DESGRAÇAS…..LEGADO DO PT E DO EX MINISTRO PALOCCI…..

DESGRAÇAS RECAEM SOBRE ENVOLVIDOS NAS OPERAÇÕES DE CORRUPÇÃO DO LULOPETISMO DO GOV. FEDERAL.  Nestas horas em que intocáveis homens da República do período de 13 anos de poder do PT no país, estão sendo presos e têm que prestar contas a justiça, tais intocáveis despencam emocionalmente, pois jamais pensaram que um dia poderiam estar presos e respondendo por seus atos de roubos e corrupção….Vejam este caso de desespero extremos a ponto de suicídio do indiciado e preso, Sr.Branislav Kontic assessor do ex- ministro PALOCCI….

Moro manda transferir ex-assessor de Palocci que tentou suicídio em cela da PF

Estadão Conteúdo

06.10.16 – 13h03 – Atualizado em 06.10.16 – 13h36

ReproduçãoReprodução | USP
Euler Andrey/AFP

O juiz federal Sérgio Moro determinou a transferência do antigo assessor do ex-ministro Antonio Palocci da Superintendência da Polícia Federal no Paraná para o Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, onde estão os presos da Operação Lava Jato. Preso na Operação Omertá na última semana de setembro, Branislav Kontic tentou suicídio na cela da PF, ingerindo 40 comprimidos no sábado, 1º de outubro.

Brani, como é conhecido, foi levado ao Hospital Santa Cruz, em Curitiba, “para acompanhamento médico e a realização de exames”, segundo a PF. Ao pedir autorização para remover Brani, o delegado Igor Romário de Paula argumentou que no Complexo Médico, o ex-assessor de Palocci ficará “sob acompanhamento especializado e a disposição deste juízo”.

Na segunda-feira, 3, Moro autorizou o deslocamento de Brani para o Complexo Médico Penal.

A investigação da Omertà afirma que Palocci, com “importante e constante auxílio” de Branislav Kontic atuou em favor dos interesses do Grupo Odebrecht,  entre 2006 e o final de 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal.

Segundo o Ministério Público Federal, a atuação do ex-ministro se deu inclusive no período em que exerceu relevantes funções públicas, envolvendo constante interlocução e diversos encontros.

A força-tarefa da Lava Jato aponta que e-mails e anotações apreendidos durante a operação indicam que os acertos de pagamentos das contrapartidas eram tratados entre Antônio Palocci em reuniões presenciais.

Os encontros, de acordo com a Procuradoria da República, foram realizados “por diversas vezes” nos endereços residencial e profissional do ex-ministro – agendadas por intermédio de contato telefônico ou por e-mail com seu assessor, Branislav Kontic. Além do auxílio de Kontic, apurou-se que o recebimento dos recursos ilícitos contou também com a atuação de Juscelino Dourado, seu ex-assessor.

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