Archive for Novembro, 2017

SEGUNDO O GÊNIO Stephen Hawking, O HOMEM VAI DESTRUIR O PLANETA TERRA….PREVISÃO TERRÍVEL…..

PREVISÃO DO CIENTISTA HAWKING  CONFERE COM OS DIAS ATUAIS…..Um dos mais respeitados cientista do mundo, STEPHEN  HAWKING, faz previsões sombrias para o destino da humanidade e do planeta Terra, com base em dados destrutivos atuais,  que conferem com péssimo comportamento desajustado do homem no meio ambiente do planeta, já em desarmonia…..Vejam a previsão sombria (Ref. UOL BOL)……

Do UOL, em São Paulo

  • Getty Images

O fim do mundo é certo, segundo o físico inglês Stephen Hawking, uma das mentes mais respeitadas da ciência. Ao logo de seus 75 anos de vida, o cientista, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (uma doença degenerativa que enfraquece os músculos do corpo), já fez algumas previsões nada otimistas. 

Responsável por contribuições fundamentais ao estudo dos buracos negros, Hawking ocupa a cadeira de Isaac Newton como professor de matemática na Universidade de Cambridge.

Veja abaixo o que o astrofísico já disse sobre a extinção do Planeta Terra.

Reprodução/Sports Vape

1. Humanidade tem menos de 600 anos para deixar a Terra

 

 

 

Se a humanidade não se tornar uma espécie espacial nos próximos cinco séculos, talvez seja extinta, disse Stephen Hawking, em novembro de 2017, durante a abertura de um evento em Pequim (China).  Segundo ele, o crescimento populacional e o aumento do consumo de energia transformarão a Terra em uma bola de fogo até 2600.

2. Alerta contra a Inteligência Artificial
Também em novembro deste ano, o físico voltou a expressar preocupação com a evolução da Inteligência Artificial —como já havia feito em 2014. Ele reconheceu o potencial dessa tecnologia para erradicar a pobreza, as doenças e até para transformar a sociedade como um todo para algo melhor. Mas, mesmo assim, ele diz que devemos estar preparados para o pior.

“O sucesso em criar a inteligência artificial pode ser o maior evento na história de nossa civilização. Ou o pior. Nós só não sabemos. Nós não podemos saber se seremos infinitamente ajudados ou até destruídos por ela.” Hawking cita as armas autônomas ou “novas maneiras de poucos oprimirem muitos” como um dos perigos da Inteligência Artificial, que, segundo ele, pode ainda representar “uma grande ruptura para nossa economia”. 

Eso

3. Humanidade precisa de “um novo lar”
No documentário “The Search for a New Earth”, o britânico disse que é imprescindível desenvolver tecnologias que possibilitem a colonização de um outro planeta com a maior urgência possível e sugere o Ross 128 b com o ‘novo lar’ da humanidade. De acordo com Hawking, há várias ameaças para a humanidade que podem provocar a extinção da nossa espécie, tais como as alterações climáticas e a superpopulação. 

 

 

 

4. Busca de alienígenas pode gerar catástrofe

Em julho de 2017, Hawking alertou ser pouco provável que qualquer forma de vida alienígena ficasse satisfeita ao saber da nossa existência. “O encontro com uma civilização avançada pode lembrar o encontro dos nativos americanos com Colombo. Isso não deu bom resultado”. De acordo com ele, os alienígenas podem ser “saqueadores” que conquistam os planetas para se apropriar dos recursos.

Lionel Bonaventure/AFP

5. Mudança climática pode transformar a Terra em Vênus 

 

 

Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a saída do país do Acordo Climático de Paris, o físico britânico repetiu alertas a respeito dos perigos das mudanças climáticas. “As ações de Trump podem levar a Terra à beira do abismo e transformá-la em Vênus, com uma temperatura de 250ºC e chuva de ácido sulfúrico.”

“Estamos em um ponto crítico no qual o aquecimento global vai se tornar irreversível”, alertou o cientista. Segundo Hawking, essa é “uma das maiores ameaças que enfrentamos e que podemos prevenir se agirmos agora”. Essa ameaça já tinha sido citada pelo físico no documentário “A Última Hora”, de 2007.

6. Buracos negros podem ser convertidos em usinas de energia
O Universo, segundo Stephen Hawking, pode ter buracos negros do tamanho de montanhas que poderiam prover energia suficiente para abastecer nosso planeta.

7. Grande guerra mundial pode ser o fim da raça humana

O fracasso humano que eu mais gostaria de corrigir é a agressão“, disse Hawking em uma palestra no Museu da Ciência de Londres, em 2015. “Pode ter sido uma vantagem para a sobrevivência na época dos homens das cavernas, para conseguir mais comida, território ou parceiros para reprodução, mas agora é uma ameaça que pode destruir todos nós”, afirmou o físico, que acrescentou que uma grande guerra mundial significaria o fim da civilização e talvez o fim da raça humana. 

Ministério da Defesa da Índia/Xinhua

 8. Engenharia genética ameaça mais que as armas nucleares

Em 2001, Hawking disse ao jornal britânico Daily Telegraph que a raça humana enfrenta a perspectiva de ser exterminada por um vírus criado por ela mesma. “No longo prazo, fico mais preocupado com a biologia. Armas nucleares precisam de instalações grandes, mas engenharia genética pode ser feita em um pequeno laboratório. Você não consegue regulamentar cada laboratório do mundo. O perigo é que, seja por um acidente seja algo planejado, criemos um vírus que possa nos destruir”, disse o cientista. 

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COMO FUNCIONOU A ROUBALHEIRA DA ODEBRECHT E DO BNDES EM MOÇAMBIQUE….AUTORIZADO PELO PRESIDENTE LULA (PT) ?

LULA (PT) MANDOU PARA A ÁFRICA U$ 8,2  BILHÕES…TEM VOLTA ?

 

BRASIL  DEU PERDÃO A MOÇAMBIQUE DE UMA DÍVIDA ANTERIOR DE  US$ 315 MILHÕERS DE DÓLARES….

O BNDES – BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL  DO GOV. FEDERAL  (LULA)….. ENVOLVEU-SE EM FALCATRUAS VIA ODEBRECHT EM MOÇAMBIQUE…..DINHEIRO DOS TROUXAS DO BRASIL ROLOU À VONTADE NA ÁFRICA EM  MOÇAMBIQUE….VAI RETORNAR ?  POSSIVELMENTE NÃO………LULA (PT) O MEGALOMANÍACO AUTORIZOU……No Brasil corre a piada de construção de pontes SEM RIO….Em Moçambique (via LULA do PT), o Governo Federal autorizou o BNDES  a liberar empréstimos a construtora  Odebrecht do tipo malandro (só para roubarem grana),  pasmem, para construção de um aeroporto  fantasma DE US$  125  MILHÕES ,  SEM PASSEIROS – EM MOÇAMBIQUE – (Ref.BBC Brasil)….Vejam o lamaçal em detalhes….

 

 

 

O aeroporto fantasma feito pela Odebrecht em Moçambique, que o BNDES financiou e tomou calote

  • 27 novembro 2017

‘Só faltam os passageiros’: caminhe pelo aeroporto internacional fantasma em Moçambique

São 10 horas da manhã de uma quinta-feira. Os oito balcões de check-in do Aeroporto Internacional de Nacala, norte de Moçambique, estão fechados. Todas as cadeiras vermelhas e pretas das salas de embarque estão vazias. Espaços destinados para lanchonetes, lojas, free shop estão desocupados. Seis guichês de migração não têm uso. Esteiras e raio-X de bagagem estão parados. O ar condicionado está desligado, apesar do calor de mais de 35ºC. O elevador também. O toque dos sapatos no chão faz eco.

Tudo está muito limpo, como se fosse uma infraestrutura prestes a debutar. Mas essa cena já dura três anos. Inaugurado em dezembro de 2014, o espaço foi projetado e construído pela Odebrecht, com um empréstimo de US$ 125 milhões (R$ 404 milhões na cotação atual) do BNDES, para ser o segundo maior de Moçambique – só fica atrás do de Maputo, a capital. No entanto, continua a amargar a posição de aeroporto menos movimentado do país – e um dos menos usados em toda a África.

Com capacidade para 500 mil passageiros por ano, recebe menos de 20 mil. Os voos internacionais nunca chegaram. São apenas dois trajetos comerciais por semana, na rota Maputo-Nacala, e dois privados da mineradora brasileira Vale, ambos operados com aviões brasileiros da Embraer. Para comparação, há um aeroporto próximo, a 190 km, em Nampula, com 57 voos semanais.

“Hoje é um dia morto”, diz o diretor do aeroporto, Jeronimo Tambajane. “Eu esperava que essa área estivesse completamente movimentada, com vários voos a ocorrerem. Infelizmente, nesse momento não temos nada.” Ao caminhar pela sala de embarque internacional, o moçambicano passa a mão pelo couro vermelho de um divã: “Já seria altura de remodelar (reformar)”.

O fracasso do empreendimento pesa nos bolsos dos dois países. Desde o final de 2016, Moçambique não paga as parcelas do empréstimo do BNDES, o branco brasileiro de fomento à economia brasileira, diluído em um prazo de 15 anos. É o primeiro calote que a instituição tomou entre todas as obras custeadas fora do Brasil – operações que passaram a ser postas em xeque após a operação Lava Jato.

O pagamento do empréstimo não é a única conta que não fecha. O Aeroporto de Nacala opera no vermelho desde que foi inaugurado. Só o seu custo de operação é quatro vezes maior que as receitas. O saldo negativo recai sobre os outros aeroportos de Moçambique, geridos todos pela mesma empresa estatal.

Não bastassem a falta de voos, de passageiros e as contas em atraso, há suspeitas de corrupção em torno do aeroporto. Tanto Odebrecht como Embraer relataram ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos terem pagado propina para autoridades moçambicanas com o objetivo de fechar negócios.

 

Área de embarque e controle de passaportes sem ninguémImage captionÁreas de embarque e desembarque internacional nunca foram usadas | Foto: Amanda Rossi/BBC Brasil

Sonho brasileiro: Vale, Odebrecht, OAS e agronegócio

A construção do aeroporto foi sugerida ao governo moçambicano pela Odebrecht. Não se baseou em uma demanda reprimida de passageiros em Nacala, uma região com 375 mil habitantes, mas sim em uma suposta esperança de crescimento futuro, puxado por empresas brasileiras.

É por Nacala, uma cidade portuária, que a Vale exporta a maior parte do carvão que extrai nas minas de Moatize, também em Moçambique, uma das maiores reservas do minério do mundo. Esse é o maior investimento do Brasil na África, assinado durante o governo Lula e estimado em US$ 8,2 bilhões de dólares.

A expectativa era de que a exportação de carvão por ali atraísse outros negócios. No caminho entre Moatize e Nacala, por exemplo, o braço de cooperação internacional do Itamaraty e a FGV Agro (vinculada à Fundação Getúlio Vargas) esperavam estimular a expansão agrícola – do agronegócio brasileiro, inclusive.

Mas, por enquanto, as previsões se frustraram. Quando as obras do porto da Vale e do aeroporto da Odebrecht acabaram, o desenvolvimento estancou. “Na fase de construção, houve muito movimento. Depois, a empresa só traz carvão, embarca e vai embora”, explica José Ferreira, economista da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações de Nacala.

Além disso, as economias brasileira e moçambicana entraram em crise. “Infelizmente, depois que o Aeroporto de Nacala foi inaugurado, houve esse esfriamento econômico, criou este buraco. Mas tenho fé de que Nacala vai cumprir seu papel. Não acredito que o aeroporto possa fechar um dia porque não vem avião”, afirma o diretor Tambajane.

Hoje, somam-se placas de vende-se em Nacala. Postos de trabalho fecharam.

“Estou a procurar serviço, qualquer serviço, mas não há mais empregos”, diz Vitorino Mario, de 25 anos. Ele trabalhou por dois anos para a empreiteira brasileira OAS, que construiu o porto de carvão da Vale. Está desempregado há três anos, desde que as obras acabaram, fazendo bicos para sustentar os três filhos.

O quintal da casa onde vive, perto do porto, está ocupado por uma pequena carpintaria de outros ex-operários da OAS. Depois de trabalharem para a empresa, “a vida voltou a ser como era antes”, diz Bachir Severino. O sonho de desenvolvimento brasileiro em Nacala durou pouco.

 

Bachir Severino segura carteira de identificação de trabalhador da OASImage captionBachir Severino mostra seu cartão de identificação da OAS, ao lado do colega Ricardo Benjamim; eles trabalharam nas obras do porto de carvão da Vale | Foto: Amanda Rossi/BBC Brasil

Cidade sem água encanada e sem emprego

 

Moçambique é um dos países mais pobres do mundo – 46% da população vive na pobreza, segundo estatísticas do país.

Nacala não foge à regra. Metade da cidade não tem água encanada, por exemplo. Nas margens da estrada que leva ao aeroporto, é possível ver diversas fontanárias – poços acionados por pressão manual – cercadas de mulheres e crianças com baldes nas mãos e nas cabeças.

O bairro Matchapue ilustra a precariedade de infraestruturas básicas de Nacala. Contam-se nos dedos as casas com água na torneira. A de Fátima, com dois cômodos, é uma delas. A moçambicana fez da raridade um negócio: construiu um reservatório no quintal, que abastece com uma mangueira. A partir das 5h, os vizinhos chegam para encher seus baldes, ao custo de 5 meticais (R$ 25 centavos) cada.

Anchia Enusso, de 21 anos, é uma das clientes, enchendo apenas um balde. “Só? Vai dar para quê?”, perguntou a vendedora. “Hoje só tenho 5 meticais”, respondeu a jovem, com a filha no colo. Nem ela nem a mãe trabalham fora. O pai é pedreiro. Tudo precisa melhorar no bairro onde vivem, mas o que mais faz falta é emprego, dizem elas.

Outros vizinhos se aproximam para reclamar de que também querem emprego. Juma Siaga, pescador de 48 anos, é um deles. Diz que a renda da pesca é muito baixa. O nicuzi, um peixinho de uns 5 centímetros, por exemplo, é vendido seco em pequenas porções de 5 meticais – o mesmo preço do balde de água.

Siaga esteve uma vez no Aeroporto de Nacala. Era a festa de inauguração, aberta ao público. Ficou encantado. “É grande, muito bonito, com muito vidro. A festa foi boa, havia música, dança, muita gente.” Foi o dia de maior movimento na história do terminal. Cerca de 500 pessoas apareceram para festejar.

 

Anchia, 21 anos, com a filha no colo, ao lado de uma amiga, em frente ao reservatório de água da vizinhaImage captionAnchia Enusso e a amiga Mimi Assane compram baldes de água na casa da vizinha, uma das poucas com abastecimento encanado no bairro | Foto: Amanda Rossi/BBC Brasil

Sem voos, sem passageiros

 

 

O terminal de Nacala é o primeiro aeroporto construído em Moçambique desde a independência de Portugal, em 1975.

É o mais moderno do país e o único que já obteve uma certificação para operar voos internacionais. No total, há em Moçambique onze aeroportos, seis deles internacionais. Os demais ainda estão em processo para obter a certificação.

O segundo aeroporto mais movimentado do país é justamente o de Nampula, vizinho dali. Como há poucos voos para Nacala, há quem voe para Nampula e depois faça o restante do percurso de carro.

“É muito constrangedor ter que fazer duas horas de táxi de Nampula a Nacala, sendo que há esse aeroporto aqui”, diz a moçambicana Katia Manjate, que voou de Maputo para Nampula em outubro, para dar uma formação para rádios comunitárias em Nacala.

O taxista Carlos José está acostumado a fazer esse trajeto. “Esse aeroporto de Nacala é muito grande mesmo, bem trabalhado. Só falta aviões. Fala-se de falta de passageiros. Assim, a LAM (Linhas Aéreas de Moçambique) não consegue suportar as despesas de levar avião para Nacala sem passageiros.”

A LAM, única empresa de aviação de Moçambique, estatal, chegou a realizar cinco voos semanais na rota Maputo-Nacala. Depois, reduziu a frequência para quatro voos, em seguida três, até chegar aos dois voos atuais.

“As companhias aéreas sempre se baseiam nas estatísticas. E nós sempre estamos em desvantagem. Elas vão procurar onde há movimento. Vão ver que é em Nampula. Dificilmente virão para Nacala. Então, nosso tráfego vai continuar a ser gerido pela LAM. Como companhia do Estado, a LAM não pode abandonar nenhuma escala, tem que cumprir seu dever social”, afirma o diretor do aeroporto.

No momento, a única esperança do Aeroporto de Nacala é que o governo de Moçambique proíba o tráfego internacional nos dois aeroportos mais próximos (Nampula e Pemba) e obrigue as empresas aéreas a alterarem as rotas.

A medida enfrentaria resistência das companhias, dos passageiros e também de empresários – Pemba é a nova promessa de desenvolvimento de Moçambique, devido à descoberta de enormes reservas de gás natural.

 

Navio abastecido de cartão no porto da Vale em NacalaImage captionNavio é abastecido no porto da Vale, em Nacala, com o carvão extraído na região de Moatize; é o maior negócio do Brasil na África | Foto: Amanda Rossi/BBC Brasil

Propina de 900 mil dólares da Odebrecht em Moçambique

A Odebrecht revelou para o Departamento de Justiça dos Estados Unidos que realizou “pagamentos corruptos” no valor de US$ 900 mil para autoridades moçambicanas, entre 2011 e 2014, período de construção do aeroporto.

Parte desse valor teria sido paga para obter “termos favoráveis em um projeto de construção do governo, que o governo não estava inclinado a aceitar”.

O caso foi transferido para a Procuradoria da República de Moçambique. Procurado pela BBC Brasil por três semanas, o órgão se negou a comentar o caso. Até hoje, não revelou quem são os moçambicanos envolvidos na denúncia da Odebrecht. A empresa responsável pelos aeroportos do país africano também não respondeu a BBC Brasil.

O Aeroporto de Nacala também apareceu na operação Lava Jato. Um dos delatores da Odebrecht, Antonio de Castro Almeida, afirmou que uma funcionária da Câmara de Comércio Exterior da Presidência da República (Camex) teria recebido 0,1% do valor do contrato para agilizar a aprovação do projeto no órgão – uma das etapas necessárias para liberar o financiamento no BNDES.

A empreiteira informou, por nota, que está colaborando com as investigações brasileiras e estrangeiras: “A qualidade e a eficácia da colaboração da Odebrecht vêm sendo confirmadas dia a dia, e têm sido instrumento valioso para a ação da Justiça brasileira dos países em que a empresa atua. A empresa está comprometida em combater e não tolerar mais qualquer forma de corrupção, e também está decidida a atuar sempre com ética, integridade e transparência”.

Itamaraty disse que obra era ‘imprescindível’ e minimizou riscos de calote

Desde o princípio da negociação do empréstimo do BNDES, estava claro que Moçambique não poderia oferecer garantias robustas.

“As dificuldades seriam as garantias oferecidas por Moçambique, um país pobre que não tinha capacidade de oferecer garantias. A gente fez uma estruturação para a garantia de Moçambique ser aceita”, afirmou Castro Almeida na delação premiada.

Mesmo assim, a Embaixada do Brasil em Moçambique deu seu aval para o projeto. Em 2009, o então embaixador brasileiro no país, Antonio Souza e Silva classificou a obra como “imprescindível”.

“O novo aeroporto de Nacala será um ponto central para a região norte de Moçambique, servindo de passagem para outros aeroportos, aumentando o fluxo de passageiros e carga”, escreveu o diplomata em telegrama para o Itamaraty, em resposta a pedido de informações do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig).

“Quanto aos riscos, Moçambique não está disposto a ingressar numa espiral de endividamento irresponsável, conforme experiências passadas. O governo tem pautado suas iniciativas de longo prazo com prudência e responsabilidade técnica”, continuou o embaixador.

A análise se mostrou equivocada. Moçambique vive hoje uma severa crise da dívida, após o FMI descobrir que o país estava contraindo empréstimos ocultos, fora dos registros oficiais – não é o caso do crédito com o BNDES. Como consequência, a comunidade internacional congelou o repasse de recursos externos, que suportavam nada menos que um terço do orçamento do Estado moçambicano.

O subsecretário-geral para promoção comercial do Itamaraty, Santiago Mourão, afirma que o Aeroporto de Nacala era visto pelo governo de Moçambique como uma peça importante e estratégica para o desenvolvimento do país e imaginava-se que o corredor que vai de Moatize a Nacala seria um motor econômico regional.

“As dificuldades financeiras com que Moçambique se confrontou não estavam previstas naquele momento. Mas percalços econômicos do país não invalidam a ideia do projeto.”

 

Diretor do Aeroporto de Nacala Jeronimo Tambajane dentro da sala de embarque internacional, que nunca foi usadaImage captionDiretor do Aeroporto de Nacala, Jeronimo Tambajane administra uma moderna estrutura de aviação, mas faltam voos e passageiros | Foto: Amanda Rossi/BBC Brasil

Perdão da dívida resultou no novo calote

 

 

 

O empréstimo para o Aeroporto de Nacala só foi possível porque o Brasil perdoou dívidas anteriores de Moçambique, no valor de US$ 315 milhões – não é possível emprestar para quem tem nome sujo na praça brasileira.

O perdão, ocorrido em 2004, foi o primeiro do governo Lula e um dos maiores já concedidos pelo Brasil. A dívida havia sido assumida durante a ditadura militar, nas décadas de 1970 e 1980.

“Qual foi o grande favor que nós fizemos? Nós liberamos as pessoas para fazerem novas dívidas. É apenas isso. Eles não iam pagar porque não tinham dinheiro”, disse Lula, em entrevista em dezembro de 2013.

O BNDES argumenta que o empréstimo tinha por objetivo estimular a exportação de serviços de empresas brasileiras. O dinheiro foi fornecido diretamente para a Odebrecht. A estatal de aeroportos de Moçambique tem 15 anos para pagar de volta.

O banco informou, por nota, que o financiamento para a construção do Aeroporto de Nacala “seguiu o trâmite usual por que passa qualquer pedido de financiamento ao BNDES”. Acrescentou que “o governo de Moçambique continua inadimplente com o BNDES nesses contratos e a renegociação segue em curso, sob condução do Governo brasileiro”. O BNDES acionou o Seguro de Crédito à Exportação da União, para cobrir as parcelas não pagas.

Após a eclosão da Lava Jato, os créditos do BNDES para projetos de infraestrutura brasileiros na África despencaram. Em 2016, somaram 1% da média anual registrada nos oito anos anteriores – US$ 6 milhões contra US$ 446 milhões.

 

Passageiros embarcam em aeronave Embraer 190, operada pela LAM (Linhas Aéreas de Moçambique) no Aeroporto Internacional de NacalaImage captionAeronave Embraer 190 faz a única rota comercial do Aeroporto de Nacala; empresa admitiu ter pagado propina para fechar a venda | Foto: Amanda Rossi/BBC Brasil

Embraer admitiu ter pagado propina na venda de aviões

A pista de 3,1 quilômetros do Aeroporto de Nacala é frequentada pelos aviões Embraer 190 e Embraer 145. São aeronaves de tamanho médio, bem menores do que a pista pode suportar. Elas fazem sucesso na África, que não tem um mercado aéreo robusto para aviões com muitos assentos.

Dos sete aviões da Linhas Aéreas de Moçambique, cinco são da Embraer. A compra de parte deles está sendo investigada.

A empresa brasileira revelou para as justiças americana e brasileira ter pagado US$ 800 mil ilicitamente pela venda de dois modelos 190 para a LAM – justamente o que faz a única rota comercial para Nacala – no valor de US$ 32 milhões cada, entre 2008 e 2009.

Segundo a denúncia, autoridades moçambicanas solicitaram pagamentos ilegais e receberam uma oferta inicial de US$ 50 mil. O valor teria sido visto “como um insulto” pelos moçambicanos, que esperavam muito mais. Esse teria sido o recado passado por telefone pelo então presidente da LAM para um executivo da Embraer.

“Poderíamos nos safar com US$ 800 mil”, teria sugerido o moçambicano. A fabricante de aviões diz ter realizado dois pagamentos de US$ 400 mil cada para atender o pedido.

O caso também está sendo investigado pela Procuradoria da República de Moçambique, que se restringiu a informar que a fase do processo “não recomenda a partilha de informação”. A LAM não respondeu à BBC Brasil.

Em nota, a Embraer afirmou que reconhece a responsabilidade pelos atos de seus funcionários e agentes e lamenta o ocorrido. “A companhia aprendeu e evoluiu com essa experiência e dará continuidade à sua trajetória de sucesso.”

10 PENALTIS MAIS INUSITADOS DO MUNDO…..

É SÓ VER  E RIR À VONTADE…..(Ref. Youtube)

 

RACHEL DODGE PROCURADORA GERAL DA REPÚBLICA… DETONA GLEISI HOFFMANN E PAULO BERNARDO……

SEM  COMENTÁRIOS  SEGUE ABAIXO O QUE VI NA INTERNET E O QUE LI NO SITE DO F. CAMPANA…AGORA…. Vejam…..

 

O que disse Rachel Dodge
sobre Gleisi e Paulo Bernardo

 

Dodge, sobre Gleisi e PB:

“Fato compromete a imagem do Brasil”.

“Gleisi locupletou-se dolosamente”.

“Paulo Bernardo era “operador” de Gleisi”.

“Nenhuma das condutas de Gleisi se resumiu à mera participação”.

“Gleisi e Paulo Bernardo ludibriaram os cidadãos brasileiros”.

FRASE MAIS LINDA…. ÍCONE DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA…..DE EVALDO GOUVEIA E JAIR AMORIM…..

DICA PARA OS INCAUTOS:  Não  brigue…..ame…só isso !

Na briga de duas pessoas que se amam de verdade, ambas perdem, pois depois de  tempos brigados percebem que:  

“e ao morrer então é que se vê, que quem morreu fui eu e foi você, pois sem amor, estamos sós, morremos  nós” 

 

Gravação de Altemar Dutra e Cauby Peixoto….

Titulo :  Brigas
Evaldo Gouveia e Jair Amorim

“Veja só
Que tolice nós dois
Brigarmos tanto assim
Se depois
Vamos nós a sorrir
Trocar de bem no fim
Para que
Maltratarmos o amor
O amor não se maltrata não
Para que
Se essa gente o que quer
É ver nossa separação

Brigo eu
Você briga também
Por coisas tão banais
E o amor
Em momentos assim
Morre um pouquinho mais

 

E ao morrer
Então é que se vê
Que quem morreu
Fui eu e foi você
Pois sem amor
Estamos sós
Morremos nós “

69 % DOS RÉUS DA LAVA JATO / RIO AINDA ESTÃO SOLTOS…..PRESOS SÓ 31 %

LAVA JATO  PASSA   BRASIL  A  LIMPO ?

A MATÉRIA É DO JORNAL O GLOBO, que registra  um levantamento estatístico sobre o número de réus da Lava Jato do Rio de Janeiro que estão respondendo processos criminais,  em relação aos réus condenados e não condenados.  Pelos dados abaixo nota-se que o juiz MARCELO  BRETAS tem um trabalho estafante pela frente…Vejam…

 

Operação Lava-Jato do Rio prendeu até agora 31% dos réus

 

A maioria dos investigados pela força-tarefa, 69%, permanece fora da cadeia

POR ANTÔNIO WERNECK

O ex-governador Sérgio Cabral – Arquivo O GLOBO

 

RIO – Na semana em que os olhos da população ficaram voltados para a Cadeia Pública de Benfica, na Zona Norte do Rio, para onde foram levados os políticos que, por duas décadas, estiveram à frente do poder no Rio, incluindo três ex-governadores e o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), um levantamento inédito da 7ª Vara Criminal Federal revela que a cadeia não tem sido o destino final da maioria dos envolvidos em suspeitas de corrupção no estado.

Os dados, obtidos pelo GLOBO, mostram que 69% dos réus da Lava-Jato do Rio estão fora da prisão: 27 foram soltos, oito cumprem prisão domiciliar e 14, recolhimento noturno. São 23 os que estão de fato atrás das grades.

Ao todo, 74 pessoas respondem a processos na primeira instância da Justiça Federal do Rio. A relação não incluiu os presos da Operação Cadeia Velha. Os deputados estaduais Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo acabaram em Benfica por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

– INFOGRÁFICO: VEJA A TRAJETÓRIA DA ELITE POLÍTICA DO RIO, DO PODER À CADEIA

Os números da 7ª Vara reforçam o desabafo do procurador Eduardo El Hage, coordenador da Lava-Jato no Rio. Na semana passada, ele rebateu críticas feitas ao Ministério Público Federal e à Justiça por juristas de que há um abuso das prisões preventivas nos últimos anos, notadamente nos processos da operação. Segundo o procurador, não há abuso de prisões preventivas.

O professor Thiago Bottino, da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV-Rio), concorda com a análise:

— Na minha opinião, 31% de prisões na Lava-Jato do Rio não é um número absurdo. Se fossem 80%, aí sim haveria alguma coisa errada, mas o número demonstra que a prisão preventiva não é a regra para o desenvolvimento da Lava-Jato no Rio.

 

A operação no Rio tem um único réu foragido: o empresário Arthur César Soares Filho, conhecido como “Rei Arthur”.

 

NO RIO, 21 PROCSSOS COM BRETAS

O levantamento da 7ª Vara Federal Criminal revela ainda que há 21 processos em curso no Rio sob a responsabilidade do juiz Marcelo Bretas, resultado de 15 operações. A Lava-Jato do Rio começou com a Operação Irmandade, deflagrada pela Polícia Federal em 10 de agosto de 2016, para investigar um esquema de propinas e desvios de recursos da Eletronuclear nas obras da Usina de Angra 3.

O principal réu no processo é Adir Assad, irmão de Samir Assad, acusado de ser operador financeiro da construtora Delta, que integrava o consórcio responsável pelas obras. Adir Assad é uma das 23 pessoas presas na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

Samir Assad é apontado como operador do esquema descoberto na Operação Pripyat, deflagrada em julho de 2016, formado por empresas de fachada que realizavam contratos fictícios e expediam notas fiscais falsas para a lavagem de dinheiro. Samir, ao contrário do irmão, cumpre prisão domiciliar

Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/operacao-lava-jato-do-rio-prendeu-ate-agora-31-dos-reus-22115108#ixzz4zUXsM95L
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DEPUTADO FEDERAL CELSO JACOB (PMDB RJ) DESMORALIZA DE VEZ A CLASSE EM DECADÊNCIA COM INOVAÇÃO PARA USO DA CUECA…..

” O  QUEIJO  POR SI SÓ JÁ TEM UM CHEIRO DESAGRADÁVEL E SUSPEITO….NA CUECA A COISA FICA  MAIS NAUSEABUNDA  “

 

Queijo após três meses de afinagem (foto da revista Gula)

 

CELSO CRIA NOVA VERSÃO DO “DÓLAR NA CUECA”…..AGORA É  “QUEIJO NA CUECA”……Como se não já bastasse a desmoralização de nossas leis permissivas e absurdas, somadas a inércia dos juízes do país, que PERMITEM QUE UM DEPUTADO FEDERAL CONTINUE NO CARGO  RECEBENDO GRANA DO POVO, MESMO JÁ CONDENADO POR CRIME, como este malandro do deputado CELSO, QUE NUM ACINTE A NAÇÃO,  ele inova no transporte oculto com o uso da cueca de modo não saudável. 

O QUE LEVOU NA CUECA O CELSO.   Este “artista” da política nacional,  inovou,  colocando na sua cueca queijo provolone e pacotes  de biscoitos, tentando assim burlar a vigilância da prisão da Papuda ao retornar a noite para a prisão, de modo burro pelo grande volume “penial”, o  que não convenceu os guardas da prisão, depois de seu “serviço” como parlamentar na Câmara Federal…… (Ref. O Globo)…..Vejam mais este fim de picada do STF e do Congresso Nacional na terra da fantasia…Brasília……

 

 

 

JUSTIÇA INERTE, QUE DEMORA,  É INJUSTIÇA.  Por incrível que pareça, o STF (SUPREMO), na sua inércia costumeira que protege os políticos ladrões e criminosos do Congresso Nacional pela figura porcaria da PRESCRIÇÃO, , AINDA  NÃO JULGOU A PERDA DO MANDATO deste malandrão do CELSO…..Por isto ele cumpre  a pena de 7 anos, e pasmem,  DE POSSE DE SEU MANDATO DE  “ILUSTRE” DEPUTADO FEDERAL, para vergonha nossa e de toda a nação…..

 

 

Dólar na cueca. No Rio, Confraria do Garoto ironiza crise política após prisão do dirigente do PT José Adalberto, em Congonhas

Dólar na cueca. No Rio, Confraria do Garoto ironiza crise política após prisão do dirigente do PT José Adalberto, em Congonhas Domingos Peixoto / 12/07/2005 Agência O Globo

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Preso no semiaberto, deputado é punido por tentar entrar na cadeia com queijo e biscoitos na cueca

 

Celso Jacob passa o dia no Congresso e à noite volta para dormir na Papuda

POR ADRIANA MENDES

O deputado Celso Jacob (PMDB-RJ) – Givaldo Barbosa/Agência O Globo/30-03-2017

 

BRASÍLIA — O deputado Celso Jacob (PMDB-RJ) foi flagrado com dois pacotes de biscoito e um de queijo provolone dentro da cueca quando se apresentou, no domingo, ao Centro de Detenção Provisória da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena em regime semiaberto.

O deputado trabalha durante o dia no Congresso e, à noite, dorme na cadeia. O parlamentar foi levado para o isolamento, onde ficará por sete dias.

 

A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) informou, por meio de nota, que a irregularidade foi identificada no processo de revista. A Vara de Execuções Penais (VEP), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), já foi comunicada do fato. Também foi aberto um inquérito disciplinar para apurar o caso.

A punição, segundo a Sesipe, pode chegar a 30 dias de isolamento, além da perda de benefícios, conforme decisão da VEP.

Em junho do ano passado, o STF fixou em sete anos e dois meses a pena do deputado no regime semiaberto, mais multa, por falsificação de documento público e dispensa de licitação.

O tribunal não tratou de cassação do mandato. No entanto, o deputado só começou a cumprir a pena neste ano após a corte rejeitar o recurso do parlamentar.

 

Jacob foi acusado de fraudar em 2003 a publicação de uma lei municipal de Três Rios (RJ), cidade da qual era prefeito, acrescentando um artigo que não tinha sido votado na Câmara de Vereadores. O objetivo era criar um crédito orçamentário adicional que permitiria finalizar a construção de um creche.

A Sesipe informou que é proibida a entrada de internos com qualquer objeto ou alimento no presídio sem autorização. A entrada de alimentos autorizados só é possível por meio da família, durante o período de visita.

Procurada, a assessoria do parlamentar não retornou o contato.

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