DILMA (PT) NO SUFOCO…NA PAURA…COM MEDO DE SER APEADA DO PRESIDÊNCIA ? FORAM DEZ MIHÕES NA PRESSÃO? ?

“ARRANCARAM R$ 10 MILHÕES DE REAIS NA MARRA, NA PRESSÃO, NA MÃO GRANDE…. PARA  A CAMPANHA DA DILMA DO PT “??

CONEXÃO DO PROCESSO DE CASSACÃO DA DILMA DO TSE, COM O PROCESSO – LAVA JATO – PODE LEVAR PROVAS MATERIAIS CONTRA A DILMA……A divulgacão desta notícia bomba está no site VOX POLÍTICA (facebook)…   Na justica, um processo em julgamento, poderá emprestar PROVAS de outro processo,  provas materiais estas, ou provas testemunhais, para reforço e convencimento do juíz que estará  julgando o segundo processo.   Neste caso, consta prova contra a DILMA do PT, no processo lava jato, o que poderá alavancar a cassação da “honestíssima”presidente DILMA que nunca viu, OUVIU E ESCUTOU nada nestes 13 anos de poder da PETEZADA  em Brasília……VEJAM O SUFOCO DELA….

 

Dilma pede que TSE não use informações da Lava Jato em processo de cassação

Entre os dados está a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, que afirma ter sido pressionado a doar R$ 10 milhões à campanha da petista.

Foto oficial de Dilma Rousseff. (Ela pode perder esta faixa ?)

A defesa da presidente Dilma Rousseff pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que desconsidere os dados colhidas no âmbito da Operação Lava Jato no julgamento das Aijes (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) apresentadas pelo PSDB à Corte.

De acordo com o documento assinado pelo coordenador jurídico da campanha da petista, Flávio Caetano, os depoimentos obtidos pela Polícia Federal “não têm pertinência” com o que é discutido no TSE e “são provas emprestadas sobre as quais não se garantiu o direito ao contraditório”. Os argumentos estão no documento encaminhado à relatora do caso, ministra Maria Thereza de Assis Moura, e foram divulgados hoje, dia 9, pelo jornal “Folha de São Paulo”.

Entre as informações que já foram encaminhadas pelo juiz Sergio Moro à corregedoria do TSE está a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, que afirma ter sido pressionado a doar R$ 10 milhões à campanha de Dilma, em 2014. Segundo Pessoa, desse total foram pagos R$ 7,5 milhões. O restante não foi repassado porque o empreiteiro acabou preso na Lava Jato.

Para o vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão “o argumento de que essa documentação não pode ser admitida como prova emprestada não se aplica à hipótese, tendo em vista que as denúncias e sentenças encaminhadas não constituem, em si, prova de qualquer dos fatos nelas referidos”.

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