DESMANDOS DAS GESTÕES LULA / DILMA DO PT NO BNDES COMEÇAM A PIPOCAR…..POVÃO VAI PAGAR A CONTA….

“GRANA PARA  PAVIMENTAÇÃO DE ESTRADAS DE TERRA NO BRASIL…..NUNCA TEVE…..PARA OS AMIGOS INTERNACIONAIS DO PT…..GRANA A VONTADE ….E DEU NO QUE DEU….CALOTE ! ” 

POVO BRASILEIRO (OS TROUXAS) TERÃO QUE PAGAR DÍVIDAS DOS “FINANCIAMENTOS” NÃO HONRADOS POR PAÍSES PROTEGIDOS PELA DUPLA LULA / DILMA da fase do   LULOPETISMO no Palácio do Planalto…..Como sempre aconteceu no governo do PT, a ODEBRECHT  com propinas a rodo……está no meio…..

QUEM DENUNCIA?  O jornal  Folha de São Paulo de 29/12/2017, registra em reportagem, os primeiros “canos”, ou CALOTES, dos não pagamentos de dívidas assumidas junto ao BNDES por países amigos do PT, cujas dívidas não pagas, são assumidas pelo Tesouro Nacional (leia-se grana do povo), que vai cobrir estas contas calotes destes países……

Dilma Rousseff

Foto oficial de Dilma Rousseff.

36.ª Presidente do Brasil

Luiz Inácio Lula da Silva
35º Presidente do Brasil

QUEM NÃO PAGOU ?  Segundo a Folha, MOÇAMBIQUE não pagou US$ 124 MILHÕES DE DÓLARES e a VENEZUELA (do MADURO), não pagou US$ 262 MILHÕES DE DÓLARES, cuja dívida total é de US$ 1,5 BILHÃO DE DÓLARES…..Como estes países estão em crise econômica, e crise política como é o caso da Venezuela, se estima que dificilmente eles vão saldar seus compromissos com o BNDES, cujas contas sobrarão de novo ao Tesouro Nacional, que em última análise, sobra em verdade para o  povão ou para nós os trouxas,  que vão ter que pagar estas dívidas dos amigos da dupla  LULA / DILMA do PT…..Vejam os detalhes…..  

Tesouro Nacional cobre calote de Moçambique no BNDES

 

Reprodução  
O Aeroporto Internacional de Nacala, obra da Odebrecht em Moçambique
O Aeroporto Internacional de Nacala, obra da Odebrecht em Moçambique

MARIANA CARNEIRO
DE BRASÍLIA

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O Tesouro Nacional começou a pagar pelos calotes que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) sofreu por financiar, em outros países, obras de empreiteiras brasileiras envolvidas na Lava Jato.

No último dia 15, o governo liberou do Orçamento R$ 124 milhões para ressarcir o banco por não receber, até agora, US$ 22,4 milhões (fora encargos) de um financiamento feito a Moçambique.

Esse tende a ser o começo de uma série de pagamentos que recairão sobre o contribuinte brasileiro e que, apenas no caso do país africano, deve chegar a US$ 483 milhões (R$ 1,5 bilhão).

 

 

Angola    4

Venezuela     3,30

Rep. Dominicana    2,6

outro   2,6

Argentina    2

0,8 Cuba, 0,4 Moçambique e 1,4 demais países

 

 

Nos próximos dias o governo também deverá decretar calote oficial da Venezuela, pela falta de pagamento de uma parcela de US$ 262 milhões em setembro.

As negociações desse débito estavam em andamento, mas foram interrompidas pela mais recente crise diplomática entre os dois países, provocada pela expulsão do embaixador brasileiro em Caracas. Informalmente, o governo brasileira esperava chegar a um acordo até o fim do ano, mas agora não há sinal de uma resposta positiva do governo de Nicolás Maduro.

O BNDES e bancos privados têm a receber US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) da Venezuela –mais da metade desse valor em 2018.

Caso o país deixe de pagar, a conta será coberta pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação), cujos recursos saem do Tesouro Nacional.

Nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, as empreiteiras expandiram presença na África e na América Latina graças a volumosos empréstimos do BNDES.

A parceria econômica e política com os governos desses países rendeu contratos bilionários às empresas e ajudou a elevar as exportações do Brasil. Mas agora que alguns deles entraram em crise e estão deixando de honrar compromissos, as contas estão estão sobrando para o Tesouro.

Isso ocorre porque os financiamentos têm seguro do FGE. Em caso de calote, o pagamento fica com o governo.

 

 

Em grave crise financeira, Moçambique deixou de pagar duas parcelas (uma no fim de 2016, outra em maio deste ano). Com o default confirmado, o BNDES acionou o FGE e o primeiro pagamento foi feito em dezembro.

A perda foi registrada no balanço do banco e vai aparecer nos resultados do BNDES do quatro trimestre.

Moçambique foi o primeiro caso de calote registrado na história do banco em operações no exterior. O caso da Venezuela, porém, é mais grave, pois a dívida é muito maior, boa parte por obras da Odebrecht e da Andrade Gutierrez no país.

O terceiro país sob risco é Angola, cujo passivo com o Brasil soma US$ 1,9 bilhão. Angola depositou recursos em uma conta garantia em novembro após ameaçar deixar de pagar.

Procurado, o banco informou que “não financia projetos em outros países, mas a exportação de bens e serviços produzidos no Brasil, tendo por objetivo o aumento da competitividade das empresas brasileiras, a geração de emprego e renda no país”.

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