LEITE FAJUTO PRODUZIDO NO RIO GRANDE DO SUL… DE NOVO LÁ….

DE NOVO NO RIO GRANDE DO SUL….Diversas acusações já foram feitas  contra  empresas que  comercializam leite contaminado com produtos nocivos a saúde humana no Rio Grande do Sul…..De novo surge no mesmo Estado novas acusações do Ministério Público contra estas empresas inescrupulosas, onde a ganância é o objetivo maior na base do custe  o que custar, mesmo que prejudique o povão consumidor….Vejam mais esta…

(Ref. PlantãoRS)……

 

Leite vencido e com soda cáustica era vendido por empresa para rede de supermercados

Foto: Ministério Público do RS/Divulgação

 

O Ministério Público do Rio Grande do Sul deflagrou nesta terça-feira a 12ª edição da operação Leite Compen$ado. Ao todo são investigadas cinco empresas responsáveis por venda de leite UHT, queijo e creme de leite impróprios para o consumo.

 

 

As investigadas são a Indústria de Laticínios Rancho Belo Ltda, com sede em Travesseiro, que fabrica leite UHT integral envazado pela marca dos supermercados Dia%, além de leite, queijo e creme de leite da marca Rancho Belo; a Laticínios Modena, com sede em Nova Araçá, de nome fantasia Bonilé Alimentos e que fabrica creme de leite industrial e queijo; e Laticínios C&P, com sede em Casca, de nome fantasia Princesul, que fabrica queijo.

 

 

Também são alvos da operação a Transportadora AC Tressoldi, de Estrela e a M&M Assessoria, em Marau, que é alvo de mandado de busca e apreensão na sede da empresa. Quatro pessoas foram presas e uma está foragida.

 

 

Conforme as investigações do MP, foi descoberto crime organizado e de comercialização de produto lácteo impróprio para consumo humano pela nocividade ou pela redução do valor nutricional envolvendo as empresas investigadas. Dois dos alvos de prisão preventiva já haviam sido denunciados em outras operações do MP, daquela vez por sonegação fiscal milionária.

 

 

Na prática, os três laticínios investigados recebem e repassam entre si leite cru, creme de leite e soro de creme fora dos padrões previstos pela legislação brasileira. Muitas das cargas chegam a ser refugadas por outras empresas e acabam sendo comercializadas para estas indústrias. Alguns elementos da investigação apontam que carregamentos de leite que só poderia ter como destino a alimentação de animais foram usados para a industrialização de produtos de consumo humano.

 

 

Fraude nos produtos

Conforme as investigações, os sócios-proprietários das empresas ordenavam a adição de produtos, como soda cáustica, para corrigir a acidez e eliminar microorganismos, no intuito de “rejuvenescer” o produto já vencido, impróprio para o consumo.

 

 

No caso da água, ela era adicionada para que o creme de leite duro, já amanteigado, fosse novamente amolecido e misturado a outras cargas em condições melhores. Os laudos realizados pelas próprias empresas eram mascarados, para que tanto a fiscalização quanto os compradores não visualizassem os problemas.

 

 

A busca e apreensão na M&M Assessoria, contratada pela Laticínios Modena, ocorre porque, de acordo com relatório do Mapa, em grande parte dos postos de resfriamento e laticínios onde a empresa atuou, foram constatadas adulterações no leite cru in natura e derivados.

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