QUESTIONADO SUPOSTO ENVOLVIMENTO DE SENADORA DO PT…..

” SERIA MAIS UMA PONTA DE ICEBERG DO PT NACIONAL ?  “

NO MOMENTO É SÓ ESPECULAÇÃO MAS VALE O REGISTRO.  Os jornalistas DIOGO MAINARDI e MARIO SABINO do blog O ANTAGONISTA, divulgaram esta notícia que segue, E QUE  O SITE….” UCHO.INFO A MARCA DA NOTÍCIA” de 4/11/15,  divulgou……. Vejam…

Blog denuncia nova conexão paraguaia de Gleisi Hoffmann, que envolve obra superfaturada em Itaipu

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Jamais o apelido de Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) no Paraná, “Barbie Paraguaia”, fez tanto sentido como agora. O blog “O Antagonista”, dos jornalistas Diogo Mainardi e Mario Sabino, acaba de denunciar mais uma conexão suspeita da senadora petista com o Paraguai. O blog questiona uma brutal e inexplicável diferença de custos na construção de duas linhas de transmissão da Itaipu com as mesmas dimensões e características, mas em anos distintos.

“Uma obra executada em 2011 pode custar o dobro de uma idêntica construída este ano? Se essa obra foi feita pelo governo do PT, sim. E foi exatamente isso o que aconteceu no Paraguai”, diz o blog.

“Trata-se da linha de transmissão de 500kV entre Itaipu e Villa Hayes, executada em 2011 por US$ 170 milhões. Este ano, uma linha idêntica em potência e dimensão será construída entre Ayolas e Villa Hayes por US$ 89,7 milhões”, prossegue.

A seguir, Mainardi e Sabino esclarecem as conexões de Gleisi com o esquema canhestro. “Quem comandava Itaipu era Jorge Samek, indicado pelo casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann. A hidrelétrica tinha entre seus conselheiros João Vaccari Neto. O presidente paraguaio era o ex-bispo polígamo Fernando Lugo”.

O caso está fervendo no Paraguai e pode se tornar um escândalo binacional, assim como a Itaipu. “O caso foi denunciado pelo jornal ABC Color e levou a Contraloría General de la República – equivalente à CGU – a abrir uma investigação. Até o presidente Horácio Cartes manifestou-se no Twitter: “Transparencia en primer lugar”.

Gleisi já trabalhou na Hidrelétrica de Itaipu, onde ocupou a diretoria financeira. Sua relação com o companheiro Jorge Samek é tão boa e fraterna que, em 2006, quando pediu para deixar do cargo com o objetivo de disputar (e perder) uma vaga ao Senado, o companheiro diretor brasileiro da usina exonerou-a para que embolsasse o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Quando o escândalo veio à tona, Samek justificou a benesse com o argumento de que “Gleisi é pobre”. Hoje, a senadora paranaense é alvo das operações Lava-Jato e Pixuleco II, por conta de envolvimento com esquemas de corrupção na Petrobras e no Ministério do Planejamento, que à época da maracutaia era comandado por seu marido, o também petista Paulo Bernardo da Silva.

Que a binacional Itaipu é uma “caixa de Pandora” todos sabem, mas o que vem ocorrendo na hidrelétrica desde a chegada do PT ao poder central é um absurdo sem precedentes.

No afã de sufocar notícias contrárias ao partido e ao governo dos camaradas, alguns interlocutores falam em nome da empresa de geração de energia e oferecem polpudas mesadas para que alguns jornalistas mudem a essência das matérias. Em uma das tentativas de calar profissionais da imprensa, a oferta chegou a R$ 200 mil mensais, mas a “companheiradas” ficou a ver navios em meio às Cataratas do Iguaçu.

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O QUE DIZ A ITAIPU SOBRE ESTAS ACUSAÇÕES ?  A resposta da ITAIPU a estas acusações , estão no site do F. Campana, conforme registro como contraditório:

Nota de esclarecimento da Itaipu

”  Prezado Fábio, sobre a nota divulgada em sua coluna, em relação à diferença de custos da Linha de 500 kV construída por Itaipu e a Linha que será construída pela Ande, no Paraguai, a Itaipu Binacional esclarece:

A comparação de valores de US$ 160 milhões da Linha de 500 KV entre a Itaipu e a Subestação da Villa Hayes, em Assunção, licitada em 2011, e a Linha de 500 kV, interligando a usina de Yaciretá e Villa Hayes, licitada em 2015, no valor de US$ 90 milhões, deve levar em consideração os índices de inflação e, sobretudo, a variação cambial, que foram significativos no período.

Em 2011, o dólar equivalia a US$ 1,90, e em 2015, o dólar está cotado em média a US$ 3,80. Somente a variação cambial por si só explica a diferença de preço em dólares entre os dois empreendimentos.  ”

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