EXTREMISTAS DO PT QUEREM MATAR JUIZ SERGIO MORO ? REPETEM AMEACAS DO MINISTRO BARBOSA ?

POR AMEACAS A INTEGRIDADE FÍSICA AO EX-MINISTRO JOAQUIM BARBOSA, OBRIGARAM-NO A APODENTADORIA…..QUEREM REPETIR A DOSE AO DR. MORO ?  A petezada do país, notadamente os militantes que fazem o papel de “policia política secreta”, do PT,  entraram no desespero total com a prisão do LULA, tal qual o fizeram na ocasião do mega escândalo do MENSALÃO DO PT, quando o antes intocável  cardeal do PT, JOÉ DIRCEU foi preso, coisa inconcebível para os fanáticos e empedernidos militantes que estão na  “fôia do PT”…..

POLÍCIA SECRETA DO PT REPETE A FÓRMULA ?  É, parece que sim…..com esta notícia  que li no site do jornalista J. Agostinho, onde está divulgado que o Dr.SERGIO MORO, que decretou a prisão preventiva do LULA, estaria sofrendo ameaças seguramente pelo mesmo esquema que partiu pra cima do ex-ministro JOAQUIM BARBOSA……

“SECRETAS” JÁ IDENTIFICADOS .  A diferenca do caso anterior do ministro BARBOSA, para este caso do Dr.  SERGIO MORO, está no fato de que a POLÍCIA FEDERAL e o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, estão blindando dia a dia o DR. MORO, com uso de aparatos moderníssimos de escuta e identificação dos “inteligentes” secretas pró LULA, e por isto, diz a matéria, estes “artistas” já foram identificados…..Vejam mais esta burrice do LULOPETISMO  tresloucado….

VEJA.COM

Ameaças de morte elevam segurança em torno de Moro

Juiz da Lava Jato resistia a mudar sua rotina, mas desde o depoimento de Lula conta com esquema ostensivo de proteção

CUIDADOS - Moro em Curitiba: protegido por agentes treinados em Brasília; no detalhe, um dos ataques feitos pela internetCUIDADOS – Moro em Curitiba: protegido por agentes treinados em Brasília; no detalhe, um dos ataques feitos pela internet(Vagner Rosario/VEJA)

Mesmo com a Operação Lava Jato já debruçada sobre políticos influentes e empresários poderosos, o juiz Sergio Moro sempre resistiu a qualquer mudança de rotina. 

Apesar dos alertas para cuidar da própria segurança, prosseguiu fazendo rigorosamente tudo o que fazia antes de assumir os processos e enfrentar a corrupção. 

Moro ia trabalhar de bicicleta. Frequentava restaurantes e shoppings de Curitiba e corria, sozinho, pelas ruas da cidade. 

Com o passar do tempo, aceitou fazer algumas concessões. Aposentou a bicicleta, passou a evitar programas familiares em lugares públicos e trocou o cooper ao ar livre pela esteira de uma academia. 

Mas nunca admitiu andar com escolta, embora estivesse no centro de uma atividade naturalmente fadada a despertar rancores. 

Por mais de uma vez, a Polícia Federal lhe ofereceu proteção. Sempre que ouvia a sugestão, o magistrado repetia uma pergunta: “Há alguma ameaça concreta?”. 

Não havia, mas aparentemente agora há. Desde a semana passada, Moro está sob a proteção de uma equipe de agentes altamente treinados.

Fazia tempo que o juiz era alvo de ataques virtuais, a exemplo do que aconteceu com o ex-ministro Joaquim Barbosa durante o julgamento do processo do mensalão. 

Mas nada que fosse suficiente para fazê-lo mudar de conduta. O ponto de inflexão brotou com a decisão de mandar a Polícia Federal conduzir o ex-presidente Lula para depor sobre suas ligações com o petrolão, na sexta-feira 4. 

A ordem de Moro, expedida como parte da 24ª fase da Operação Lava-Jato, atiçou a militância petista mais radical – em muitos casos, pode ser apenas histeria, dada a facilidade de gritar nas redes sociais.

Do ponto de vista policial, contudo, impõem-se cautela e atenção.

Ainda no dia da condução coercitiva de Lula, à medida que o ex-presidente e outros hierarcas do PT subiam o tom do discurso, mais agressivas se tornavam as ameaças da tropa cibernética.

Pelo menos três desses ataques resultaram em abertura de inquérito por um motivo muito simples: incitaram, entre outras barbaridades, ao assassinato do juiz da Lava-Jato.

“Chega de palhaçada de acreditar na democracia de direita. Matem o Moro”, escreveu no Twitter um agressor já identificado. 

“Tenhamos coragem. Matemos Moro e acabemos com esta festa”, emendou o militante. “Todos de esquerda nas ruas já e com armas! É guerra civil”, postou outro radical no Facebook. 

“Matar o Moro e todos os fascistas. É guerra”, prosseguiu. Mensagens desse quilate puseram a polícia e Moro em alerta. 

A “ameaça concreta” que o juiz paranaense dizia inexistir despontou como uma possibilidade real. 

Prudência agora é o nome do jogo. Desde aquela sexta-feira em que Lula depôs numa sala do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, agentes da Polícia Federal se revezam num esquema ostensivo ao redor de Moro. 

Em paralelo, policiais rastreiam a origem das ameaças e de telefonemas que o magistrado tem recebido. 

“Identificaremos todos eles”, disse a VEJA um investigador que trabalha no caso.

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