho dos rojões reverbera na imensidão da selva, as mulheres e crianças vestem seus capuzes e assumem a linha de frente. Quando se chega ao topo de um morro, depois de passar por uma barricada construída com o tronco de uma imensa árvore com a inscrição da Liga, avista-se uma bandeira vermelha tremular na franja de um acampamento de casas com cobertura de palha. Pouco tempo depois, outra barricada e chega-se a uma parada obrigatória. Do outro lado da porteira, transcorreu o seguinte diálogo com uma trupe maltrapilha, encapuzada e arredia.

– O que vocês vieram fazer aqui? – disse um nervoso interlocutor mascarado.
– Somos jornalistas e queremos saber o que vocês têm a dizer sobre a reforma agrária e a Liga dos Camponeses Pobres.
– Podem ir embora, não temos nada a dizer. Vocês só atrapalham.
– Quantas famílias estão nesta invasão?
– 300.
– Podemos falar com o líder de vocês?
– Aqui não existe líder, todos somos iguais.
– Por que vocês ficam mascarados?
– A máscara é nossa identidade.
– Vocês acreditam que podem fazer uma revolução?
– Não temos que dar satisfações à imprensa burguesa.
– De quem vocês recebem apoio?
– Não interessa.
– Podemos entrar no acampamento?
De forma alguma. Vão embora daqui!

Com colete à prova de balas sob a camisa, saímos da porteira do acampamento por uma questão de segurança e voltamos a percorrer de carro, numa estrada precária, mais uma hora e meia até o primeiro ponto de pedágio da LCP. “No ano passado, fomos presos por eles, éramos oito militares e eles tinham mais de 50 homens armados com metralhadoras”, conta o sargento da tropa. “Não tem jeito, para resolver o problema com esse bando só com uma ação conjunta do Exército, da Polícia Federal e das forças do Estado.”

   

TERROR O fazendeiro Sebastião Conte (à esq.) teve a sede, os tratores e seu plano de manejo incendiados. Os guerrilheiros não pouparam nem mesmo o posto da Polícia Ambiental, que foi destruído. Nos acampamentos, eles colocam crianças na linha de frente e usam capuzes

Ao voltar da área dominada pela LCP, fica claro, nas reservadas conversas com alguns poucos moradores dispostos a contar algo, que o terror disseminado pela guerrilha se mede pelo silêncio dos camponeses. Os revoltosos controlam a vida das pessoas, além de investigar quem é quem na região. Quem não “colabora” com eles – fornecendo dinheiro, gado ou parte da produção – vira alvo de ataques covardes. Histórias de funcionários das fazendas da região que foram colocados nus sobre formigueiros ou que apanharam até abandonar o local estão muito presentes na memória dos moradores. As torturas praticadas pelos bandoleiros contra trabalhadores rurais dificultam até contratação de mão-de-obra na região. “Ninguém quer trabalhar mais na minha fazenda”, admite Sebastião Conte, proprietário de 30 mil hectares de terra. Ele teve parte de sua terra “tomada” há dois anos pela LCP, a sede da fazenda foi queimada, assim como seus tratores, alojamentos e área do manejo florestal. O fazendeiro, acusado pela Liga de ser um latifundiário, é prova de que o terror da guerrilha é igual para todos. Segundo ele, nos últimos dois anos, teve que enterrar três de seus funcionários. “Todos eles assassinados barbaramente”, diz Conte. “Estou pedindo socorro. Não sei mais a quem recorrer.”

Longe de lá, na cidade de Cujubim, os trabalhadores rurais empregados das fazendas não dispensam o porte de armas. “Aqui ou você anda armado ou está morto”, diz M.L. O capataz da fazenda e seu filho já perderam a conta de quantas vezes trocaram chumbo com os mascarados que tentam invadir a fazenda. Tratados como paramilitares, os funcionários das fazendas são, depois dos fazendeiros, os alvos prediletos dos ataques da Liga. Nelson Elbrio, gerente da Fazenda Mutum, teve o azar de cair nas mãos da “organização”. Ele foi rendido exatamente como os militares da Polícia Ambiental e ficou preso sob a mira de uma arma por seis horas. “Assim que eu fiz a curva na estrada dei de cara com uns 15 homens encapuzados e fortemente armados. Eles me tiraram do carro e a partir daí vivi um inferno”, conta Elbrio. “Eles queriam que eu revelasse os segredos da fazenda: quantas pessoas trabalhavam lá, depósito de combustível, se tinha seguranças armados.” O sofrimento do funcionário se estendeu até o final da tarde, quando o grupo o arrastou até a sede da fazenda, dando tiros de escopeta próximo a seu ouvido. Em seguida, o obrigaram a assisti-los incendiando a propriedade e os tratores. “Nunca mais dormi bem”, diz Elbrio.

Com a morte à espreita, o medo transformou distritos inteiros em zonas despovoadas – verdadeiras vilas fantasmas – e criou uma massa de gente refugiada de sua própria terra, expulsa pela guerrilha. Em Jacilândia, das 25 casas de madeira da única rua do distrito, só oito estão habitadas. Até a igreja fechou suas portas. “O povo foi embora com medo dos guerrilheiros”, conta um dos moradores, um ancião que só admite a entrevista sob o anonimato. “Aqui não podemos falar nada. Para ficar de pé tem que se aprender a viver”, diz o velho agricultor. O silêncio e o abandono das terras são a mais dura tradução desse novo modo de viver. Maria, a mãe do agricultor assassinado, não esperou a missa de sétimo dia do caçula. Deixou para trás os 100 hectares, onde tinha 100 cabeças de gado e a casa recém-construída. Partiu para um lugar ignorado, sob a proteção de outro filho.

O SILÊNCIO
Naquele pedaço de terra, os poucos que, apesar de tudo, permanecem na área não têm rostos ou nomes. Quando interrogados pela polícia na apuração dos crimes, eles se tornam também cegos e surdos. “Não existe testemunha de nada”, reclama o delegado Gonçalves. A razão das infrutíferas apurações policiais é que os insurgentes presos são facilmente liberados pela Justiça. “Como eles usam a tática guerrilheira do uso de máscaras em suas ações, nós ficamos de mãos atadas para puni-los. Nunca se sabe quem de fato matou”, queixa-se o delegado. As únicas lideranças da LCP a enfrentar a prisão por causa de assassinatos foram Wenderson Francisco dos Santos (Russo) e Edilberto Resende da Silva (Caco), que se encontra foragido. Os dois foram acusados de participar do assassinato do trabalhador rural Antônio Martins, em 2003. Russo foi absolvido em primeira instância e os promotores recorreram da decisão ao Tribunal de Justiça.

MEDO OU CAUTELA?
“Nem com 50 homens armados eu tenho coragem de entrar nas terras deles”, diz o delegado Gonçalves

A ABIN SABE
Essa tensão é o pano de fundo de uma guerra psicológica que os ideólogos da organização avaliam como a ideal para que a área seja abandonada pelos fazendeiros. “A melhor forma de desocupar a área é destruindo o latifúndio”, nos disse um dos mascarados, chamado de Luiz por um colega. Na lógica da LCP, os fazendeiros têm que tomar prejuízo sempre, senão eles não abandonam a terra. À frente de 300 famílias da invasão da Fazenda Catanio, uma propriedade de 25 mil hectares, o guerrilheiro Luiz defende o confisco do gado para matar a fome dos invasores e considera que a “tomada” de terra é a forma legal de fazer uma “revolução agrária”. “Se esperarmos a Justiça, ficaremos anos plantados aqui”, diz ele.

A audácia dos militantes da LCP é tanta que no ano passado mais de 200 deles marcharam encapuzados pelas ruas do município de Buritis, a 450 quilômetros de Porto Velho, até parar na porta da delegacia, onde exigiram a saída do delegado Gonçalves da comarca. Motivo: ele tinha prendido um dos líderes da facção guerrilheira. Não satisfeitos, os bandoleiros bateram às portas do Ministério Público e da Justiça exigindo que os titulares dos órgãos também se afastassem. O fato foi reportado ao Ministério da Justiça, ao presidente Lula e ao governo estadual. Até agora, não houve nenhuma resposta. “Ninguém leva a sério nossas denúncias. Eles pensam que estamos brincando, que a denúncia de guerrilha é um delírio”, indigna-se o delegado Gonçalves. “Isso vai acabar numa tragédia de proporções alarmantes, e aí sim vão aparecer os defensores dos direitos humanos”, critica ele. É exatamente nessa desconsideração das denúncias de promotores, juízes e militares que a Liga ganha força e cresce impunemente.

Tão trágica quanto o terror que esse grupo armado impõe às comunidades rurais é o fato de os governos estadual e federal saberem da existência desse bando armado – e não fazerem nada. Segundo o Dossiê LCP, um relatório confidencial da polícia de Rondônia, com 120 páginas, encaminhado em dezembro passado à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ao Exército e ao Ministério da Reforma Agrária, o grupo armado, além de cometer todo tipo de barbaridade, é financiado por madeireiros ilegais. Conforme o documento, a LCP controla uma área estimada em 500 mil hectares, onde doutrina mais de quatro mil famílias de camponeses pobres espalhadas por mais de 20 assentamentos da reforma agrária distribuídos pelos Estados de Minas Gerais, Pará e Rondônia. “Eles estão na contramão do que é contemporâneo. Mas, de fato, formaram um ‘Estado’ paralelo”, entende Oswaldo Firmo, juiz de direito da Vara especializada em Conflito Agrário do Estado de Minas Gerais.

FORÇA-TAREFA
Documentos em poder de ISTOÉ comprovam que as autoridades federais têm feito ouvidos de mercador para o problema. No dia 11 de janeiro de 2008, o ouvidor agrário do governo federal, desembargador Gercino José da Silva Filho, acusou o recebimento das denúncias encaminhadas a ele sobre as ilegalidades cometidas por integrantes da Liga dos Camponeses Pobres. Mais uma vez, nada foi feito. “Eles dizem que sabem de tudo, mas cadê a ação?”, questiona o major Nascimento, comandante da Polícia Militar Ambiental de Rondônia. “Essa situação aqui só será resolvida em conjunto com outras forças militares”, admite o major. Foi o que aconteceu no Estado do Pará, em novembro passado, na chamada Operação Paz no Campo, quando uma ação envolvendo o Exército, as polícias civil e militar e a Polícia Federal desocuparam um acampamento da LCP na Fazenda Fourkilha, no sul do Estado. Com dois helicópteros, 200 homens e 40 viaturas, a força-tarefa cercou o local, prendeu cerca de 150 militantes e recolheu um verdadeiro arsenal de guerra. “Precisamos da mão forte do Estado. Aqui somos tratados como cidadãos marginais”, emenda o fazendeiro Sebastião Conte.  ”

RICA

FIDEL CASTRO (CUBA ) x RACHEL SHEHERAZADE (BRASIL)……….

JORNALISTA RACHEL  SHEHERAZADE (SBT)….. INCOMODOU ATÉ O DITADOR CUBANO FIDEL CASTRO.  Pelo menos  foi o que li no site do JOSELITO MULLER – Jornalismo de Verdade – sobre o famoso episódio em que a comentarista RACHEL, criticou a benevolência com  que é tratado o menor criminoso …ou melhor, , corrigindo, o menor “infrator” na lei do ECA – Estatuto do Menor e do Adolescente no Brasil….Vejam a ameaça  de  fuzilamento que o FIDEL fez a RACHEL…Óbvio….depois desta do FIDEL, a RACHEL, não poderá sequer fazer turismo em Cuba, enquanto o FIDEL for o mandão na Ilha…….

Fidel Castro: “Rachel Sheherazade não tem o menor respeito pelos direitos humanos”

Rate This

Imagem 
  Este é o FIDEL…………..                                         Esta é a RACHEL…….

”  O ex-presidente cubano Fidel Castro decidiu romper o silencia na manhã de hoje e em conversa com nossa reportagem falou, entre outros assuntos, da polêmica envolvendo a jornalista do SBT Rachel Sheherazade, em razão de comentário feito pela mesma recentemente sobre a agressão sofrida por um menor infrator por populares.

“Es un absurdo ló que esta mujer habló. Ella no tiene ningum respecto por los derechos humanos. Se fosse cá en Cuba, nosotros a fuzilaríamos na hora”, declarou Fidel.

A declaração foi corroborada por entidades defensora dos direitos humanos em todo o planeta, tais como o Partido Comunista Chinês, as FARC’s, o Instituto Pol Pot e a Associação dos Pederastas de Brasília.

Procurada por nossa equipe, Sheherazade não quis falar sobre o assunto.  ”

DILMA DO PT DETONA SALÁRIO DOS APOSENTADOS….MAIS UMA VEZ FICA PROVADO….PT PERSEGUE OS APOSENTADOS DO PAÍS…..

DILMA  (PT)…..OBRIGA OS APOSENTADOS A PAGAREM A CONTA DOS ERROS COMETIDOS DESDE O LULA…..APOSENTADOS SEM AUMENTO IGUAL AO MÍNIMO ……VÃO PARA A LATA DO LIXO…..De novo, mais uma vez, COMO FEZ O LULA (PT), a DILMA (PT), nega-se a corrigir os salários dos aposentados do país e  condena TODOS os aposentados a GANHAREM UM SÓ SALÁRIO  MÍNIMO DENTRO DE UNS OITO ANOS…. devido ao aumento  maior do salário mínimo,  diferenciado dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo……..É uma ingratidão acachapante….vergonhosa para o PT, que se diz….PARTIDO DOS TRABALHADORES.  Detalhe,  não é falta de grana como alega a  DILMA, pois o senador PAULO PAIM  (PT), PROVOU QUE A ARRECADAÇÃO DO INSS NO PAÍS TEM SUPERÁVIT E NUNCA FOI   DEFICITÁRIA………….OCORRE QUE A ILUSTRE DILMA,  LANÇA MÃO DA GRANA DO  INSS,  PARA PAGAR OS JUROS ALTOS DOS BANQUEIROS QUE LHE EMPRESTAM GRANA A PESO DE OURO (juros maiores do mundo).   Vejam ( da Veja), a matéria que desgraça a vida dos aposentados…..

https://lintomass.files.wordpress.com/2015/03/e1152-charge_aposentado-gif.png?w=570

Dilma assina MP sem reajuste do mínimo para aposentados e pensionistas

Medida mantém política de valorização do salário mínimo, mas sem emenda que garantia correção a aposentados e pensionistas – o que elevaria os gastos do governo em um momento de corte de gastos

Por: Marcela Mattos, de Brasília24/03/2015 às 18:49 – Atualizado em 24/03/2015 às 19:24

”  Temendo uma derrota no Congresso, a presidente Dilma Rousseff decidiu editar nesta terça-feira uma medida provisória para garantir a aprovação da política de valorização do salário mínimo antes de 1º de maio, quando se comemora o Dia do Trabalhador. Com a popularidade em queda livre, a presidente fez um apelo para que os parlamentares aceitassem a proposta via canetada presidencial.

Ao editar a medida provisória, Dilma garante que o texto possa imediatamente entrar em vigor e supera a queda de braço travada no Congresso em torno da proposta. No último dia 10, o texto-principal de projeto de mesmo teor do editado pela presidente foi aprovado, mas faltava a análise de uma emenda que elevaria os gastos do governo em um momento de corte de gastos: a que estenderia a correção aos benefícios de aposentados e pensionistas – medida proposta pela oposição que foi descartada na MP editada nesta tarde.

Em entrevista nesta manhã, o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) afirmou que a extensão dos critérios adotados com o mínimo é inconstitucional e destacou que cada ponto percentual de aumento no reajuste dos aposentados teria um impacto fiscal de 2 bilhões de reais nas contas da Previdência.  ”

MUDANÇA NA LEI ELEITORAL…..PRÓXIMO O FIM DAS COLIGAÇÕES PROPORCIONAIS……

PROPOSTA DE PEC – PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL PASSOU NO SENADO.  Agora deve seguir para a Câmara  Federal……se passar teremos o fim das coligações entre os partidos, para eleição de vereador, deputado estadual e federal…Os partidos então deverão lançar chapas puras……Vejam a notícia (Senado Notícias)……

Fim das coligações nas eleições proporcionais passa no Senado e segue para Câmara

Tércio Ribas Torres | 24/03/2015, 19h01 – ATUALIZADO EM 25/03/2015, 10h46  

”  O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (24), em segundo turno, o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40/2011, do ex-senador José Sarney (PMDB-AP), havia sido aprovada em primeiro turno há duas semanas e faz parte de um grupo de matérias relacionadas à reforma política selecionadas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, e pelos líderes partidários.

Foram 62 votos a favor e apenas três contrários, além de uma abstenção. Para uma PEC ser aprovada, é preciso o apoio de três quintos dos senadores, ou seja, no mínimo 49 votos. A matéria agora segue para análise da Câmara dos Deputados. Pela proposta, somente serão admitidas coligações nas eleições majoritárias – para senador, prefeito, governador e presidente da República. Fica assim proibida a coligação nas eleições proporcionais, em que são eleitos os vereadores e os deputados estaduais, distritais e federais.  ”

” OPERAÇÃO LAVA”…MAIS BOMBA PARA O PT ?

AS MULHERES NA CORRUPÇÃO SEMPRE  ENTREGAM O JOGO…..Sempre que temos casos de corrupção no país, as mulheres dos corruptos, acabam entregando o gajo pulha , sangue suga da Nação.   Os exemplos são inúmeros….A revista Veja publica na coluna radar do Lauro jardim, uma nota que pode complicar ainda mais o LULOPETISMO nas corrupções da Petrobras….Vejam esta notinha….pequenininha …que pode virar UMA BAITA NOTÍCIA……

Renato Duque diz que sua esposa nunca esteve com Lula ou Okamotto

RENATO DUQUE.  Homem da extrema confiança do ZÉ DIRCEU ,do PT.Atolado até o talo na “Lava Jato”.

LAVA JATO.

” BOMBA-RELÓGIO.  A mulher de RENATO DUQUE , Maria Auxiliadora, é uma bomba-relógio  prestes a   explodir, na avaliação de quem conhece o casal ” .

PT PRIVATIZA DE FORMA MASCARADA A BR DISTRIBUIDORA ?

A NOTÍCIA ESTÁ NA REVISTA VEJA DESTA SEMANA, NA COLUNA RADAR DO LAURO JARDIM.  Sem maiores comentários,  transcrevo esta nota sobre a possibilidade do PT entrar na privatização da Petrobras….Vejam. a bomba para os fanáticos e empedernidos militantes do PT na redes sociais, que ficam exaltando um nacionalismo xenófobo da Petrobras,  que há muito tempo foi para as “cucuias”, com a privatização de poços de petróleo do pré sal, na época da ministra GLEIESI HOFFMANN,  no primeiro governo  da DILMA do PT…….

Resultado de imagem para simbolo da petrobras  Resultado de imagem para simbolo da petrobras

“UM MEGANEGÓCIO.  O Bradesco esticou o olho sobe a BR DISTRIBUIDORA. Existe a intenção de comprar 49 % da estatal, ficando com a GESTÃO do negócio, por meio de um ACORDO DE ACIONISTAS. O tema deve entrar na pauta da reunião do conselho da Petrobras marcada para os próximos dias. “