CHEGOU A VEZ DE AÉCIO NEVES NA LAVA JATO ?

EX DEPUTADO FEDERAL DO PP – PEDRO CORRÊA DETONA SEUS COMPANHEIROS E ATÉ ALTOS CARDEAIS DO PSDB. Hoje,  sábado,  na Boca Maldita de Curitiba, ouvi de um militante político  bem informado que o PEDRO CORRÊA que foi o  articulador gerente da distribuição das propinas da Petrobras, teria detonado todos os deputados federais  do  PP – Partido Popular,, além de altos cardeais do PSDB….Vejam mais esta BOMBA publicada no site “Notícias Boas” (Pensa Brasil)….Imaginem se não fossem …..”boas”…..Vejam……

Preso em Curitiba, Pedro Correa entrega em delação Aécio Neves, FHC e Andrea Neves a publicitária

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O ex-deputado federal Pedro Corrêa, PE, também ex-presidente do PP, citou políticos da base do governo e também da oposição em sua delação premiada, negociada por cerca de oito meses e assinada há duas semanas com a PGR (Procuradoria Geral da República). A Folha teve acesso a alguns trechos da delação de Corrêa, preso em Curitiba, chamados de “anexos”. O acordo ainda precisa ser homologado pelo Supremo. Em um destes anexos, intitulado “Mesada de Augusto Nardes”, o ex-parlamentar mira o atual ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).

Afirma que, entre 2003 e 2005, quando Nardes era deputado federal pelo PP, ele estava entre os nomes da bancada da Câmara que recebiam propina arrecadada pelo deputado José Janene (morto em 2010) junto à Petrobras e outros órgãos com diretorias indicadas pelo PP. Corrêa lembra que, quando Nardes foi nomeado ministro do TCU, em 2005, foi destruído um recibo que comprovava o pagamento da propina. Era, segundo Corrêa, um recibo de valor “baixo”, algo entre R$ 10 mil e R$ 20 mil. Isso foi feito, de acordo com o ex-deputado, porque o documento poderia “prejudicar a nomeação”.

O pernambucano também apresentou uma lista de operadores de propina e incluiu o nome de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e uma de suas principais assessoras, como a responsável por conduzir movimentações financeiras ligadas ao tucano. A citação a ela é a primeira numa lista que inclui nomes como Marcos Valério, operador do mensalão, e Benedito Oliveira, o Bené, investigado na Operação Acrônimo, que apura suspeitas de irregularidades na campanha de Fernando Pimentel (PT) ao governo de Minas Gerais, no ano de 2014.

Fonte: Pensa Brasil

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