LULA E SUA FALA DE ATOR, DE EMBUSTEIRO, VIVE O PERSONAGEM ETERNO DO FALASTRÃO….

JORNALISTA REINALDO AZEVEDO DESVENDA O PERSONAGEM ATOR – LULA (PT).  Após sua fala de defesa própria, constatou-se que o LULA inventa argumentos e palavras e age como verdadeiro falastrão,  para justificar seu envolvimento como chefão da gangue  do petrolão, e pior, alegou que a corrupção foi absorvida como prática dele na presidência, para poder ter maioria no Congresso Nacional….pode ?  LULA queria oficializar a corrupção em Brasília ?  Vejam cacetada do REINALDO no  ATOR ….LULA……  

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Maquiavel e o Lula chorão: ele tem a “virtù” de um fascista; que bom que lhe faltou a “fortuna”!

Luiz Inácio Lula da Silva não sabe viver sem a personagem “Lula”; ele chora porque, em parte ao menos, acredita na própria farsa

Por: Reinaldo Azevedo  16/09/2016 às 6:47

Lula chorou três vezes nesta quinta ao fazer um discurso puramente político para responder às acusações da Operação Lava Jato. O discurso, todos pudemos reparar, não muda. Quando, na Presidência da República, estava no auge da popularidade, ele exaltava os próprios feitos e sustentava que nunca antes um governante havia feito tanto em benefício do povo. Agora, mesmo estando numa pior, a ladainha é a mesma. A quem aquela fala convence?

Quando Sergio Moro determinou a sua condução coercitiva para depor, em março, ele evocou a figura da jararaca. E desafiou: se querem matá-la, que lhe esmaguem a cabeça, não o rabo. Era o discurso da fera ferida. Fez uma ameaça e tomou providências para concretizá-la: decidiu dar o seu impeachment pessoal a Dilma e retomar o governo. Ela foi obrigada — o termo é esse — a nomeá-lo chefe da Casa Civil. Não chegou a tomar posse porque obstado pelo Supremo. Nas conversas telefônicas que vieram a público, revelou a sua intenção de pôr o Ministério Público Federal no seu devido lugar. E anunciou: só ele poderia fazê-lo.

Nesta quinta, o tom da indignação e a tese de fundo eram os mesmos: forças terríveis se conjuraram para tirar do poder o partido que faz bem ao povo e para impedir a sua candidatura em 2018. Mas a jararaca deve ter entendido que, de fato, há o risco de uma pedra esmagar-lhe a cabeça. E Lula então chorou. Uma vez. Duas vezes. Três vezes.

Era um choro sincero? Tão sincero quanto sincero é o choro de um ator que se deixa realmente ser incorporado pela personagem. Há teorias da representação. Uma delas é a do russo Stanislavski (1863-1938). Faço uma síntese sumaríssima para o que nos interessa aqui.

 

O ator tem de viver intensamente seu personagem, de conhecê-lo, de mergulhar na sua psicologia. Deve, sem nunca abandonar a técnica, recorrer à sua memória emotiva e afetiva a colocá-la a serviço do papel. Tem, em suma, de se deixar possuir e, enquanto viver a vida de um outro, de estar convencido de que é esse outro.

 

É por isso que já escrevi algumas vezes que o ator Lula realmente acredita ser a personagem Lula. Ou ainda pior: Lula, o ator, não consegue viver sem representar a personagem. E isso não deixa de ser uma forma de tortura, acho eu…………………………………….

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