COMO FUNCIONA A ROUBALHEIRA NAS TARIFAS DE TRANSPORTE COLETIVO ? COMEÇA POR LICITAÇÕES FRAUDULENTAS…..CURITIBA ESTÁ NESSA…..

” FRAUDES DE R$ 16 BILHÕES…PODE ? “

EXCELENTE CPI FEITA EM CURITIBA NA CÂMARA MUNICIPAL FOI IGNORADA PELO PREFEITO GUSTAVO FRUET. Acompanhei a CPI do Transporte Coletivo de Curitiba, presidida pelo vereador JORGE BERNARDI e tendo como bom relator o vereador BRUNO PESSUTI, cuja Comissão fez um excelente TRABALHO VERDADE, quando descobriu diversas fraudes no sistema do transporte coletivo de Curitiba.  

CÓPIA DA CPI FOI ENTREGUE E IGNORADA PELO  PREFEITO DE CURITIBA GUSTAVO FRUET (PDT).  O presidente da CPI JORGE BERNARDI, fez entrega pessoalmente do resultado da CPI ao prefeito FRUET, o qual ignorou tal documento. Este gesto de FRUET talvez tenha sido um dos motivos do vereador BERNARDI ter saído  do PDT, partido do prefeito FRUET.  A CPI para a URBS e PREFEITURA, não valeu absolutamente para nada. É assim que sempre funcionou uma das maiores  esquemas furta grana do trabalhador que usa o transporte coletivo existentes no país.  Em Curitiba este esquema de domínio econômico existe há mais de 50 anos e deixou grupos de empresários bilionários……

PONTA DO ICEBERG AFLOROU.  Após denúncias no Ministério Público, aos poucos a grossa maracutaia começa a ser desvendada e desmascarada em todo o país….Vejam a matéria abaixo do G 1 – Bom Dia Brasil -.

 Ônibus Expresso Vermelho (Expresso Biarticulado).

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Edição do dia 04/08/2016

04/08/2016 08h36 – Atualizado em 04/08/2016 11h05

Licitações de ônibus são alvo de fraudes bilionárias em 7 estados e DF

Tudo era combinado entre empresários, advogados e funcionários públicos.
Contratos investigados somam mais de R$ 16 bilhões.

Documentos obtidos pelos repórteres do G1 e divulgado em primeira mão pelo Bom Dia Brasil mostram o esquema bilionário de fraudes em licitações de ônibus em sete estados mais o Distrito Federal.

O esquema funcionava de modo que tudo era combinado entre empresários, advogados e funcionários públicos. Eles definiam em conjunto como seria o texto dos editais de licitação para garantir a vitória das empresas que faziam parte da fraude. Os contratos investigados somam mais de R$ 16 bilhões.

Segundo as investigações, que estão em andamento, a fraude ocorreu em pelo menos 19 cidades de sete estados: Santa Catarina, Paraná, São PauloMinas GeraisMato Grosso do SulPará e Bahia, além do Distrito Federal.

O esquema funciona assim: a Logitrans, empresa que tinha como sócio o engenheiro Garrone Reck, era contratada pelas prefeituras para fazer o estudo de mobilidade urbana, que antecede a licitação. Enquanto isso, o filho dele, Sacha Reck, prestava assessoria para as empresas de ônibus interessadas em participar da concorrência, normalmente das famílias Constantino e Gulin, que também fariam parte do esquema.

Com a ajuda de funcionários da Prefeitura, Sacha chegava a interferir na elaboração do edital. Em alguns casos, meses antes de a licitação ser anunciada. Na maioria das vezes, as empresas assessoradas por Sacha venciam a disputa.

No Distrito Federal, o Ministério Público investigou a licitação feita em 2012, no governo de Agnelo Queiroz, do PT. O esquema teria funcionado como nas outras cidades. A Logitrans fez o estudo de mobilidade urbana. Sacha Reck foi contratado como consultor no processo, pela Secretaria de Transportes. Entre as empresas vencedoras, Viação Piracicabana, Viação Pioneira, da família Constantino, e Viação Marechal, do Grupo Gulin.

Seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Distrito Federal por participação nas irregularidades, entre elas Sacha Reck e o então secretário de Transportes, José Walter Vazquez. Por causa das suspeitas, a Justiça anulou a licitação em janeiro deste ano e mandou o governo contratar novas empresas, mas a decisão ainda não foi cumprida.

Os documentos obtidos pelo G1 reforçam a suspeita de fraude. Nessa conversa, Sacha Reck recebe um e-mail da sócia pedindo para que ele revise um documento assinado pelo então secretário de Transporte. É um convite para que própria empresa de Sacha preste serviços para o governo. O valor do contrato: R$ 1,3 milhão.

Em MaríliaSão Paulo, os documentos indicam que Sacha Reck controlou todo o processo de licitação, que terminou em 2011. A Viação Cidade Sorriso e a empresa Grande Bauru, das famílias Gulin e Constantino, foram as vencedoras.

Em um e-mail de 2010, com assunto “confidencial”, o empresário Pedro Constantino encaminha a Sacha Reck a minuta de um projeto de lei municipal, que autoriza a Prefeitura de Marília a fazer uma licitação de ônibus. Na conversa, o empresário pede que Sacha faça “considerações, análises e modificações no texto”.

Em outro e-mail foi enviado por Sacha Reck para um representante da empresa Pérola do Oeste, do Grupo Gulin, que atua em Guarapuava, no Paraná. Sacha assessorou a empresa na licitação de 2009. No documento em anexo, que tem o timbre da Prefeitura, Sacha discute mudanças no edital de que a empresa participaria. Sugere inserir o termo ônibus em um dos trechos do texto para restringir os concorrentes.

Em junho, Sacha Reck e os sócios da Logitrans foram presos, na Operação Riquixá, do Ministério Público do Paraná, que investiga fraudes em licitações de Foz do Iguaçu, Guarapuava e Maringá. Todos os suspeitos foram soltos no mês passado, por decisão do Superior Tribunal de Justiça.

Por enquanto, todas as empresas investigadas que ganharam a licitação, continuam operando nas cidades. A soma do valor dos contratos investigados ultrapassa os R$ 16 bilhões.

Em nota, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica informou que já tem uma investigação em curso para apurar o suposto cartel em licitações nesse mercado, que já vem mantendo contato com o Ministério Público e que a investigação é sigilosa.

A Logitrans, Garrone Reck, as empresas Viação Marechal, Piracicabana e Pioneira não quiseram se manifestar.

O Bom Dia Brasil não conseguiu contato com Sacha Reck e nem com o ex-governador Agnelo Queiroz.

A Prefeitura de Marília disse que o Judiciário não encontrou irregularidades na licitação.

Caíco Gulin negou envolvimento com fraudes.

A empresa de Donato Gulin e Pedro Constantino não retornaram as ligações.

A defesa do ex-prefeito de Guarapuava Luiz Fernando Ribas disse que ele “confia na Justiça e na rejeição da denúncia do Ministério Público”.

O ex-secretário José Walter Vazquez negou as acusação.

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