BIOLSA FAMÍLIA DO PT…”16.915 funcionários e 183 gestores”…. NA CORRUPÇÃO DO PROGRAMA….

CORRUPÇÃO DO PT ATÉ NA GRANA DO BOLSA FAMÍLIA….Nestes treze anos de lulopetismo no comando do país, nenhum setor do Governo Federal ficou sem  revelar um ato de corrupção deslavada, além de uma incompetência administrativa nunca vista no país…..Nem o programa BOLSA FAMÍLIA se livrou das fraudes  em dinheiro da petezada….Vejam mais esta do PT.  (Ref. Veja.com)….

 

Governo bloqueia Bolsa Família de 17.000 funcionários públicos

Suspeita é de que beneficiários recebam dinheiro do programa de forma irregular

O Ministério Desenvolvimento Social bloqueou o pagamento do Bolsa Família a mais de 17.000 servidores públicos responsáveis pela gestão do programa. A suspeita é de que 16.915 funcionários e 183 gestores estejam recebendo o dinheiro de forma irregular. O governo federal determinou aos municípios que investiguem os casos.

Funcionários públicos podem ser beneficiários do programa, desde que se encaixem nos requisitos: a família precisa ter renda mensal inferior a 154 reais por pessoa. Em nota, o MDS informou que os pagamentos foram bloqueados na folha de junho por “precaução”, depois que os processos de controle identificaram a presença dos funcionários públicos entre os beneficiários. Atualmente, 13,7 milhões de famílias no país recebem Bolsa Família.

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MAIS CORRUPÇÃO NA GRANA DO BOLSA FAMÍLIA. Vejam mais estas acusações sobre este programa BOLSA FAMÍLIA DO PT….Beneficiados doaram mais de UM BILHÃO DE REAIS para políticos.  O bolsa família deve ser uma baita peneira, que envolve ladrões e ou quadrilhas nos registros do sistema, ou podem ser até beneficiados TIPO FANTASMA, com uso de RG e CPF de laranjas assumidos ou laranjas não assumidos…..Vejam. (Ref. facebook)…

Beneficiário do Bolsa Família doou R$ 75 milhões nas eleições, diz relatório

 

Dados do Tribunal de Contas da União enviados ao Tribunal Superior Eleitoral apontam ‘indícios de irregularidades’ em doações que somam R$ 1,4 bilhão; casos sob suspeita chegam a 260 mil em todo o País

Fausto Macedo e Julia Affonso

17 Outubro 2016 | 14h00

TSE

O sexto batimento de informações do Tribunal de Contas da União (TCU) relativo às eleições municipais 2016, entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela um aumento acentuado do quadro de possíveis irregularidades nas receitas e despesas de campanhas para prefeito e vereador em todo o País.

As informações foram publicadas no site do TSE.

O cruzamento de dados indica suspeitas sobre um volume total de R$ 1,41 bilhão, ou seja, mais da metade do montante arrecadado por candidatos e partidos, que chegou a R$ 2,227 bilhões.

O TSE informou que o último relatório do Tribunal de Contas da União apontou, entre os indícios de irregularidades mais relevantes de despesas declaradas à Justiça Eleitoral, o caso de uma agência de publicidade com apenas dois funcionários contratada para campanha no valor de R$ 219 mil.

Em outro caso, uma empresa de produções cujo sócio é beneficiário do Bolsa Família prestou serviço no valor de R$ 3,57 milhões.

Dos indícios de irregularidades envolvendo doações às campanhas, ainda segundo o site do TSE, há o de uma pessoa física que recebe Bolsa Família e fez doação no valor de R$ 75 milhões. Os investigadores suspeitam que várias campanhas podem ter usado o CPF do beneficiário.

O Bolsa Família é um programa de transferência de renda direcionado às famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza. Segundo a Caixa, em todo o País quase 14 milhões de famílias são atendidas pelo Bolsa Família.

As informações são resultado de um trabalho inédito de cruzamento de dados proporcionado pela parceria firmada entre o TSE e diversos órgãos públicos para fiscalizar a prestação de contas dos candidatos e coibir crimes eleitorais no período de campanha.

No início de setembro, segundo lista apresentada pelo TCU, ‘a somatória de quantias suspeitas correspondia a cerca de R$ 116 milhões’.

Uma semana depois, o valor já ultrapassava R$ 275 milhões, chegando a R$ 388 milhões no dia 19 e a mais de R$ 554 milhões no final de setembro.

No começo de outubro, o valor superou a casa dos R$ 659 milhões, destaca a Corte eleitoral.

Ainda segundo o cruzamento de dados, um outro doador repassou R$ 50 milhões sem ter renda compatível.

O rastreamento constatou o caso de um prefeito que doou R$ 60 milhões para o seu diretório municipal.

Além disso, o número de doadores falecidos subiu para 290.

A lista do Tribunal de Contas da União aponta, ainda, que a quantidade de casos suspeitos chega a 259.968.

Ao receber o documento, o TSE compartilhou imediatamente as informações com o Ministério Público Eleitoral (MPE).

As suspeitas em torno de beneficiários do Programa Bolsa Família também foram compartilhadas com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS).

De acordo com a Instrução Normativa número 18, editada pelo TSE em 16 de agosto deste ano, os indícios de irregularidades serão disponibilizados aos juízes eleitorais para apuração com prioridade, em até cinco dias a partir do conhecimento do caso.

O TSE não informou os nomes dos doadores e beneficiários, nem o detalhamento dos repasses sob suspeita, ‘por se tratar de indícios de irregularidades que ainda serão devidamente apurados’.

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