DESABAFO DA MINISTRA DO STF (SUPREMO) PROVA QUE O BRASIL ESTÁ FALIDO EM COMPLETA ANARQUIA INSTITUCIONAL……

O CRIME ORGANIZADO MANDA E NÃO PEDE……Há tempos a  mídia tem divulgado que muitos juízes, ao julgarem criminosos do chamado crime organizado, antes da sentença, eles recebem recados dos crime organizado para que não sentenciem  um parceiro que está sendo julgado, sob ameaça de terem  seus filhos  sequestrados, já que a organização do crime tem a ficha completa do juiz e de sua família com o endereço da casa do juiz,  os nomes dos filhos, horários de escola etc…….Os juízes estão acuados ?  Podemos deduzir que sim,  aplicando esta lógica deste raciocínio, inclusive com o respaldo e  a partir desta declaração bomba da ministra CARMEM  LUCIA do STF….(Ref. O GLOBO).

 

 

 

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” MINISTRA DO STF PRESIDENTE,DESABAFA. ELA NÃO CONTOU QUE OS JUÍZES DO PAÍS PROCURAM NÃO JULGAR CRIMINOSOS DO PCC ETC. POIS SE SENTEM AMEAÇADOS E COM MEDO DE TEREM SEUS FILHOS SEQUETRADOS….PAÍS SEM JUSTIÇA ESTÁ FALIDO TOTAL E COMPLETAMENTE…..E MAIS, STF NÃO JULGA BANDIDOS POLÍTICOS DE GRFAVTA DE OURO POR PRESSÃO POLÍTICA E LEIS FAJUTAS DE PROTEÇÃO DOS ILÍCITOS DESTES BANDIDOS DE COLARINHO BRANCO QUE ASSALTARAM O PAÍS….

 

 

BRASIL

‘Se o brasileiro soubesse tudo o que sei, seria muito difícil dormir’, diz Cármen Lúcia

 

Presidente do STF visitou 15 penitenciárias masculinas e femininas e afirma que Brasil vive ‘tumulto’

POR JUSSARA SOARES

 

A presidente do STF, Cármen Lúcia, em evento em São Paulo, neste sábado, 7 – Divulgação

 

SÃO PAULO — A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta sábado que o brasileiro não dormiria, se conhecesse tudo o que ela sabe. A declaração foi dada pela ministra ao comentar a situação dos presídios brasileiros, segundo ela, totalmente dominados organizações criminosas.

 

— Hoje temos as questões gravíssimas de organizações criminosas dominando em todos os estados do Brasil. Por isso eu digo que não é cômodo nem confortável nenhuma poltrona na qual eu me assente, por uma singela circunstância: eu sou uma das pessoas que mais tendo informações não tenho a menor capacidade de ter sono no Brasil — disse a ministra, durante participação no Festival Piauí Globonews de Jornalismo, realizado em São Paulo:

— Se o brasileiro soubesse tudo o que sei, tendo visitado 15 penitenciárias masculinas e femininas, seria muito dífícil dormir — completou.

Cármen Lúcia ainda rebateu os críticos e os desafiou a assumir o seu lugar e fazer o que faz. Para ilustrar o momento atual do Brasil, a ministra citou um trecho do poema “Nosso Tempo”, do mineiro Carlos Drummond de Andrade: “Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos/ As leis não bastam/ Os lírios não nascem da lei/ Meu nome é tumulto, e escreve-se na pedra.”

 

— Vivemos tempos de muito tumulto. Para mim, infelizmente, eu estou na presidência do Supremo e o Brasil quer uma solução para um mundo de tumulto — disse Cármen, negando que se tratasse de um “relclamação.”

DELAÇÃO COMO ‘INSTRUMENTO NECESSÁRIO’

Na conversa com a jornalista Consuelo Dieguez e diante de uma plateia, a presidente do STF evitou se aprofundar em temas polêmicos. Sobre a deleção dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, disse apenas que o Supremo ainda vai avaliar se houve ou não manipulação para a produção de provas. Entretanto, ela ressalvou que o ex-procurador-geral da república, Rodrigo Janot, responsável por conduzir os acordos da colaboração dos empresários, é “experiente e muito prepardo.”

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— A colaboração premiada tem sido um instrumento necessário para chegar ao fatos para que a corrupção não prevaleça. Eventuais excessos serão corrigidos. Nenhuma investigação ou acusação para caso o procedimento não tenha sido perfeitamente aplicado — observou a ministra, que criticou o “vazamento seletivo” das delações:

— O vazamento é um erro.

A presidente do Supremo ainda fez uma forte defesa da democria e disse não acreditar no risco de uma intervenção militar. Em setembro, o general do Exército Antonio Hamilton Mourão indicou que a tomada do poder pelos militares era uma saída para o país, caso o Judiiciário não soluciasse o problema político. A ministra classificou com um desserviço “qualquer fala de qualquer pessoas que seja contra a Constituição.”

 

Provocada a dar opinião sobre as declarações do ministro Gilmar Mendes e os embates com os ministros do STF, Cármem Lúcia se esquivou dizendo que Mendes tem toda uma “peculiaridade” de se manifestar.

— Não pode um ministro calar o outro. Aliás, acho que ninguém pode calar ninguém.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/se-brasileiro-soubesse-tudo-que-sei-seria-muito-dificil-dormir-diz-carmen-lucia-1-21921369#ixzz4vEtu2V4S
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