FARSA MONTADA PELO LULA (PT) DESMONTADA PELO PERITO MOLINA….CASO DO TRIPLEX GUARUJÁ..

AOS POUCOS LULA (PT) VAI SE COMPLICANDO COM SEUS PÍFIOS ARGUMENTOS DE DEFESA. Todas as declarações do LULA contras as acusações que lhe são imputadas, nota-se que tudo não passa de desvios eivados de falha  convincente….Ninguém acredita na sua fala….Só ele e seus fanáticos seguidores coniventes com a roubalheira de BILHÕES das ações de governo  do  lulopetismo nestes 13 anos de dilapidação da grana da Nação….Vejam a descoberta da farsa do LULA…..(Ref. Jornal do País)…..

Perito Ricardo Molina confirma em LAUDO que Lula e Marisa ADULTERARAM documento de compra do Triplex

 

O perito Ricardo Molina confirmou que Lula e Marisa adulteraram documento de compra do Triplex do Guarujá, após concluída a perícia em proposta de adesão assinada pela ex-primeira-dama Marisa Letícia.

Molina é professor da Unicamp e um dos mais respeitados peritos forenses do Brasil, tendo atuado em casos emblemáticos em processos judiciais criminais e Perito em processos cíveis que marcaram a história do país.

A Força-tarefa da Operação Lava Jato pretende divulgar um documento comprometedor sobre a verdadeira identidade do dono do Triplex. O documento apreendido na 22ª fase junto a cooperativa Bancoop. Os peritos realizam perícia da proposta de adesão firmada pela ex-primeira-dama Marisa Letícia para aquisição de uma unidade no Edifício Solaris. Um fato relacionado ao documento apreendido chamou a atenção dos investigadores, que constataram que o acordo de compra do imóvel foi rasurado.

 

A revista ISTOÉ teve acesso ao documento e pediu que o perito Ricardo Molina o examinasse.

Molina atestou em seu laudo que o número 141 foi escrito em cima de outro. “(A análise) não deixa dúvidas de que o número existente antes da rasura era 174”, afirma.

Outros riscos no documento complicam a família Lula. “Trata-se de uma cobertura com garranchos não legíveis, ou seja, meros rabiscos cuja aparente intenção seria apenas de cobrir a escrita original. Apesar da intensidade dos rabiscos sobrepostos, fica evidente que a escrita original era a palavra “tríplex”. As letras t,r, i,p,l,e e x estão bem definidas. Ora, não existe qualquer outra palavra na língua portuguesa, que não seja “tríplex”, que combine esse conjunto de letra”, atesta. Para Molina, a análise do documento mostra que as alterações foram realizadas para mascarar propositalmente os escritos que se encontravam embaixo.

De acordo com os investigadores da Lava jato, a rasura do termo de adesão comprova delito digno de pena de quatro anos de reclusão a quem tiver realizado e justifica até prisão preventiva.

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