Archive for 3 de Março, 2016

É NA…..”BATATA”….

ALÔ MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA….ALÔ COPEL (GOV. ESTADO DO PARANÁ)……Que tal desenvolver um programa de geracão de energia para as  comunidades mais carentes, nos fundões dos núcleos mais  isolados do país ?  Vamos trabalhar ?  Vamos desenvolver um kit com novas técnicas de geração de energia ? 

PARECE PIADA….MAS É VERDADE….  Vejam como uma batata,  SIM UMA BATATA,  pode servir de bateria para iluminação…..(Ref. BBC Brasil)….

Como iluminar um quarto por 40 dias só com uma batata

  • 21 outubro 2014

O pesquisador Haim Rabinowitch e seus colegas dedicaram os últimos anos para tentar criar aparelhos “movidos a batata” – extraindo energia elétrica do tubérculo.

A ideia parece absurda, mas o cientista da Universidade Hebraica de Jerusalém em Israel, diz que, com placas de metal, fios e lâmpadas, é possível gerar energia assim.

“Uma batata tem potência suficiente para iluminar um quarto com lâmpada LED por 40 dias”, diz o Rabinowitch.

Os princípios desta técnica já são ensinados há anos nos colégios e conhecidos desde 1780, quando o italiano Luigi Galvani fez as primeiras experiências do tipo. Mas a tecnologia desenvolvida em laboratório aumenta muito a potência.

A bateria com material orgânico é criada com auxílio de dois metais: um ânodo (um metal como zinco, com eletrodos negativos) e um cátodo (cobre, que possui eletrodos positivos). O ácido dentro da batata forma uma reação química com o zinco e o cobre que libera elétrons, que fluem de um material para o outro. Nesse processo, a energia é liberada.

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‘Super batata’

Em 2010, os cientistas da universidade de Jerusalém começaram a fazer experiências com diversos tipos de batatas para descobrir como aumentar a eficiência energética.

Eles descobriram que uma medida simples – cozinhar as batatas por oito minutos – quebra os tecidos orgânicos e reduz a resistência, facilitando o movimento dos elétrons e produzindo mais energia.

Outra mudança pequena – fatiar a batata em quatro ou cinco pedaços – aumentou a eficiência energética em até dez vezes.

Esses testes conseguiram comprovar que pode ser economicamente viável usar as batatas como fontes de energia.

“É energia de baixa voltagem, mas é suficiente para construir uma bateria que poderia carregar telefones celulares ou laptops em lugares onde não há rede de energia”, diz Rabinowitch.

A análise de custos que eles fizeram sugere que uma batata cozida ligada a placas de cobre e zinco pode gerar energia a um custo de US$ 9 por quilowatt-hora. O custo da energia gerada por uma pilha alcalina AA de 1,5 volt chega a ser 50 vezes maior. As lâmpadas de querosene – usadas em muitos ambientes remotos para iluminação – costumam ser seis vezes mais caras.

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Alimento ou fonte de energia

Por que, então, as batatas não são usadas em todo o mundo como fonte de energia?

O mundo produziu, em 2010, 324 milhões de toneladas de batatas. O alimento é plantado em 130 países. É barato, fácil de ser estocado e dura muito tempo.

Com 1,2 bilhão de pessoas sem acesso a luz elétrica no mundo, a batata poderia ser a resposta. Rabinowich sugere que a falta de divulgação sobre a potencial da batata como fonte de energia elétrica é parte do problema.

Mas autoridades dizem que a questão é mais complexa.

Com tanta fome no mundo, o uso de alimentos como fonte de energia é polêmico.

“A primeira pergunta a se fazer é: há batatas suficiente para comermos”, pergunta Olivier Dubois, autoridade em recursos naturais da FAO, agência da ONU para agricultura e alimentos.

Há lugares em que isso seria impraticável. No Quênia, a batata só perde para o milho como fonte de alimentação.

Em outros países, há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. No Sri Lanka, pesquisadores estudam a forma de otimizar o uso da energia elétrica com bananas. As mesmas técnicas – cozinhar e fatiar – funcionaram.

Os custos de se desenvolver uma tecnologia desse tipo e distribuir entre pessoas que necessitam de energia elétrica podem parecer economicamente viáveis. Fabricar placas de zinco e cobre é mais barato do que uma lâmpada de querosene. Mas ainda há outro tipo de resistência à técnica.

Gaurav Manchanda vende painéis solares no Quênia, que são colocados nos telhados de casas. Ele diz que muitos dos seus clientes não procuram apenas seu produto devido à eficiência energética ou preço.

“Eles precisam ver valor no produto, não só em termos de desempenho, como também de status social”, conta Manchanda. Uma bateria a base de batatas não é algo que impressione muito a vizinhança.

Leia a versão original em inglês desta reportagem no site BBC Future.

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VENEZUELA “CHAVISTA BOLIVARIANA COMUNISTA “…. A BEIRA DO CAOS….

“VENEZUELA A BEIRA DO ABISMO”….

NA VENEZUELA SÓ AUMENTA A CRISE POLÍTICA E ECONÔMICA…..È,  parece que a proposta  “sócio-política comuno – bolivariana”, engendrada  no FORO DE  SÃO PAULO, pelo Fidel Castro, Lula  /  Dilma, Evo Morales e cia., não está dando certo e só tem gerado crise em cima de crise.  Talvez  seja por isto que os eleitores latino americanos estão derrotando esta proposta bolivariana tipo “mata  – consumo”, nas urnas, tal como ocorreu na Argentina, na Venezuela e mais recente na Bolívia onde o EVO MORALES, faminto e sôfrego por um quarto mandato de presidente, recebeu um sonoro  NÃO dos eleitores bolivianos….Vejam como está a situação  da Venezuela. em matéria gerada na Venezuela via UOL – BOL….

 

Análise: Venezuela está à beira do abismo e não há diálogo sobre futuro03/03/201613h11

  • Palacio Miraflores/Reteurs

(Bloomberg) – Quando o governador Henri Falcón faz sua corrida matinal por Barquisimeto, centro operacional do coração agrícola da Venezuela, ele cruza uma paisagem desalentadora.

Ainda não amanheceu e centenas de consumidores suados fazem fila para comprar alimentos, os bairros estão no escuro por causa dos contínuos blecautes e os hospitais estão tão lotados que os doentes precisam dividir as macas.

Falcón é uma raridade em um país profundamente polarizado: um advogado e ex-militar que se rebelou contra o falecido Hugo Chávez, mas que continua no poder como um personagem da oposição.

Então, três meses depois da vitória esmagadora dos opositores no Congresso, que prometia grandes mudanças nesse país socialista, vale a pena escutar a visão de Falcón sobre a situação.

Enquanto corre, cumprimentando os eleitores, ele aponta para as filas, os blecautes, a superlotação e a criminalidade. Ele menciona a queda dos preços do petróleo e a vitória da oposição.

E, entre um passo e outro, ele diz que não se deve esperar nenhuma mudança em breve; o sofrimento vai piorar porque o governo do presidente Nicolás Maduro não vai aceitar nenhum risco de que seu poder diminua.

“Estamos à beira do abismo, uma catástrofe para o país”, disse ele. “Mas não estamos enfrentando um adversário paralisado. Seria ingênuo pensar assim”.

Bem-estar populista

Com um controle firme do setor petroleiro –a única fonte de renda do país– Maduro conservou elementos fundamentais dos programas populistas de bem-estar e cuidou bem dos militares, para não correr o risco de ser deposto por eles.

Os líderes da oposição, apesar de suas promessas de um novo amanhã, estão transmitindo sinais contraditórios sobre a velocidade de atuação, insistindo que o governo que meteu o país nessa situação deve se responsabilizar por ela.

“Politicamente, o país está congelado”, disse Carlos Romero, cientista político da Universidade Central da Venezuela. “Economicamente, nem o governo nem a oposição querem assumir os custos dos ajustes”.

Diante de dívidas de bilhões de dólares que vencem neste ano, Maduro fez no mês passado os tão aguardados ajustes econômicos.

Ele reorganizou os controles cambiais, aumentou o preço da gasolina em mais de 60 vezes (mas encher o tanque ainda continua custando centavos) e arrendou grandes faixas dos depósitos nacionais ricos em petróleo e minerais para investidores estrangeiros.

Mesmo assim, após anos de má gestão e de uma queda de mais de 70% do preço do petróleo, muita gente continua descrente de que as últimas medidas de Maduro farão algo mais do que estender temporariamente a vida de seu governo.

“As medidas dão um pouco de fôlego ao governo para evitar um calote, mas não são suficientes para evitar a crise econômica”, disse o economista venezuelano Alejandro Grisanti, que trabalhou na Barclays Capital.

O FMI projeta que a inflação – que já é de três dígitos – vai aumentar para mais de 700% e que a economia vai se contrair pelo terceiro ano consecutivo. Em outras palavras: os venezuelanos vão ficar ainda mais pobres.

Esperança

Com suas leis entravadas e a recém-adquirida maioria amplamente ignorada, a oposição está se unindo lentamente em torno do objetivo de derrubar Maduro através de meios constitucionais antes de 2019, o fim do mandado do presidente.

Uma série de medidas está sendo proposta agora. Entre as opções, reformar a Constituição, reescrevê-la completamente e convocar um plebiscito. Mas muitos desconfiam que esse processo não vai avançar com rapidez.

“A esperança dos venezuelanos de que haja uma mudança imediata no governo é, na prática, uma ilusão”, disse José Vicente Haro, especialista em direito constitucional em Caracas.

A menos que Maduro renuncie, alguns acreditam que o fim do impasse político da Venezuela só vai acontecer quando a situação piorar ainda mais.

Os venezuelanos em geral sentem que os políticos rivais estão encontrando pouco terreno em comum. Em pé, atrás de uma multidão que está esperando para comprar mantimentos, Beatriz Pérez, uma dona de casa de 26 anos em Barquisimeto, balançou a cabeça demonstrando sua incredulidade de que seja possível chegar a um acordo. Mas ela ainda não vai desistir.

“A esperança é a última que morre”, disse ela.

RATINHO JUNIOR (PSC)….PARA ONDE VAI ? QUAL SEU FUTURO POL[ÍTICO ?

ROGERIO GALINDO – SITE CAIXA ZERO – GAZETA DO POVO, publica matéria sobre o futuro político do deputado estadual RATINHO JUNIOR (PSC), que nos parece…bate com a realidade do momento….Vejam….

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 01/03/16 2:57:29 PM

Ratinho desiste de campanha para prefeito e cogita ir para o PSD

Ratinho Junior– Secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano
Carlos Roberto Massa Junior – Ratinho Junior

Ratinho Jr. fez uma longo almoço nesta terça com os deputados

Ratinho Jr. fez uma longo almoço nesta terça com os deputados de seu partido, o PSC. A pauta do dia era o convite feito por Gilberto Kassab para que Ratinho vá ao PSD, com o compromisso de ter legenda para ser candidato ao governo do Paraná em 2018.

Nada foi decidido. Por enquanto, Ratinho está apenas na fase de consultar os deputados. Como principal liderança da sigla, o secretário sabe que sua decisão pode ter impacto na vida dos deputados e prefeitos que foram com ele para o PSC.

Aos aliados, também deixou claro que não é candidato a prefeito de Curitiba em 2016.

Entenda o que está em jogo:

O que Ratinho ganharia no PSD?
Primeiro, tempo de tevê. O PSD tem a quarta bancada na Câmara dos Deputados. É muito mais forte do que o pequeno PSC. Além disso, o partido de Kassab tem o Ministério das Cidades, que poderia injetar dinheiro na secretaria de Ratinho, do Desenvolvimento Urbano. Com isso, ele teria como atender prefeitos e ganhar apoios no interior.

Qual seria o lado negativo?
Ratinho passou anos construindo o PSC. Montou a base municipal e hoje tem a maior bancada na Câmara de Curitiba. Montou a base estadual e hoje o PSC é a maior bancada na Assembleia. Agora, está filiando prefeitos no interior. E nem todo mundo irá com ele.

Os deputados vão seguir Ratinho?
Segundo disse no almoço, os deputados são livres para fazer o que acharem melhor. Há alguns que estariam mais dispostos a sair, como Guto Silva, e outros decididos a ficar no PSC, como os pastores evangélicos.

Ratinho pode ficar com as duas legendas?
Aparentemente, esse é o plano. No PSD, dividiria o poder com Eduardo Sciarra, Ney Leprevost, e outros. Com o apoio de Kassab, teria carta branca para seu principal projeto, disputar o governo. E no PSC teria vários aliados que poderiam jogar com ele.

E a prefeitura de Curitiba?
Ratinho poderia apoiar um candidato de outro partido. O PSD tem pré-candidato, Ney Leprevost. Nada ainda sobre isso está claro. Mas Ratinho, aparentemente, está mesmo fora da disputa.

PRESTÍGIO DE RATINHO JUNIOR (PSC) EM ALTA EM CURITIBA…..

Ratinho Junior (PSC)…..sai candidato a prefeito de Curitiba ?

EMBORA TALVEZ NÃO SAIA CANDIDATO A PREFEITO DE CURITIBA… RATINHO JUNIOR LIDERA PESQUISA…(Ref. Gazeta do Povo)….VEJAM….

Ducci, Ratinho Jr. e Fruet: os três principais candidatos em 2012 despontam como favoritos para 2016 | Ducci, Ratinho Jr. e Fruet: os três principais candidatos em 2012 despontam como favoritos para 2016

SUCESSÃO MUNICIPAL

Com 38%, Ratinho Jr. lidera pesquisa para a prefeitura de Curitiba em 2016

Fruet tem 17% das intenções de voto e Ducci, 10%. Num cenário sem o político do PSC, o prefeito estaria à frente de Ducci por 25% a 17%

  • 05/01/2015
  • 22h11
  • Chico Marés

Texto publicado na edição impressa de 06 de janeiro de 2015

Após votação recorde para deputado estadual, Ratinho Jr. (PSC) aparece como principal adversário do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), para a eleição municipal de 2016. Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela Gazeta do Povo, mostra que o atual secretário estadual de Desenvolvimento Urbano teria 38% das intenções de voto caso desejasse participar da eleição – contra apenas 17% do atual prefeito. 

INFOGRÁFICO: Veja a intenção de voto para a prefeitura de Curitiba

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O ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) aparece em terceiro, com 10% da preferência do eleitorado – em empate técnico com Requião Filho (PMDB), Fernando Francischini (SD) e Ney Leprevost (PSD). Sem Ratinho no páreo, Fruet aparece na liderança, com 25%. Nesse cenário, Ducci teria 17%.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor diz em quem votaria sem ser estimulado pelo pesquisador, 85% dos eleitores de Curitiba não souberam responder qual candidato escolheriam. Fruet ficou com 5% e Ratinho com 4%. 

Reaproximação

Apesar de a eleição ser somente no segundo semestre do ano que vem, a pesquisa mostra que as recentes tentativas de aproximação entre Fruet e Ratinho podem ser benéficas para o atual prefeito. Em dezembro, Fruet apoiou um correligionário de Ratinho, Ailton Araújo (PSC), para a presidência da Câmara Municipal. Ter o secretário ao seu lado pode ser um fator decisivo na eleição. Neste momento, Ratinho não só aparece melhor colocado que o pedetista como supera a própria votação no primeiro turno de 2012, quando fez 34% dos votos – e chega perto dos 39% que fez no segundo turno. 

Para o diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, Ratinho tem mais chances hoje do que teve em 2012. “A pesquisa é clara em mostrar que ele é o principal adversário. O Fruet, na primeira eleição que disputou, não tinha rejeição. A prefeitura trouxe rejeição. Então, vejo que o Ratinho teria mais chance do que na vez passada”, afirma.

Ainda que esteja na liderança da corrida, é difícil saber se Ratinho terá interesse em disputar as eleições municipais. Ele não esconde que seu maior desejo é ocupar o Palácio Iguaçu e pode preferir tentar disputar a sucessão de Beto Richa (PSDB) em 2018. 

Mesmo sem Ratinho no páreo, a reeleição de Fruet está longe de ser tranquila. Em um cenário sem o candidato do PSC, ele teria 25% dos votos contra 17% de Ducci. Para Hidalgo, o ex-prefeito deve representar uma espécie de “anti-Gustavo” e buscar o voto dos eleitores insatisfeitos com a atual gestão. Além disso, há outros pré-candidatos que aparecem com potencial para, no mínimo, levar a disputa para o segundo turno, como Fernando Francischini e Requião Filho. 

Para o diretor do Paraná Pesquisas, ainda é cedo demais para qualquer prognóstico. Para ele, o cenário pode mudar ao longo dos próximos dois anos. Além disso, Hidalgo diz que é preciso considerar a influência da máquina pública. Ao contrário da eleição passada, quando era da oposição, Fruet terá a máquina da prefeitura a seu comando. Até o momento, ela trouxe mais rejeição do que apoio. Entretanto, isso pode mudar.

Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 1.º e 4 de dezembro de 2014, com 816 eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos.