Archive for 6 de Maio, 2018

FRACASSOU O MODELO COMUNISTA BOLIVARIANO DA VENEZUELA “CHAVISTA/ MADURISTA “….POVO PASSA FOME…..INFLAÇÃO MAIOR DO MUNDO…

QUAL SERÁ O FUTURO DA VENEZUELA ? PERMANECE EM CRISE PERMANENTE OU VEM UM PROCESSO REVOLUCIONÁRIO?  INFLAÇÃO BATE RECODE MUNDIAL…….A Venezuela definitivamente está em crise incontornável no atual modelo “comuno- bolivariano”, desenhado pelo foro de São Paulo, pelas mãos do LULA (PT), CHÁVEZ, FIDEL CASTRO, EVO MORALES e outros governantes latinos comunistas, incluindo alguns senadores e deputados federais,  os quais foram em caravana até Caracas agindo na  defesa empedernida do governo de MADURO, quando recebia críticas severas da OEA Organização dos Estados Americanos.  

SENADORES  BRASILEIROS “CHAVISTAS/MADURISTAS” SUMIRAM NA CRISE DA VENEZUELA……Estes senadores brasileiros  defensores do modelo CHÁVISTA-COMUNISTA,  hoje no auge da crise do MADURO, sumiram e se calaram….O jornal EL PAIS publica matéria sobre a CRISE MIGRATÓRIA, SOCIAL, E DA FOME na Venezuela, e o site UOL Economia,  foca a crise econômica  com dado recordista mundial da inflação na Venezuela…..

 

 

 

 

“Na Venezuela não há comida, mas no Brasil sim”: a nova fuga da fome na fronteira do norte

 

 

 

Escassez de alimentos e crise econômica fazem explodir os pedidos de refúgio de venezuelanos no Brasil e causam impasse para as autoridades brasileiras

Imigrantes venezuelanos no BrasilIndígenas venezuelanos no abrigo improvisado em Boa Vista. LEONARDO COSTA

Boa Vista / Pacaraima (Roraima)

 

“En Venezuela no hay comida. ¿Cómo se dice aquí en Brasil? ¿Obrigado? Obrigado, porque aquí en Brasil hay comida”. Amontoados debaixo de uma árvore que os protegia da chuva, indígenas da etnia Warao, a segunda maior da Venezuela, faziam um gesto de agradecimento ao prefeito Juliano Torquato (PRB), da pequena cidade de Pacaraima, em Roraima.

Ali, em um terreno ao lado da rodoviária, está vivendo um grupo de cerca de 30 indígenas, dentre eles muitas crianças. Dormem no chão, vivem de doações entre cachorros, moscas, brinquedos jogados. Comem quando há comida. E, ainda assim, agradecem.

Esse pequeno grupo de indígenas forma parte de um fluxo de imigrantes venezuelanos, que também é feito de não indígenas, que atravessam a fronteira em busca de alimentos, empregos e melhores condições de vida no Brasil. Muitos não querem mais voltar ao país de origem. A maioria chega pelo pequeno município de Pacaraima, com 16.000 habitantes, e depois seguem para a capital Boa Vista.

Entre os indígenas, o movimento, na maioria dos casos, implica em ir para as cidades, receber doações, ganhar dinheiro com o artesanato e a mendicância, e depois voltar para sua comunidade. Já os não indígenas buscam se regularizar no Brasil, trabalhar e começar uma nova vida longe da escassez da Venezuela

Ambos os casos têm em comum a fuga da fome. “Na Venezuela, com um saláriovocê consegue comer por apenas três dias”, disse Freiomar Viana, 41. “Se você tem família, como vai fazer para comer?”. Há um ano, ele trouxe a família de Caracas para o Brasil e hoje trabalha em uma lanchonete em Boa Vista.

Desde o ano passado, a cidade de Pacaraima, acostumada ao fluxo de venezuelanos que vão até lá para comprar alimentos e produtos de necessidades básicas, viu sua rotina mudar. Os habitantes do país vizinho passaram a cruzar a fronteira não somente para fazer compras, mas para tentar permanecer no ali. Segundo a Defesa Civil, em agosto, um dos meses mais críticos, havia 177 venezuelanos vivendo nas ruas da cidade em situação precária. Em dezembro, a cidade decretou emergência na saúde pública

A crise econômica e política da Venezuela é a grande responsável por esse êxodo. A socióloga e professora de estudos sobre fronteiras da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Francilene Rodrigues, explica que, historicamente, a Venezuela é um país que recebe imigrantes e não o contrário.

Mas foi no início da gestão de Hugo Chávez (1999-2013) que o movimento imigratório também começou, primeiramente encabeçado pela classe média, que passou a deixar o país rumo aos Estados Unidos e à Espanha, principalmente. Depois, os mais pobres passaram a seguir o mesmo caminho. “Esse processo aumenta a partir de 2010”, diz. “O alto custo de vida na Venezuela, atrelado à queda no preço do petróleo causou um baque na economia de lá”.

Em 2014, nove venezuelanos fizeram o pedido de refúgio no Brasil. Em 2015, esse número subiu para 234. Já no ano passado, foram 2.230. Neste ano, até a última quarta-feira, esse número já chegava a 1.035

Para María Pérez, indígena warao, a morte do ex-presidente Hugo Chávez, em 2013, foi um marco econômico. “Depois da morte de Chávez, acabou a comida e chegou a crise”, contou. “Não há nada para comprar, e quando há, é muito caro”. Segundo a professora Francilene Rodrigues, a maioria dos imigrantes venezuelanos é feita de jovens em idade produtiva, além dos indígenas, que chegam com as famílias inteiras. Os dois grupos fazem um movimento migratório que é, em sua essência, por uma distância pequena de onde vivem. “Os venezuelanos têm um orgulho muito grande da sua nação”, diz. “O fato de estarem em um lugar muito próximo com a fronteira dá a eles a oportunidade de voltar para a Venezuela a qualquer momento”.

A fala da professora Marjorie González, 41, deixa claro esse orgulho venezuelano. “Estou a somente 24 horas do meu país”, disse. “Eu amo meu país. Mas, ainda assim, é melhor estar aqui no Brasil, porque tenho mais tranquilidade”. De Caracas, ela veio para Boa Vista depois que ladrões invadiram sua casa e levaram quase tudo. “Colocamos as mãos na cabeça e pensamos ‘o que vamos fazer agora?”, indagou. Veio com o marido e a filha, de seis anos, que, por não ter documentos ainda, está sem estudar. Ainda assim, não quer voltar tão cedo para a Venezuela. “A culpa por nosso país estar assim é nossa”, afirmou. “Nós permitimos que fizessem o que quisessem com o nosso país. Os valores acabaram”.

Marjorie vende no Brasil roupas e perfumaria comprados na Venezuela. Está esperando a resposta do seu pedido de refúgio, que é uma forma de se estar regular no país. Esse pedido é válido para pessoas que sofrem perseguições políticas ou vivem situações de ameaças, mas, ao menos até o momento, a situação econômica de um país não se configura ameaça diante da lei brasileira.

Portanto, não é possível saber se o pedido de Marjorie será aceito pelas autoridades brasileiras. Em 2014, nove venezuelanos fizeram o pedido de refúgio no Brasil. Em 2015, esse número subiu para 234. Já no ano passado, foram 2.230. Neste ano, até a última quarta-feira, esse número já chegava a 1.035………………………………………..

 

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INFLAÇÃO NA VENEZUELA DE MADURO BATE RECORDE INTERNACIONAL  DE  2.616 % a.a. ….E DESTRUIU A BASE DA ECONOMIA……MADURO após fechar fábricas, bancos, etc. e aniquilar a base da economia, não conseguiu substituir a força da produção capitalista por um  modelo estatizante….e por isto fracassou…..(Ref. UOL Economia)…. 

 

 

Inflação na Venezuela pode superar 10.000% este ano, diz Parlamento17 09/01/201800h07 Ouvir texto 0:00 Imprimir Comunicar erro Caracas, 8 jan (EFE).-

A inflação na Venezuela fechou 2017 em 2.616% e pode chegar a 10.000% este ano – Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/efe/2018/01/09/inflacao-na-venezuela-pode-superar-10000-este-ano-diz-parlamento.htm?cmpid=copiaecola

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