TRATAMENTO AS MULHERES NO ESTADO ISLÂMICO…..HORROR É POUCO….

” EM PLENO SÉCULO 21″……

ATÉ ONDE VAI ESTE ESTADO ISLÂMICO ?  O domínio pelo terror e atrocidades  violentas e mortes rápidas por degola etc. é a marca que o chamado “estado islâmico”, que  impôs este sistema como arma de guerra psicológica, para amedrontar e aterrorizar a todos que discordam de suas posições radicais religiosas.

AS MULHERES. O tratamento dado as mulheres pelas regras deste estado inusitado, também entram neste jogo de horror de atrocidades psicológicas, através do uso das mulheres como escravas sexuais num mercado de “leilão”, além do trabalho óbvio de donas de casa……. Vejam como funciona este “mercado” de escravas sexuais no “estado islâmico”…..(Ref. UOL – BOL)….

Estado Islâmico tem determinação sobre quem pode fazer sexo com escravas 29/12/201510h06

Por Jonathan Landay, Warren Strobel e Phil Stewart
De Washington

  • BBC

    Mulher que diz ter sido vendida como escrava sexual pelo Estado Islâmico

    Mulher que diz ter sido vendida como escrava sexual pelo Estado Islâmico

Teólogos do Estado Islâmico emitiram uma decisão extremamente detalhada sobre quando “donos” das mulheres escravizadas pelo grupo extremista podem ter relações sexuais com elas, em uma aparente tentativa de conter o que eles chamaram de violações no tratamento das capturadas.

Reprodução/Daily Mail

(mulheres escravas do sexo no estado islâmico)

A decisão, ou fatwa, tem força de lei e parece ir além das conhecidas declarações anteriores do Estado Islâmico sobre o assunto, disse um destacado estudioso desse grupo jihadista. A medida lança nova luz sobre a forma como o grupo está tentando reinterpretar centenários ensinamentos para justificar a escravidão sexual de mulheres em áreas da Síria e do Iraque que controla.

A fatwa estava entre um enorme acervo de documentos capturados por Forças de Operações Especiais dos Estados Unidos durante um ataque que tinha como alvo um alto funcionário do Estado Islâmico na Síria, em maio. A Reuters viu alguns dos documentos, que não foram previamente publicados.

Entre as normas religiosas estão a proibição de pai e filho manterem relações sexuais com a mesma escrava; e o proprietário de uma mãe e filha fazer sexo com ambas. A relação sexual também é proibida para coproprietários de uma prisioneira do sexo feminino porque ela é vista como “parte de uma propriedade conjunta”.

A Organização das Nações Unidas e grupos de defesa dos direitos humanos acusam o Estado Islâmico do rapto e estupro sistemático de milhares de mulheres e meninas, especialmente membros da minoria yazidi no norte do Iraque. Muitas têm sido dadas aos combatentes como uma recompensa ou são vendidas como escravas sexuais.

Longe de tentar esconder a prática, o Estado Islâmico se vangloriou disso e criou um departamento de “despojos de guerra” para gerenciar a escravidão. A Reuters informou na segunda-feira (28) sobre a existência do departamento.

Em um relatório de abril, a Human Rights Watch entrevistou 20 fugitivas do sexo feminino que contaram como combatentes do Estado Islâmico separavam as moças e meninas de homens e meninos e mulheres mais velhas. Elas foram levadas “de uma forma organizada e metódica para vários lugares no Iraque e na Síria” e eram então vendidas ou dadas como presentes, e repetidamente violadas ou submetidas a violência sexual.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: