Archive for 1 de Julho, 2016

JOÃO SANTANA E ESPOSA MÔNICA…ERAM CHEFÕES FEITICIEIROS INTOCÁVEIS DA DUPLA LULA / DILMA DO PT…..

JOÃO SANTANA FEITICEIRO / MARKETEIRO DO LULA (PT) PLANEJOU DETONAR A LAVA JATO?  A documentação encontrada nos apartamentos de luxo da dupla mito do PT, JOÃO SANTANA e a esposa MÔNICA, indicam que este casal de feiticeiros marketeiros do LULA / DILMA, estavam preparando, ao que parece, um plano para detonar a operação LAVA JATO na República de Curitiba….Vejam os documentos encontrados nos aps. de luxo da dupla de feiticeiros petistas….. (Ref. Veja.com)…..

 

“Determinar final de operações PF”: diz bilhete encontrado na residência de João Santana e Mônica Moura

Materiais com anotações foram encontradas no apartamento do casal em Salvador. Os laudos da perícia técnica poderão ajudar a decifrar as intenções dos documentos

Por: Hugo Marques30/06/2016 às 11:23 – Atualizado em 30/06/2016 às 11:58

João Santana e a esposa foram encaminhados ao IML de Curitiba para passarem por exame de corpo de delitoJoão Santana e a esposa foram encaminhados ao IML de Curitiba para passarem por exame de corpo de delito(Vagner Rosário/VEJA.com)

A Polícia Federal está tentando decifrar algumas anotações do publicitário João Santana e de sua esposa Mônica Moura. Entre os documentos apreendidos nas residências do casal em Camaçari, Salvador e São Paulo, há bilhetes, e-mails, agendas, notas fiscais e documentos que podem ajudar a elucidar o esquema de caixa dois, desvios de dinheiro público e lavagem de dinheiro em torno do petrolão. Uma dessas anotações mostra o casal tentando montar uma estratégia para minar os trabalhos da Operação Lava Jato.

Essa anotação foi recolhida em uma busca no apartamento do casal no luxuoso bairro do Corredor da Vitória, em Salvador. Há uma folha com anotações manuscritas, em cor azul, em uma caderneta Tilibra, onde se lê: “Determinar final de operações PF”, o que seria clara referência a uma estratégia para tentar controlar o trabalho da polícia. Na capa da caderneta está escrito “Bondade”. Os peritos estão tentando entender outras anotações na mesma página, como “estabilidade penal, consciência”, e “caráter, digo”. Em seguida, há anotação “Sem Chavez”, possível referência aos negócios de publicidade do casal na Venezuela. Há também referência a um “H. Costa” e ao “Sist. Político”.

 

Polícia Federal encontra contratos “sem nota” de Mônica Moura e João Santana

A polícia também apreendeu quatro folhas de cadernetas com manuscritos diversos. Na primeira folha consta a anotação “Dossiê”. Ao lado, há anotações: “vdi se escurecer” e “vdi escir quem”. Em outra folha constam várias anotações, mas o relatório da PF só transcreveu as mais legíveis, que são: “cobrar”, “todos do povo foram acusados (GET, JK, Brizola)”, uma clara referência aos ex-presidentes Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek e o ex-governador Leonel Brizola. Na mesma lauda há as seguintes anotações: “seu governo”, “ver com quem to falando” e “não conseguiu… o estado + rico, como um… o BR empobrecido”.

No apartamento do casal em Indianápolis, em São Paulo, outros materiais apreendidos mostram que João e Mônica acompanham todas as investigações envolvendo o PT. Foram encontradas fotos impressas relativas a um procedimento investigatório que se iniciou com informações que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o COAF, enviou ao Ministério Público e à Polícia Federal. Na busca, também foram encontradas fotos impressas de peças relativas a um inquérito policial e os depoimentos dos petistas João Vacari Neto e Paulo Frateschi. Outro documento importante que a polícia encontrou no apartamento do casal em São Paulo foi um conjunto de nove laudas com “histórico das correções feitas nas declarações de capitais brasileiros no exterior” dos sócios do Grupo Polis, de João e Mônica. Essas correções teriam sido feitas por pelo escritório Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz Advogados. Há um quadro comparativo com os nomes de João Santana, Mônica Moura, Ayle Axe de Souza Santana e Daniel Moura Marques Requião. Os laudos da perícia técnica poderão ajudar a decifrar as intenções do casal.

Rasgadinho - Lava Jato - Monica Moura e Joao Santana
(VEJA.com/VEJA)

SENADOR RENAN CALHEIROS SUTILMENTE QUER DETONAR INVESTIGACÕES SÉRIAS DAS AUTORIDADES NO PAÍS….PROJETO ENGAVETADO PROTEGE CORRUPTOS…..

 PROJETO DE LEI INIBE AUTORIDADES DO ESTADO NAS INVESTIGAÇÕES CONTRA OS CORRUPTOS DO PAÍS…RENAN CALHEIROS, senador atolado até o pescoço em três processo no STF (Supremo), quer  aprovar lei que vai inibir que as autoridades do país tenham a liberdade de investigar e denunciar os pulhas e ladrões da grana pública do país….Vejam a malandragem sutil do RENAN que diz que a lei é para proteger a INTEGRIDADE DOS INVESTIGADOS ….Pode isto ?  Pulhas e ladrões defendem pulhas e ladrões….Vejam a barbaridade….

Renan desengaveta projeto que define crimes de abuso de autoridade

Medida enquadra delegados, promotores, juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores e prevê pena de até quatro anos e multa

Por: Laryssa Borges, de Brasília30/06/2016 às 16:01 – Atualizado em 30/06/2016 às 20:58

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante encontro com governadores, juntamente com o presidente da República em exercício, Michel Temer, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) - 20/06/2016O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante encontro com governadores, juntamente com o presidente da República em exercício, Michel Temer, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) – 20/06/2016(Evaristo Sá/AFP)

Investigado nas operações Lava Jato e Zelotes e alvo recente de um pedido de prisão, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) decidiu desengavetar o controverso anteprojeto que define crimes de abuso de autoridade. Nesta quinta-feira, o peemedebista anunciou que pretende reativar uma comissão que discute trechos não regulamentados da Constituição e votar o texto no colegiado até 13 de julho.

O projeto que define os crimes de abuso de autoridades estava engavetado desde 2009 e volta a tramitar no momento em que Renan tem em mãos pedidos de impeachment contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e em que o próprio Congresso está nas cordas devido aos sucessivos escândalos de corrupção e de inquéritos relacionados ao petrolão.

O texto que trata de abuso de autoridade enquadra delegados, promotores, membros do Ministério Público, juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores e prevê como pena até quatro anos de prisão e multa, além da perda de função da autoridade em caso de reincidência.

O anteprojeto estabelece diversas situações consideradas como abuso de autoridade, como ordenar prisão “fora das hipóteses legais”, recolher ilegalmente alguém a carceragem policial, deixar de conceder liberdade provisória quando a lei admitir e prorrogar a execução de prisões temporárias.